sexta-feira, 26 de setembro de 2014

SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA - CUIDADOS COM A ENERGIA ELÉTRICA: SEGURANÇA EM CASA

  

Cuidados com o chuveiro elétrico

Para não ter problemas com o chuveiro elétrico, é importante que a instalação seja feita de maneira correta, com o fio terra do equipamento conectado diretamente ao aterramento da residência. Conectá-lo em pregos na parede do banheiro, no fio neutro da Celpe, ou no cano d'água são procedimentos perigosos. Além disso, não mude a chave de regulagem da temperatura enquanto toma banho, pois se houver vazamento de corrente elétrica, o risco de levar um choque é muito grande.



Dimensionamento e reposição de fusíveis
Os fusíveis são as proteções existentes contra a sobrecarga ou curto-circuito nas instalações elétricas. Devem ser dimensionados para a corrente que circula em sua casa. Fusível queimado não deve ser substituído por moeda, papel laminado ou fio. Agindo assim, você está retirando a proteção de toda a instalação, podendo provocar incêndio e danos nos eletrodomésticos.


Aterramento de componentes elétricos
Aterramentos mal dimensionados são grandes causadores de acidentes. O aterramento correto é feito com haste de cobre e por profissional qualificado (eletricista), e representa mais segurança para você e maior vida útil para seus equipamentos.

Sinal de vazamento de corrente
Não coloque a sua vida em risco. Percebendo qualquer vazamento de corrente (formigamento) ou defeito nos interruptores, não manuseie estes equipamentos. Evite o contato direto com a corrente elétrica. Antes de fazer qualquer reparo nas instalações elétricas de sua casa, desligue o disjuntor ou chave geral. Use sempre ferramentas adequadas (com cabos isolados). Em caso de acidente doméstico por choque elétrico, a primeira coisa a fazer é desligar o disjuntor ou chave geral. Se isso não for possível, deve-se tentar afastar a pessoa do condutor de energia usando objetos isolantes (como canos de plásticos, pedaços de madeira seca ou sapato com solado de borracha). Em serviços de grande porte, chame um profissional qualificado.

Perigo na porta de casa
Portões e cercas energizadas constituem um grande perigo, tanto para quem passa na rua, quanto para os próprios moradores, pois coloca em risco a vida das pessoas.



Salvando vidas
Em caso de acidente doméstico por choque elétrico, a primeira coisa a fazer é desligar o disjuntor ou chave geral. Se isso não for possível, deve-se tentar afastar a pessoa do condutor de energia usando objetos isolantes (como canos de plásticos, pedaços de madeira seca ou sapato com solado de borracha). Veja procedimentos de Primeiros Socorros.
Se for um problema fora da residência, entre em contato com a Celpe pelo 0800 080 01 20 para solicitar o desligamento da rede elétrica e com Corpo de Bombeiros para socorrer a vítima.

Uso de Benjamim ("T")
O benjamim não deve ser utilizado em caráter definitivo, pois pode sobrecarregar o sistema, dando origem a princípios de incêndio e a problemas nas instalações elétricas.


Ligado na tomada
Para ligar um eletrodoméstico na tomada, segure no plug (parte rígida isolante) e nunca no fio. Não tente fazer improvisações, como desencapar os fios e conectá-los diretamente na tomada. Sempre que ligar um eletrodoméstico, não se desligue da segurança.

Troca de lâmpadas
Quando for trocar uma lâmpada à noite, não esqueça de iluminar bem o local com o auxílio de velas ou lanternas. Durante a troca, segure a lâmpada pelo bulbo (parte de vidro) e nunca pelo soquete (parte metálica).
Piso molhado
Água equação tem solução: não estar descalço quando + eletricidade = choque. Essa perigosa for utilizar algum eletrodoméstico, principalmente com o chão úmido ou molhado. Usando calçados, você se protege e evita problemas de segurança.
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Secar roupa atrás da geladeira
Não faça da pressa uma inimiga da segurança. Não use a parte de trás da geladeira para secar roupas. Desta maneira, você sobrecarrega o aparelho, aumenta o consumo de energia e ainda corre o risco de levar um choque.
Passar Roupa Descalço
A maneira mais segura de passar roupa é usando calçados, pois a umidade da roupa pode favorecer a ocorrência de choque elétrico. Com uma simples sandália no pé, você isola a ação da corrente elétrica e evita acidentes.

