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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Sextou com Entrega abre o Carnaval com seis novos ônibus para a Educação em Tabira

 

A Prefeitura de Tabira realizou, nesta sexta-feira (13), mais uma edição do programa “Sextou com Entrega”, marcando a abertura do Carnaval com a entrega de seis ônibus zero quilômetro para a rede municipal de ensino. A solenidade aconteceu na sede do governo municipal e reuniu o prefeito Flávio Marques, secretários, vereadores, servidores públicos e a população.

Os veículos passam a integrar a frota da Secretaria de Educação e Esportes e irão reforçar o transporte escolar, garantindo mais segurança, conforto e qualidade no deslocamento dos estudantes. Os ônibus foram viabilizados por meio de parceria com o Governo do Estado, resultado da articulação da gestão municipal junto à governadora Raquel Lyra.

Após a entrega simbólica, os ônibus participaram de uma carreata pelas principais ruas da cidade, integrando-se aos demais veículos adquiridos pela atual gestão. Em apenas um ano e um mês de governo, já foram entregues 21 veículos, entre ônibus, micro-ônibus, máquinas, tratores, ambulâncias e automóveis, conquistados com recursos próprios, parcerias, emendas parlamentares e doações de órgãos.

Durante o evento, o prefeito Flávio Marques destacou a importância das conquistas para o município e ressaltou o simbolismo da entrega durante o início das festividades carnavalescas.

“A felicidade de hoje é estarmos abrindo o Carnaval de Tabira com entregas importantes para a cidade. Estamos entregando seis novos ônibus para a rede municipal de educação, totalizando dez veículos em apenas um ano e um mês, para melhorar a qualidade do transporte escolar. Tabira tem avançado muito, já são 21 veículos entregues à população, melhorando os serviços do município. Tudo isso é fruto de parcerias, e quero agradecer à governadora Raquel Lyra por destinar esses veículos para Tabira”, afirmou.

Na ocasião, o gestor também anunciou que o processo de aquisição da Casa de Apoio, na cidade do Recife, já foi concluído. Segundo ele, o projeto será encaminhado à Câmara de Vereadores para aprovação. O recurso necessário para a compra já está disponível em conta, restando apenas a autorização do Legislativo para que o pagamento seja efetuado.

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Mário Viana e Edson Henrique juntos na entrega de sementes do IPA


Na última quinta-feira (12), o presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Miguel Duque, esteve em Afogados da Ingazeira para o lançamento da entrega de sementes do programa Terra Plantar, iniciativa do Governo de Pernambuco.

A ação integra as políticas públicas executadas pela gestão da governadora Raquel Lyra, voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e ao apoio aos produtores rurais em todas as regiões do estado. O programa contempla municípios do Alto Pajeú e marca o início do calendário de distribuição de sementes na região.

As sementes distribuídas incluem culturas como milho e feijão, tradicionalmente cultivadas no Sertão. Para este ciclo, está prevista a entrega de aproximadamente 1.100 toneladas de sementes em diversas regiões de Pernambuco, ampliando o alcance da iniciativa junto aos agricultores familiares.

Disputando espaço local e bicados, estiveram juntos na agenda em Afogados da Ingazeira o assessor de comunicação do governo estadual, Mário Viana, o gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Édson Henrique, que acompanha as ações do Governo do Estado nos municípios do interior, o secretário de Agricultura de Afogados da Ingazeira, Valberto Amaral, a gerente regional do IPA, Tereza Veras, o vereador de Tuparetama, Carlos Roberto, além de presidentes de associações rurais e agricultores do município.

A entrega das sementes deve beneficiar produtores rurais de diferentes municípios do Alto Pajeú, contribuindo para a preparação da próxima safra.

#éoamor

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Coluna Diária: Trajando Direitos - Justiça na Balança: O Direito do Cadeirante ao Cuidado Integral com a Saúde


Você já parou para pensar como um cadeirante sabe o próprio peso? Para a maioria das pessoas, basta subir em um equipamento em qualquer farmácia ou consultório. Para quem usa cadeira de rodas, esse ato simples se torna uma barreira intransponível. No blog Trajando Cidadania, hoje discutimos por que a falta de balanças adaptadas não é apenas um "detalhe logístico", mas uma violação de direitos.

