quarta-feira, 26 de agosto de 2015

SEMANA ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA


Hoje a ADET - Associação dos Deficientes de Tabira, esteve na Praça Gonçalo Gomes, na comemoração de mais um dia da Semana Estadual da Pessoa com Deficiência, este ano temos como tema: Transversalidade: O Caminho Para Políticas Públicas Inclusivas.

A realização da Semana estadual da Pessoa Com Deficiência, realizada pela ADET, tem a parceria do Governo Municipal através das suas Secretarias: de Educação, Saúde e Assistência Social.

Tiveram presentes várias Escolas Municipais Com seus alunos:

ANDRÉA PIRES (Diretora) Paula Amaral.
DONA TOINHA (Diretora) Janina Alves
PROFESSOR JOSÉ ODANO (Diretora) Cristiane Aline

Ainda tivemos a presença de outras Autoridades:

Maria José Almeida (Diretora do Hospital Municipal e sua Equipe)

Juliana (Coordenadora Municipal da Educação Especial) e Sua Equipe de Professores cuidadores e Alunos.

Maria do Céu e Juliana (Diretora e Coordenadora da Escola Antonio Nogueira Barros)

Jadilma (Coordenadora Pedagógica das Escolas do Campo)

Jaciara Ramos e Maria Aparecida Souza (Representantes da Secretaria Municipal de Educação.

Aracelis Batista Amaral (Secretária Municipal de Educação)

Joselito Rodrigues dos Santos (Presidente do NAOC - Núcleo Assistencial Orlando Celso)

O nosso agradecimento em especial ao Secretario Municipal de Saúde, Dr. Allan Dias, pela parceria Com a Equipe da Saúde e por ter cedido o Carro de Som para o nosso Evento.

Obs: O Presidente da ADET, Luiz Antonio da Silva (Nem), não esteve presente aos Eventos da Semana, devido ter viajado para São Paulo para resolver assuntos particulares (doença de familiares).



































Matéria: Antonio Brito.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

A LUTA CONTINUA.



Damien Hazard, coordenador da Vida Brasil e diretor executivo da ABONG


Não tem muitos anos que as pessoas com deficiência tornaram-se visíveis para a sociedade e passaram a transitar nas ruas das cidades e em espaços e edifícios de uso público, a usar os meios de transporte ou ainda a ser vistas na mídia. Na realidade, estas pessoas passaram a integrar a sociedade há cerca de três décadas.

Os anos 1980 foram instituídos como Década Internacional das Pessoas com Deficiência pelas Nações Unidas e levaram à criação de organizações de pessoas com deficiência em todo o mundo, inclusive no Brasil. Foi o caso, por exemplo, do Centro de Vida Independente (CVI), organização situada do Rio de Janeiro. A primeira do gênero na América Latina, o CVI foi criado em 1980 e participou mais tarde, em 1991, da fundação da AONG.

As primeiras entidades com atuação direcionada a este público foram criadas em todo o País nesta mesma época, em geral, segmentadas por tipo de deficiência. Diferenciaram-se das organizações até então existentes nesta área, criadas tradicionalmente por familiares e amigos/as, e que falavam por estas pessoas. Com o surgimento das organizações “de” pessoas com deficiência, em oposição às organizações “para” pessoas com deficiência, essa população começou a ter voz própria.

Afirmar-se como uma pessoa com deficiência passou a ter uma conotação política. Em vez de objeto de pena, ser uma pessoa com deficiência começou a significar ser um sujeito de direitos. Além das organizações de pessoas cegas, surdas ou com algum tipo de deficiência física, novas entidades surgiram a partir da década de 1990 e, principalmente, nos anos 2000, e com elas novas identidades: pessoas com albinismo, com doenças crônicas renais, com visão monocular ou ainda com Síndrome de Rett ou anemia falciforme, entre outras. Para cada um desses novos movimentos, surgia um novo olhar sobre a sociedade, sobre as necessidades próprias de cada grupo identitário e eram apontadas políticas específicas para cada um deles. O mundo das pessoas com deficiência revelava-se o mundo da diversidade humana.