Mandamentos de Segurança
1. Faça o aterramento dos eletrodomésticos, quando necessário.
2. Não use benjamim ("T") em caráter definitivo.
3. Não substitua fusível por papel laminado ou moeda.
4. Não coloque roupas para secar atrás da geladeira.
5. Não faça reparos nas instalações elétricas com a chave geral ligada.
6. Não use fios emendados, velhos ou danificados.
7. Não use eletrodomésticos estando descalço, principalmente se o chão estiver molhado.
8. Não ligar ou desligar um eletrodoméstico na tomada, segure o plug (parte rígida    isolante e nunca puxe pelo fio.
9. Não introduza objetos de metal em eletrodomésticos.. Não introduza objetos de metal em eletrodomésticos.
10. Não troque lâmpadas pegando na parte metálica

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

RELATÓRIO DA CPI DOS CONVÊNIOS RESPONSABILIZA SEBASTIÃO DIAS PELA PERDA DE RECURSOS E PEDE A CASSAÇÃO DO SEU MANDATO.

Edmundo, Val e RibeiroO município de Tabira perdeu milhões de reais em convênios que seriam destinados a diversas obras na cidade, uma delas, seria a construção de um estádio municipal que é um sonho antigo dos desportistas locais. A perda desses recursos foi motivo de muita polêmica e a partir daí criou-se a CPI dos Convênios na Câmara Municipal dos Vereadores para uma investigação mais detalhada e atribuir responsabilidades a quem de direito.
A Comissão Especial Parlamentar foi formada pelos vereadores Edmundo Barros, Sebastião Ribeiro e Val do bar. Depois dessa comissão formada, os parlamentares passaram a acompanhar e fiscalizar a execução de todos os convênios celebrados pelo município em execução, findos ou em processo de habilitação.
Aconteceram seis reuniões para que a comissão pudesse analisar cuidadosamente a documentação dos convênios solicitada junto aos setores responsáveis.
A comissão da CPI diz na conclusão do relatório que a perda dos recursos referentes à construção do campo de futebol e dos demais contratos de repasse se deu pelo simples fato da gestão não ter enviado um ofício no prazo de 30 dias antes do período final de vigência do convênio solicitando a prorrogação do prazo, ou seja, por conta de um simples ofício Tabira perdeu seu estádio de futebol.
A omissão do Prefeito Sebastião Dias em não cuidar dos prazos dos convênios é uma conduta persistente, segundo o relatório, pois, durante o ano de 2013, o prefeito deixou aspirar a vigência de sete convênios celebrados com a Caixa Econômica Federal “prejudicando a prestação de contas de valores superiores a dois milhões de reais destinados ao lazer e infraestrutura do município”.
Sobre os contratos de pavimentações, a comissão da CPI recomenda que o prefeito proceda imediatamente com a reprogramação com a redução de metas e preste contas, ou se assim não entender, conclua as obras com recursos próprios tendo em vista que todas estão próximas de serem concluídas.
A CPI dos Convênios entende que “os atos omissivos de não cuidar dos convênios, de não pedir prorrogação dos prazos de vigência, de não fazer reprogramação e de não prestar contas” é de responsabilidade de Sebastião Dias. “O prefeito de Tabira foi omisso e assim sendo, infringiu a lei orgânica e cometeu infração política administrativa sujeito a julgamento pela Câmara dos Vereadores e cuja sanção é a cassação do seu mandato”, diz o relatório.
O próximo passo da comissão da CPI é submeter o relatório ao plenário da Câmara Municipal e caso seja aprovado pelos parlamentares, será aberto o processo de cassação do mandato do prefeito Sebastião Dias pela prática de infração político administrativa; elaborar e encaminhar denúncias por crime de responsabilidade para o Ministério Público Estadual e Federal e solicitar tomadas de contas especial em todos os convênios.