🏥 Por que o peso é uma questão de Direito à Saúde?

O peso corporal não é apenas um número estético; é um dado clínico vital. A falta de balanças acessíveis (aquelas em que a pessoa entra com a própria cadeira e o equipamento desconta o peso do objeto) gera riscos graves:

  • Dosagem de Medicamentos: Antibióticos, anestesias e tratamentos quimioterápicos são calculados com base no peso exato. No "olhômetro", o risco de subdosagem ou toxicidade é real.

  • Acompanhamento Nutricional: Sem pesagem, é impossível monitorar perdas ou ganhos de massa que indicam a evolução de doenças crônicas.

  • Dignidade Humana: Muitas vezes, o cadeirante é pesado "no colo" de um enfermeiro ou familiar, uma situação vexatória que retira a autonomia do indivíduo.

📜 O que diz a Lei? Existe um "vácuo" legislativo?

Ao contrário do que parece, não falta lei, o que falta é especificidade e fiscalização.

  1. Constituição Federal (Art. 196): Garante que a saúde é um direito de todos e dever do Estado. Se o Estado não oferece meios para um diagnóstico preciso (como a pesagem), ele está falhando.

  2. Lei Brasileira de Inclusão - LBI (Lei 13.146/2015): No Artigo 18, a LBI é clara: os serviços de saúde devem garantir o acesso da pessoa com deficiência em igualdade de condições, inclusive com equipamentos adaptados.

  3. Norma Técnica NBR 9050: Estabelece os critérios de acessibilidade para equipamentos, mas muitas clínicas e hospitais ignoram a obrigatoriedade de possuir a balança plataforma.

O problema real: Embora a LBI exija "acessibilidade", não há uma lei federal que diga, por exemplo: "Toda farmácia ou posto de saúde de bairro DEVE ter uma balança para cadeirantes". Isso fica diluído em normas gerais, o que dificulta a punição para quem não oferece o equipamento.

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Dizemos que entender essa luta é Trajar Direitos porque a cidadania precisa vestir todos os corpos.

Quando um cadeirante chega a um hospital e não encontra uma balança onde ele possa se pesar com autonomia, o "traje" da sua dignidade está sendo rasgado. Trajar esse direito significa exigir que a acessibilidade não pare na porta de entrada (com a rampa), mas que ela chegue ao consultório e ao exame médico.

É entender que a saúde de um cadeirante não pode ser baseada em estimativas. Lutar por balanças acessíveis é garantir que o sistema de saúde trate a pessoa com deficiência como um cidadão de corpo inteiro, e não como uma exceção ao padrão.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Coluna Diária: Trajando Direitos - Direito Constitucional: A ADI e o Estado Laico: O Filtro que Garante a Liberdade de Todos

Você já sentiu que uma lei aprovada parecia "errada" por tentar impor uma crença religiosa a todo mundo? No Direito Constitucional, temos uma ferramenta para consertar isso. É a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade).

Imagine que a nossa Constituição é o "molde" perfeito para o país. Se o Congresso cria uma lei que não cabe nesse molde, a ADI é o instrumento que levamos ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir: "Olhem, essa lei está torta, ela precisa ser retirada do sistema".

1. O que é, afinal, o Estado Laico?

Muitas pessoas confundem Estado Laico com um Estado "contra a religião". Não é nada disso.

  • Estado Ateu: Nega e persegue religiões.

  • Estado Teocrático: É governado por uma religião (como o Vaticano ou o Irã).

  • Estado Laico (O nosso Brasil): É um Estado neutro. Ele não tem uma religião oficial, não financia cultos e, justamente por isso, garante que todas as religiões (e quem não tem nenhuma) possam coexistir em paz. É o que permite que você seja livre para crer no que quiser.

