sábado, 20 de outubro de 2018

Vereadora Zirleide denuncia superfaturamentos na Secretaria de Educação de Arcoverde

 Municiada com três relatórios de auditorias da Controladoria Geral da União – CGU, a vereadora da oposição, Zirleide Monteiro (PTB), denunciou na sessão de ontem na Câmara Municipal, uma série de irregularidades praticada pelo governo da prefeita Madalena Britto (PSB) na Secretaria de Educação.
Segundo a vereadora, a lista das irregularidades vão desde superfaturamento na compra de combustíveis, mais de 23 mil reais de despesas realizadas sem comprovação; mais de 170 mil reais em compras de produtos não licitados, alimentos comprados em quantidade inferiores as necessidades dos alunos e compra de alimentos superiores as estipuladas nos cardápios.
Zirleide citou como exemplo a compra de meia tonelada (576 Kg) de alho a mais do que a prevista no cardápio elaborado pelas nutricionistas da própria prefeitura. Para ela, nem mesmo se fosse para combater uma infestação de vampiros precisaria de tanto alho em Arcoverde.
De acordo com a parlamentar, as três auditorias realizadas pela Controladoria Geral da União no âmbito da Secretaria de Educação da prefeitura de Arcoverde referem-se aos anos de 2013, 2014, 2015 e 2016.
“São irregularidades de toda forma! Danos ao erário público de toda ordem e valores. Uma verdadeira bomba que mesmo após os relatórios da CGU a prefeitura tentou responder, respondeu alguns, mas as irregularidades foram constatadas e os danos ao erário, ao dinheiro do povo, ao dinheiro dos seus impostos que deveria estar levando uma alimentação adequada as necessidades dos alunos, infelizmente não estava”, disse a vereadora Zirleide em sua fala na sessão de ontem.
Ainda segundo Zirleide, “tem bronca no transporte dos alunos. Tem comida que dizem que compraram, mas nas escolas não tem a comprovação que chegaram. É uma série de absurdos que, infelizmente, demonstra que a educação é sim prioridade, mas não para os alunos”. Ela concluiu dizendo que nas próximas sessões vai detalhar cada mazela identificada pela CGU do governo Madalena a quem denominou de “governo das falsas propagandas”. 

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