domingo, 21 de setembro de 2014

O QUE É ACESSIBILIDADE - PRODUZIDO POR NENA GONZALEZ E SHEYLA MATTOS


“Acessibilidade são as condições e possibilidades de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de edificações públicas, privadas e particulares, seus espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, proporcionando a maior independência possível e dando ao cidadão deficiente ou àqueles com dificuldade de locomoção, o direito de ir e vir a todos os lugares que necessitar, seja no trabalho, estudo ou lazer, o que ajudará e levará à reinserção na sociedade”.

Este ainda é um grande desafio, uma constante maratona. E além das barreiras físicas presentes existem outras psicossociais que são inerentes às questões da pessoa com deficiência e que necessitam ser removidas: o preconceito, a ignorância e o medo.
A pessoa com deficiência física por lesão medular apresenta perdas ou reduções em sua estrutura física, portanto sua personalidade, seu modo de agir e pensar permanecem os mesmos. Trata-se, portanto, de alguém que se encontra numa situação de grande dependência, sendo o uso da cadeira de rodas referencial fundamental para o seu relacionamento com o meio, com o mundo. É preciso vê-la como participativa, integrada ao meio social, fortalecendo sua adaptação e aptidões e, entender que o que está errado são as edificações,os transportes etc., estes sim são os deficientes.
Combater toda e qualquer forma de preconceito e discriminação é nossa obrigação como cidadão. Essa luta deve ser travada diariamente, em casa, no meio social e no trabalho. A nossa participação nesse processo é fundamental – respeitando as diferenças na construção do direito a cidadania, mas principalmente como atuantes e não meros expectadores.
Depende de nós assegurarmos o direito à igualdade, ao respeito ao próximo, não por imposição, mas por uma consciência de responsabilidade social, por sentirmos que o significado da fraternidade nos eleva enquanto seres humanos, pois somos responsáveis pela qualidade de vida de nossos semelhantes.
Conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade”.
Os Direitos Humanos se aplicam a todos os indivíduos independentemente de sexo, raça, língua, religião ou deficiências, e estão acima de qualquer diferença e condição social. Incluem os direitos civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e de desenvolvimento, sendo definidos em muitos documentos internacionais.
Os direitos civis fundamentais, como o de ir e vir, não existem para a realidade das pessoas com deficiência física. E o que dizer do acesso à justiça, tão necessária se pensarmos que até hoje ela não olhou para a questão. Os direitos sociais, ainda sendo construídos em nosso país, por certo, mas totalmente inexistentes: acesso à saúde, educação, acesso ao trabalho e ao lazer, aspirações legitimas para todo brasileiro, mas da dimensão do sonho para a pessoa com deficiência, só uma minoria os conquista, porque suas necessidades, todas, e não somente as específicas, não foram incorporadas aos direitos de cidadania em nosso país.
Esses direitos básicos, na verdade, que deveriam ser reivindicados diariamente pela sociedade e pelo governo, para todo cidadão, são ainda inalcançáveis para a grande maioria das pessoas brasileiras com deficiência.
Embora a deficiência ainda seja tratada com descaso pela sociedade, já houve grandes avanços. No Brasil, o resultado do CENSO 2000 realizado pelo IBGE mostra que a população brasileira é de 170 milhões de habitantes, dos quais 25 milhões, isto é, 14.5%, são de pessoas com algum tipo de deficiência e sabemos que, 750 mil ( 3%) estão sendo atendidas em programas precariamente subvencionados pelo governo.
Após o Ano Internacional do Deficiente Físico, em 1981, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) reuniu um grupo de pessoas que atuavam na área de atenção a pessoa portadora de deficiência (PPD) e elaboraram a primeira norma técnica. A partir daí houve várias revisões, adequações e outras normas foram criadas.
(Todas as normas técnicas estão disponíveis para compra na sede da ABNT no Rio de Janeiro, Av. Treze de Maio, 28º andar, Centro ou no site: www.abnt.org.br).
É importante conhecer alguns conceitos sobre este tema:
Mobiliário Urbano são todos os objetos , elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados São exemplos de mobiliário urbano, telefones públicos, caixas de correios, bancas de jornal, semáforos e outros.
Equipamentos Urbanos são todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinada a prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados. São exemplos de equipamento urbano: ginásio de esportes, clubes, escolas, praças, parques, auditórios, estacionamentos e outros.
Acessível é o espaço, edificação, mobiliário ou elemento que possa ser alcançado, visitado ou utilizado por qualquer pessoa, inclusive aquelas com deficiência. A palavra accessível é usada tanto para a acessibilidade física, como na comunicação e sinalização.
Barreira Arquitetônica Ambiental é aquela que causa impedimento da acessibilidade, natural ou resultante de implantações arquitetônicas ou urbanísticas.
Ser acessível é a condição que cumpre um ambiente, espaço ou objeto para ser utilizado por todas as pessoas . Esta condição é um direito universal, pois a referencia a todas as pessoas no plural, se associa a uma realidade essencial: a diversidade característica do ser humano.
Desenho universal é aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população. E tem por base a idéia de produtos e espaços que atendam a toda uma gama de capacidades e habilidades.