Enquanto as entidades de pessoas com deficiência surgiam e articulavam-se por tipo de deficiência, outros movimentos, que não eram nem “de” nem “para” pessoas com deficiência, apareceram e contribuíram para aprimorar a problemática dessa parcela tão significativa e plural da população. Estas novas organizações vieram para lembrar que cada pessoa com deficiência não era apenas surda, cega, com deficiência física ou intelectual, mas que também pertencia a outros grupos e apresentava outras características humanas e outros fatores que poderiam contribuir para serem discriminadas, como, por exemplo, por serem negras, indígenas, mulheres ou idosas, categorias da população que apresentam uma maior incidência da deficiência. Organizações feministas e de direitos humanos, notadamente, tiveram esse papel fundamental.

Enquanto o movimento das pessoas com deficiência reivindicava a sua independência, o movimento feminista trouxe para a pauta a dimensão da dependência e deu visibilidade à importância do cuidado e das cuidadoras no que se refere à dor e às lesões, ao envelhecimento e às doenças crônicas. Mesmo reconhecendo a deficiência da sociedade e a necessidade de interferir no seu ambiente físico, o movimento feminista apontou as diferenças existentes entre as diversas pessoas e, sobretudo, a possibilidade de pessoas sem deficiência falarem a respeito do tema, como no caso das cuidadoras.

Organizações de direitos humanos, que surgiram a partir dos anos 1990, também contribuíram de forma muito expressiva para esse debate. É o caso da Associação Vida Brasil, criada em 1996. A entidade foi pioneira quando introduziu a temática da acessibilidade em Salvador (BA) e a apresentou como uma questão de direitos humanos antes mesmo de ela ser contemplada pelas legislações nacional e internacional. A Vida Brasil contribuiu para a criação de uma rede que reuniu todas as organizações, independente do tipo de deficiência, e qualificou as suas lideranças e sua incidência política no debate acerca das políticas urbanas e de desenvolvimento. Estabeleceu pontes e relações com outros movimentos, dentre os quais o movimento negro, o movimento do direito à cidade, o movimento da saúde mental, de crianças e adolescentes, de economia solidária, entre outros.

Dia 03 de dezembro, declarado como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência pela ONU em 1992, é um dia para expressão de todas essas organizações. É um dia para dar visibilidade aos direitos das pessoas com deficiência, no Brasil e no mundo. Nos quatro cantos do planeta, as organizações da área da deficiência estão mobilizadas e manifestam-se. Foi a Vida Brasil que celebrou a data pela primeira vez em Salvador em 1997, quando organizou o primeiro Seminário sobre Acessibilidade. Com o passar dos anos, o Seminário de Acessibilidade e Cidadania de Salvador tornou-se um marco na capital baiana, palco da expressão cidadã e democrática das pessoas com deficiência acerca das políticas urbanas e de desenvolvimento. 16 seminários foram realizados ao longo desses anos.

Neste dia 03 de dezembro, uma sessão especial foi realizada na Câmara Municipal de Salvador para comemorar os 18 anos da organização Vida Brasil. O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência é uma oportunidade para lembrar que a luta continua para todos os movimentos e organizações que militam pelos direitos dessa população. Avanços significativos foram alcançados, a exemplo da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Instituída em 2006 e elaborada com a participação de representantes de movimentos oriundos de todo o mundo, a Convenção foi ratificada em 2008 pelo Brasil. Mas, ainda falta muito neste caminho de construção da cidadania. Para que a Convenção seja de fato efetivada, é preciso que este dia e que esta luta sejam apropriados por todos e todas nós.
FONTE: http://abong.org.br/informes.php?id=8163&it=8177   Acessado em 08/12/2014      postado por: Antônio Brito 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

UMA ÓTIMA REPORTAGEM.

Série “Qual é a diferença?” traz novo olhar sobre a síndrome de Down


Série “Qual é a diferença?” traz novo olhar sobre a síndrome de Down

A série que começou neste domingo (9) quer trazer um novo olhar sobre a síndrome de Down. Desta vez, doutor Drauzio vai contar com a parceria valiosa de um tricampeão mundial de judô. E ele é muito mais do que isso. 
“Quando eu me olho no espelho, eu vejo que sou diferente. Meus olhos são amendoados, A minha mão tem uma linha reta”, fala Breno.
“Sou baixinho. Os meus braços e pernas são um pouco mais curtos”, descreve Breno.
“São características pessoais, né? Eu sempre fui muito magro.
tenho braços finos. Minhas pernas parecem dois cabos de vassoura. Comecei a ficar careca com vinte anos”, diz Drauzio Varella.
“Meu tempo de aprender as coisas sempre foi muito mais lento. Desde pequeno eu aprendi a respeitar o meu ritmo”, conta Breno.
“Já eu queria diminuir meu ritmo de trabalho, mas gosto de ser médico, de escrever, de ensinar e de correr”, conta Drauzio.
“Eu trabalho, namoro uma linda princesa, treino, e viajo muito porque sou tricampeão mundial de judô. E talvez você até já tenha me visto no cinema, porque eu fiz um filme bem legal. Até ganhou prêmio”, conta Breno.
Dr. Drauzio explica que a partir desta semana vai contar muito mais sobre o Breno. Ele vai nos ajudar a entender como é viver com a síndrome de Down. Tudo o que já foi feito em relação a ela e o que ainda falta fazer.
Aos trinta e quatro anos, Breno Viola é um exemplo de produtividade. Da academia, ele vai para o Movimento Down. É uma organização não governamental que tem como meta ver cada vez mais pessoas como Breno andando por aí, independentes e felizes.
“Antigamente você sabe, né? Era tratado como mongoloide e a gente agora não quer ser isso”, explica Breno.
“Muita alegria, muita esperança no caso que tinha tudo para ser triste. Para transformar num verdadeiro drama da família desta garotinha. Ela é Andrea, um bebê que nasceu mongoloide”, narração de matéria da década de 80.
Quando Andrea – e o próprio Breno nasceram, era assim que o mundo via a síndrome de Down.  Só se falava mongolismo e mongoloide. A expectativa de vida não chegava a trinta anos.
“A alternativa era ou internava nessas escolas especiais. Internava mesmo de ficar internado. Ou ele ia de manhã e voltava no fim da tarde e você era dado como nada mais é possível. Meu filho é um filho que não vai ter condições de nada”, diz Lenir Santos, mãe da Andréa.
Os tempos hoje são outros. A internet transborda com vídeos alegres e comoventes de conscientização. Num deles, a jovem modelo americana exibe o filho com orgulho nas redes sociais.
E em outro, o fotógrafo capricha na mágica para fazer seu menino voar.
Mas ainda existem muitos problemas. A começar pelo desconhecimento e pelo medo que surgem a partir da notícia.
“O momento da notícia é uma coisa tão importante que nas diretrizes de cuidado das pessoas com síndrome de Down do Ministério da Saúde, existe um capítulo só com “dar a notícia.”, diz a pediatra Patrícia Tempski.
“Na maioria esmagadora dos casos, a forma como é dada a notícia é muito inadequada”, diz Maria Antônia Goulart, da ONG Movimento Down.
“Quando eu recebi o resultado no consultório do médico, eu realmente fiquei em choque, eu não consegui mais dormir, eu não consegui mais comer e diante de uma gravidez isso é muito preocupante”, lembra Suzana Santos.