A funcionalidade dos espaços oferece um maior grau de independência proporcionando conforto para seus usuários. Na verdade, quem possui deficiência são os meios de transporte, comunicação e edificações em geral. É preciso facilitar o “ir e o vir” com menos transtornos, como mais um ato da vida diária. Portanto, o conceito de acessibilidade é requisito fundamental para Inclusão Social.
Legislação e fiscalização
Foi a partir da Constituição de 1988 é que o ordenamento político passou a prever exaustivamente e detalhadamente vários direitos relativos as PPD’s (saúde, educação, trabalho, assistência social, entre outros). Desde então uma ampliação da quantidade de normas de proteção e de afirmação dos direitos destas pessoas. Surgiram Leis ordinárias, decretos, portarias e instruções normativas em âmbitos, municipais, estaduais e federais.
Entre todas, as de maior relevância são:
Constituição Federal – é o principal instrumento jurídico de defesa dos direitos das pessoas portadoras de deficiências, além de garantir a todos o direito à igualdade, à dignidade, à nãodiscriminação e à educação. A Constituição trata de medidas como o direito à inserção no mercado de trabalho, as reservas de vagas em concursos públicos e a previsão de eliminação de barreiras arquitetônicas.
Lei Federal nº 7853 de 24 de outubro de 1989 - Esta Lei estabelece normas gerais para o exercício da cidadania das PPD e define as responsabilidades do Poder Público. Dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social, sobre a Coordenadoria Nacional para a Integração da PPD – CORDE, Institui a tutela jurisdicional de interesses coletivos e difusos dessas pessoas, disciplina a atuação do Ministério Público e define crimes e dá outras providencias.
Lei Federal nº 8.742, de 07 de dezembro de 1993 - Dispõe sobre a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e, nos artigos 20 e 21, estabelece critérios para a concessão do “benefício da prestação continuada que é de um salário mínimo mensal a pessoa com deficiência e ao idoso com 70 anos ou mais e que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção e nem tê-la provida por sua família”.
Lei Federal nº 9.934, de 20 de dezembro de 1994 - Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Mantém a divisão do sistema de ensino em regular e especial, admitindo a possibilidade de substituição daquele, regular, pelo especial.
Decreto Federal nº 3298, de 20 de dezembro de 1999 - Regulamenta a Lei 7.853/89, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da PPD, consolida as normas de proteção, e dá outras providências.
Lei Federal n° 10.098, de 19 de dezembro de 2000 - Estabelece requisitos mínimos de acessibilidade que abrangem desde as vias públicas, parques, espaços livres, estacionamentos, reformas e construção de edificações de uso coletivo e privado, conforme os padrões técnicos testados e aprovados na Norma Brasileira 9050/94 - Acessibilidade de Pessoas Portadoras de Deficiência a edificações, espaço, mobiliário e equipamentos urbanos e outras normas complementares.
Temos também outras importantes Leis que são encontradas nas Constituições Estaduais e nas Leis Orgânicas dos Municípios.
Na questão da acessibilidade, o principal problema é o cumprimento da legislação de que dispomos, na construção do acesso com dignidade. Dignidade que visa o bem-estar de todos e que facilita a vida de quem por algum motivo tem sua mobilidade reduzida.
Contar com o apoio e vigilância da população é imprescindível na manutenção dos resultados, além é claro, da fiscalização por parte dos órgãos públicos, conscientizando a todos da importância de eliminação das barreiras e, principalmente, de seu cumprimento.Diariamente os deficientes tem seus direitos básicos desrespeitados, pelo não cumprimento e a falta de fiscalização dessas leis.
Atentemos para os locais por onde passamos regularmente com a visão de quem tem dificuldades físicas. Com certeza nos depararemos com situações que sob condições normais não percebemos, mas contemplaremos uma forma de vencer esta batalha quotidiana, que não deve ser de alguns, mas de todos enquanto cidadãos.
A cidade e seus espaços devem servir a todos e não somente a uma parcela da população. Esta deve ser o nosso desafio: a trajetória da caminhada do “ir e vir”, mas principalmente do “viver”.
Barreiras Arquitetônicas e Ambientais
Estes obstáculos que a sociedade constrói no espaço urbano, nos edifícios, nos transportes, nos mobiliários e equipamentos impedem e dificultam a livre circulação de pessoas, sobretudo as pessoas que sofrem alguma incapacidade transitória ou permanente.
Vivemos em uma cidade que não está preparada para receber pessoas com qualquer tipo de deficiência, totalmente inacessível.
Dentre alguns exemplos, podemos citar:
No Meio Urbano, cujas responsabilidades são dos Governos: Federal, Estadual e Municipal:
- calçadas, passeios e calçadões com pavimentação esburacada e desnivelada com canteiros e projeção de vegetação na calçada;
- falta de rampas;
- rampas íngremes;
- escadas com degraus variando na largura e altura, piso escorregadio, falto de corrimão e guarda-corpos;
- estacionamentos sem vagas para PPD’s;
- jardins e praças sem proteção em torno dos troncos de árvores;
- equipamentos mal colocados tais como: telefones, bancas de jornal, caixas de correio, cestos para lixo;
- falta de acesso a hospitais, escolas, bancos, supermercados, cinemas, igrejas, clubes etc; meios-fios altos;
- telefones públicos e caixas de correio altas;
- falta de banheiros públicos;
- falta de sinalização de rampas e passarelas;
- falta de sinalização para as PPD’s;
- falta de sinalização para motorista.
Alguns exemplos de falta de acessibilidade (figuras cedidas por Dr. Fabrício Nigro – IBDDCosta Verde):