Suzana e Michele estão no fim da gravidez. No começo do pré-natal, em exames como estes, elas descobriram que havia uma grande chance de que seus bebês tivessem síndrome de Down.
Já na sexta semana de gestação é possível fazer um exame de sangue que detecta traços do DNA do embrião na circulação da mãe. É um exame muito caro, disponível apenas em clínicas particulares.
Pelo SUS, o normal é que se faça primeiro a chamada translucência nucal, uma ultrassonografia, entre a 11a e a 13a semana. Nesta época, a análise da quantidade de um liquido que fica na nuca e de um ossinho do nariz do feto ajudam a apontar as probabilidades de uma alteração genética.
Para se ter certeza do diagnóstico, só mesmo com a análise do número de cromossomos, o material genético presente nas células do feto. Esse material pode ser retirado por uma punção na placenta, a partir da décima semana. Ou mais tarde, entre a 15a e 18a semana, com a pulsão do líquido amniótico de dentro do útero da mãe.
“O que a gente sabe é que a grande maioria das pessoas que faz o diagnostico pre-natal durante a gravidez, quando faz uma intervenção mais específica de determinar de fato e ter a certeza de que esse bebe tem sim, síndrome de Down, este casal na grande maioria das vezes, a gente sabe que opta por intervenção de acabar com a gestação, infelizmente.”, explica o médico Zan Mustacchi.
Drauzio: A lei brasileira permite?
Zan: De jeito nenhum, isso é completamente proibido. Isso é tratado como crime no Brasil.
Michelle Svoboda queria muito ser mãe. E o sonho dela esteve por um fio. O primeiro diagnóstico apontava para três síndromes possíveis.
“A única que era compatível com a vida era síndrome de Down. As outras duas eu poderia até interromper a gravidez, porque não eram compatíveis com a vida, né? Então quando eu peguei o resultado e era síndrome de Down, foi uma felicidade pra nós, entendeu? A gente ia ter o bebê, a gente ia ter o nosso bebê”, se emociona Michele.
“Eu comecei a ler, a procurar, a saber, entendeu? Eu fui ficando mais tranquilo e falando “eu vou dar conta, eu vou dar conta”, recorda Marcos de Castro, marido de Suzana.
“Falei, não, agora vamos ter que respirar fundo, eu vou ter que ficar bem pra ela ficar bem também”, conta Suzana.
Em alguns casos, a notícia só vem depois do parto. Foi assim com a Miriam Roia e o João.
Breno: Quando a Luna nasceu, na hora de receber a notícia que ela tinha síndrome de Down, qual foi a reação da mãe e do pai?
Myriam: Uma geneticista pegou a Luna, acho que avaliou do lado de fora mesmo do meu quarto e imediatamente voltou e olhou pra mim e falou: Bom, sua filha tem síndrome de Down, você tem alguma dúvida? Eu não tive nem tempo para levar um choque.
Maria Antônia, do Movimento Down: A gente sabe que a forma como nesse momento, a família recebe essa informação, pode ou colocar essa família em depressão e estagnar ou ser uma forma como essa família possa se mobilizar pra entender mais e saber que seu filho é capaz e pode se desenvolver.
Miriam: Eu passei um dia sem entender o que estava acontecendo, eu não queria ver ninguém, um medo, um pavor do que viria.
Neste momento, é comum a futura mãe entrar em negação, se perguntar “por que comigo?” E se culpar por algo que seria impossível ela conseguir evitar. Talvez a pergunta devesse ser “por que não comigo?” A síndrome de Down é um acaso da genética.
Na fecundação, os genes do homem e da mulher se fundem para criar uma nova vida. O normal é que cada célula formada a partir desta união tenha 46 cromossomos, 23 da mãe e 23 do pai. Na síndrome de Down, acontece um acidente durante essa multiplicação de células. Em vez de 46 cromossomos, surgem 47. Três cópias do cromossomo 21, em vez de duas.
A probabilidade de isso acontecer aumenta conforme a idade da mãe. Aos 25 anos, é de uma em mil gestações. Aos 40 anos, de uma em cem. Se a mulher tem mais de 45 anos, a chance de ter um bebê com Down sobe pra uma em cada dez gestações.
“Dizem as mães, né, as mães que tem crianças com Síndrome de Down, que a gente entra no luto pra depois ir à luta”, diz Suzana.
“Eu comecei a procurar ajuda em outras mães, grupos de mães que têm crianças com síndrome de Down, procurei ver ONGs que acompanham crianças especiais. Eu fui procurar um aconchego, um conforto. Assim que eu saí com mais tranquilidade, mais força”, conta Suzana.
A cada ano, pelo menos oito mil novas mães brasileiras vivem os sentimentos de Suzana e Michele.  O diagnóstico ainda na gravidez é fundamental para proteger a saúde do bebê.
“De 48 a 50 por cento das crianças com Down nascem com problemas do coração. Entretanto a metade delas é que têm sim indicação cirúrgica”, diz o médico Zan.
Tanto a filhinha da Michele em Porto Alegre, a Maria Flor, quanto a Mariana, a bebezinha da Suzana no Rio de Janeiro têm cardiopatias que precisam ser investigadas imediatamente depois do parto.
Entre as características mais frequentes da Síndrome de Down estão os olhos amendoados, uma hipotonia acentuada, que é a diminuição do tônus muscular e um atraso no desenvolvimento intelectual, que varia muito de criança pra criança.
“Cada um é um, e cada um tem uma possibilidade grande. É só a gente acreditar”, diz a mãe de Breno.
“A maior preocupação de uma mãe é como vai ser a aceitação de uma criança especial na sociedade”, conclui Suzana.
As pessoas incentivam Suzana e preveem um futuro feliz para sua filha.
“A sua filha vai morar sozinha como nós. Como nós juntos”, falam Marcelo e Raquel.
“Ela vai trabalhar e vai ganhar o seu próprio dinheiro!”, prevê Juliana.
“A sua filha vai chegar aos 52 e trabalhando!”, aposta Liane.
“Será que ela vai conseguir casar?”, pergunta Suzana
“Se ela quiser casar, aí é com ela!!!”, diz Arthur.
“Eu e o meu esposo acabamos com preconceitos!”, diz Raquel.
“Tem ali uma coisa que não saiu como planejado, mas isso não impede que seu filho vá se desenvolver e ser uma pessoa feliz, autônoma e independente”, explica Maria Antônia, do Movimento Down.
“Confesso que jamais jamais jamais jamais pensei que o Breno chegaria tão longe, eu digo pra ele, ele sabe. Ele surpreendeu a todos nós e continua surpreendendo”, conta a mãe de Breno.
A expectativa de vida para quem tem síndrome de Down hoje passa dos sessenta anos! A nova série do Fantástico vai acompanhar personagens de todas as idades para mostrar: Que tipo de cuidados são essenciais nos primeiros anos de vida de um bebê com Down? O que deve ser feito para que a inclusão nas escolas funcione como deve? Como estimular a autonomia e a independência nos jovens? Vamos falar também de desejo e sexualidade. E do futuro -  já existe um projeto para garantir que eles possam morar sozinhos.
“Sozinha ou casada, eu quero que ela seja feliz.
Fonte: G1
Postado por: Antônio Brito 