FONTE:http://www.novoser.org.br/instit_info_acess.htm

OBS.: onde se lê PPD leia-se PCD (pois o artigo escrito acima deve ser antigo, portanto, não me responsabilizo pela expressão das autoras).

Calçadas com vegetaçãoCalçadas com inclinaçãoFalha de rampasEquipamentos mal colocadosRampasSanitáriosLavatóriosCinemasCruzamentos de ruasTelefone públicoÔnibus adaptados - Arquivo ENS urbanoerechim.com.brVaga sinalista - ENS 

domingo, 14 de setembro de 2014

DICINHA DO CALÇAMENTO REINICIA IMPORTANTE TRABALHO SOCIAL NA ÁREA DO ESPORTE COM JOVENS E ADOLESCENTES

Por Heleno Trajano










Ontem dia:13/09/2014, O blog trajandocidadania esteve registrando e acompanhando o reinicio de um importante trabalho social na área do esporte, desenvolvido pelo Amigo e 1º Suplente de vereador Dicinha do Calçamento com jovens e adolescentes da comunidade do sítio Oitis do município de Tabira.
Reinicio, porque este trabalho social já era desenvolvido por Dicinha, há bastante tempo, na sua Chácara no povoado de Campos Novos e Dicinha como é visionário, desportista nato e conhecedor que a prática do esporte é extremamente importante para auxiliar na qualidade de vida da criança e adolescente. Especialistas dizem que, quanto mais cedo à criança cria o hábito pelo esporte, menos propensão ela têm às doenças. 