domingo, 9 de agosto de 2015

CLAUDINHA E O CASADAPTADA NO PROGRAMA VIVER EFICIENTE.

FONTE:http://www.casadaptada.com.br/2015/08/claudinha-e-o-casadaptada-no-programa-viver-eficiente/

Fala aí, galera!
Depois do sucesso, que foi, a entrevista da primeira Miss Cadeirante do Brasil aos  sites Casadaptada e De papo com Claudinha acabou nascendo uma parceria entre o Programa de TV Viver Eficiente e os nossos sites.
O programa é voltado à inclusão da pessoa com deficiência e leva ao público conhecimento e entretenimento. O programa é apresentado pela Caroline Marques, primeira Miss Cadeirante do Brasil, em tempo real pelo site da emissora: TV CIDADE NA NET (http://www.tvcidadenet.com.br/)
Então não percam nesse domingo, às 14 horas, a entrevista com o conhecido comediante Geraldo Magela. Ele tem deficiência visual e teve sua carreira consagrada a partir do show “Ceguinho é a Mãe”, no programa “Jô Soares Onze Meia”, ainda no SBT.
Viver Eficiente - Casadaptada
E sabe quem também será lembrada domingo, no programa? Eu (Claudinha), autora dos blogs Papo com Claudinha e colaboradora do Casadaptada !!! Aposto que vocês estão pensando que é piada do ceguinho, né?! Mas, por incrível que pareça, não é!!!

MISS CADEIRANTE - CASADAPTADAConfira a entrevista com a Carolina Marques 


Bjs e até domingo!

postado por: Antônio Brito

sábado, 8 de agosto de 2015

Brasil tem maior delegação do Parapan 2015.

País será representado por 272 atletas em 15 modalidades. Equipe brasileira tem 462 pessoas. Disputas começam nesta sexta-feira em Toronto, no Canadá.
Foto: Reprodução / www.toronto2015.org/brazil
Foto: Reprodução / www.toronto2015.org/brazil
Começa nesta sexta-feira, 7, em Toronto, no Canadá, o Parapan 2015. A delegação brasileira, a maior da competição, tem 272 atletas, em 15 modalidades, além das equipes de saúde e administrativa, técnicos, coordenadores, fisioterapeutas, massoterapeutas, psicólogos e outros profissionais, totalizando 462 pessoas.
Neste ano, o Brasil participa das provas de Atletismo, Basquete em Cadeira de Rodas, Bocha, Ciclismo, Futebol de 5, Futebol de 7, Golball, Halterofilismo, Judô, Natação, Rugby em Cadeira de Rodas, Tênis em Cadeira de Rodas, Tênis de Mesa, Tiro com Arco e Voleibol Sentado.
Nossas maiores chances de medalha estão na Natação e no Atletismo. Em Guadalajara-2011, nesses dois esportes, o Brasil ganhou 145 das 197 medalhas conquistadas pela delegação.
Nas fases preliminares, Brasil e Argentina terão quatro confrontos em quatro modalidades diferentes: Goalball, Rugby em Cadeira de Rodas, Futebol de 7 e Futebol de 5). Somos favoritos para a medalha de ouro no Futebol de 5 (para cegos). Em novembro do ano passado, o Brasil foi campeão mundial, no Japão, exatamente contra os argentinos.
Fonte: Blog Vencer Limites

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

IGREJA REALIZA CAMPANHA DE DOAÇÃO DE CADEIRAS DE RODAS.

Danielle Valentim | 3 de Agosto de 2015 12h56 Campanha de comunidade religiosa doa cadeiras desde 2001
Em parceria com a Rede Brasileira de Cooperação ao Desenvolvimento (Unepe), a ajuda humanitária de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, realiza mais uma campanha de doação de cadeiras de rodas na Capital. Além da doação, o projeto também oferece apoio com terapia aos cadeirantes.
Cerca de 100 milhões de pessoas em todo o mundo precisam de cadeira de rodas, mas somente uma em cada 100 tem condição de comprar uma. Para ajudar, a Igreja faz parcerias com organizações comunitárias que dão assistência aos portadores de deficiências.
A Igreja doa cadeiras de rodas desde 2001 e já distribuiu mais de 300 mil cadeiras de rodas em 101 países. Em Campo Grande e região já foram doadas cerca de mil cadeiras de rodas.
As pessoas que necessitam de uma cadeiras de rodas deverão se dirigir a rua Roberto Spengler, 505 - Jardim Monte Líbano no dia 22 de agosto, das 8h às 17hs, onde será feito um cadastro e avaliação com um fisioterapeuta.
As avaliações também podem ser agendadas pelo telefone da Unepe 67 3025-1501.
IGRE
postado por: Antonio Brito

NESTE DIA 19/08 APARTIR DAS 08:00 HS - TEREMOS EXAMES DE VISTA NA JOIÓTICA LUMAN - MELHORES PREÇOS E EXCELENTE ATENDIMENTO, VENHA CONFERIR!