O esporte traz benefícios físicos e fisiológicos na formação corporal e estimulação do sistema cardiorrespiratório, trás também benefícios emocionais, pois as crianças e os adolescentes poderão testar as suas capacidades motoras, emocionais e benefícios sociais, aprendendo os limites e os comportamentos importantes na convivência social com outras crianças e adultos abrindo porta para a sociabilidade, contribuindo para a educação, para o convívio e desenvolve a aprendizagens que serão úteis para o resto de sua vida, começando a aprender a lidar com o próximo, seja ele o parceiro, o adversário, o professor ou o técnico. Aprender a obedecer regras, a relação causa – consequência: “Se eu treino fico bom, se não treino, estou fora”, “Se não me dedicar não tenho chance de vencer”, etc.

“Aprende-se também, a responsabilidade para com o grupo, não dá para “dormir mais um pouquinho” no dia da competição, deixando os companheiros ‘na mão”. E assim que Dicinha comprou uma propriedade no sítio Oitis, a primeira coisa foi fazer um campinho de futebol e reunir as crianças e jovens da já referida comunidade para praticar o esporte, a famosa “pelada” que acima de tudo traz cidadania e formação para á vida.

Parabéns Amigo Dicinha do Calçamento, não é atoa que você atua há tanto tempo nesta área social e sabemos da sua dedicação como pessoa e como homem público, para com a nossa população, especialmente os mais carentes de ações  sociais.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

SEIS SEÇÕES DE VOTAÇÃO MUDAM DE LOCAL EM TABIRA


Por Heleno Trajano

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As seções de votação localizadas no prédio sede da Prefeitura Municipal de Tabira serão todas transferidas, em definitivo, para a Escola Municipal José Odano de Goés Pires, na Rua José Cordeiro da Silva, s/n. O motivo da mudança deve-se a falta de espaço na Prefeitura para receber o quantitativo de eleitores, bem como oferecer distância de uma seção para outra.
Os eleitores das seções transferidas da 50ª Zona Eleitoral, deverão ficar atentos para as eleições previstas para outubro próximo. Mudaram de local as seções 22, 27, 32, 55, 58 e 64.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PREFEITO SEBASTIÃO DIAS AGRADECE A TODOS QUE PARTICIPARAM E PRESTIGIARAM O DESFILE EM COMEMORAÇÃO AO DIA 7 DE SETEMBRO.

Por Heleno Trajano


Escolas, Guardas Municipais, Desbravadores, marcaram presença neste sábado, desfilando nas principais Avenidas e Ruas da Cidade de Tabira, em comemoração ao dia 7 de Setembro, data esta (06 de Setembro), onde realizamos a culminância do Projeto vivenciado nas escolas, com o tema DIFERENÇA? QUE DIFERENÇAS É ESSA?

No enceramento na Praça Pedro Pires, o Prefeito Sebastião Dias agradeceu a Secretaria de Educação do Município Aracelis Batista Amaral pela brilhante realização deste desfile.

“Agradeço a cada escola, aos professores e alunos, parabéns pela participação, demonstraram que realmente Tabira tem seu potencial educacional, mesmo com as diferenças podemos construir uma sociedade mais justa é mais fraterna, cada mensagem estampada nestas faixas e cartazes, demonstra o desejo de mudança, respeito aos deficientes, é uma atitude de amor ao próximo”. Relatou Sebastião Dias.

Redação, imagens e fotografias – Jornalista Vanderlei Silva Miron.