MP PROMETE APOIO À CAMPANHA DE ACESSIBILIDADE DO LIONS ARCOVERDE

Publicado em Sem categoria por  em 6 de agosto de 2015

lionsO Ministério Público prometeu apoio ao projeto de Acessibilidade do  Lions Clube Arcoverde. A promotora  Ericka Garmes Pires Veras, recebeu o presidente do Lions local, o PM reformado Marcelino Carvalho, que desde que foi vítima de acidente e tornou-se cadeirante, encabeçou um belo trabalho de debate sobre o tema.
Palestras de sensibilização sobre o tema tem sido lideradas em igrejas, empresas, escolas,  rádios,  seminários. Já há conquistas alcançadas desde o inicio da campanha, como doações de cadeira de rodas, implantação do PE Conduz, construção pela prefeitura local de mais de 200 rampas de acesso, entre outras.
A luta é por garantia de direitos como transporte público adaptado, acessibilidade nas lojas,  hotéis com elevadores, quartos e banheiros adaptados, restaurantes, lanchonetes e similares com acesso, fiscalização dos estacionamentos destinados a pessoas com deficiência, entre outras que a lei de acessibilidade define.
O Ministério Público, na pessoa da promotora  Ericka, demonstrou interesse e compromisso em se engajar nesta luta. Será marcada uma reunião envolvendo os vários órgãos públicos e privados do município para tratar do assunto no cumprimento da lei.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

SAMSUNG DESENVOLVE APLICATIVO PARA DEFICIENTES FÍSICOS UTILIZAREM SMARTPHONES



Smartphones são aparelhos que se tornam muito simples de usar quando se acostuma com toques e deslises do dedo nas telas, com movimentos rápidos que acabam por serem realizados quase intuitivamente. Mas para pessoas que portam alguma deficiência nos membros superiores, os dispositivos móveis não são tão acessíveis assim.
Por isso, a Samsung está desenvolvendo um aplicativo que pode ajudar essas pessoas a utilizar um smartphone, promovendo assim acessibilidade e inclusão. O DOWELL é ideal para aqueles que já possuem periféricos para deficientes manusearem um computador desktop.
Com o DOWELL instalado, os deficientes serão capazes de controlar o celular com periféricos focados nesses usuários, como mouses de cabeça, trackballs, entre muitos outros dispositivos de acessibilidade. Basta conectar o aparelho através da porta USB e o DOWELL se encarrega de criar uma interface que dá acesso às funções do celular através de botões clicáveis.
Os menus do aplicativo são apresentados em duas seções, uma inferior e outra superior. Na primeira, estão os botões que permitem funções básicas da tela sensível ao toque, como tocar, arrastar e ampliar o conteúdo exibido. A segunda seção abriga as opções do sistema, display, botão para a tela inicial, entre outros recursos do celular.
Com o DOWELL, os deficientes podem interagir com a interface através de uma espécie de cursor de mouse. A vantagem é que aqueles que já possuem dispositivos de auxílio para PC que funcionem com conector USB poderão utilizá-los agora no smartphone, sem a necessidade de comprar novos aparelhos.
A Samsung pretende lançar o aplicativo no final deste ano, e deve oferecer suporte aos dispositivos Galaxy a partir do S3.

Postado por: Antonio Brito
Fonte: Tudocelular