2. O Papel da ADI como "Escudo" da Laicidade

O papel da ADI é garantir que nenhum grupo use a lei para transformar sua crença particular em uma regra obrigatória para todos.

Por exemplo: se uma lei municipal tentasse obrigar o ensino de apenas uma religião específica nas escolas públicas, uma ADI poderia ser usada para derrubar essa lei. Por quê? Porque o Estado não pode ter favoritos. O STF, através da ADI, limpa o ordenamento jurídico de qualquer tentativa de "misturar" altar com tribuna parlamentar de forma indevida.

3. Por que a ADI legitima o Estado Laico?

Ela dá "dentes" à Constituição. Sem a ADI, o Estado Laico seria apenas uma frase bonita no papel. Quando o Supremo julga uma ADI e protege a laicidade, ele está dizendo: "Neste país, a lei é para todos, e a fé é de cada um". Isso legitima o Estado porque mostra que o governo não pertence a uma igreja, mas a todos os cidadãos.

🛰️ Por que isso é "Trajar Direitos"?

Dizemos que entender isso é Trajar Direitos porque a laicidade é o "tecido" que protege a sua pele espiritual.

Quando você veste o conhecimento sobre o que é uma ADI e como ela protege o Estado Laico, você deixa de ser um espectador e passa a entender que a sua liberdade de crença (ou de não crença) só existe porque existe um mecanismo jurídico impedindo que uma religião domine o poder político.

Trajar esse direito é vestir a liberdade. É saber que você tem o direito de não ser incomodado pelo Estado em suas convicções mais íntimas, e que o STF tem a ferramenta (a ADI) para garantir que esse traje nunca seja rasgado pelo autoritarismo religioso.

Falta de juízes: Tabira e Triunfo ficam sem interessados em concurso de remoção

 

Comarcas do Sertão não atraíram magistrados para transferência; TJPE faz manobras para manter atendimento jurídico na região

A dificuldade do Judiciário em fixar magistrados em cidades do interior de Pernambuco ganhou um novo capítulo nesta semana. O Diário da Justiça Eletrônico do TJPE, publicado em 12 de fevereiro de 2026, revelou que os editais de remoção para as comarcas de Tabira e Triunfo terminaram sem nenhum candidato inscrito. Na prática, isso significa que nenhum juiz que já atua no estado manifestou desejo de se transferir para assumir as vagas titulares nessas cidades.

O cenário força a cúpula do Tribunal de Justiça a recorrer a “soluções de remendo”, como as designações cumulativas, onde um único magistrado precisa se desdobrar para atender várias unidades ao mesmo tempo.

O Vazio nas comarcas de 1ª Entrância

O Ato nº 481/2026, assinado pelo presidente do TJPE, desembargador Francisco Bandeira de Mello, oficializou o que o tribunal chama de “Editais sem Concorrência”. Entre os cargos vagos que não despertaram interesse por parte dos juízes no período de 3 a 9 de fevereiro, destacam-se:

  • Tabira (Vara Única): O edital de remoção por merecimento não teve interessados.
  • Triunfo (Vara Única): A comarca também integra a lista de unidades que permanecem sem um titular fixo após o processo de movimentação na carreira.

Além delas, cidades como Alagoinha e Floresta enfrentam o mesmo problema. Quando esses editais ficam desertos, as vagas são automaticamente destinadas à nomeação de novos juízes vindos de concursos públicos, processo que costuma ser mais demorado.

Solução de emergência: o juiz “multitarefa”

Para que a população de Tabira e região não fique sem acesso à Justiça, o TJPE publicou a Portaria nº 473/2026. O documento designa o magistrado João Paulo dos Santos Lima para uma jornada de trabalho intensificada. Atualmente titular em Altinho, o juiz já estava em exercício provisório em Tabira e agora terá que acumular mais uma função:

Acúmulo: Responderá, de forma remota e excepcional, pela Central Especializada de Garantias com sede em Afogados da Ingazeira.

Impacto para o cidadão

A falta de um juiz titular residente na comarca pode impactar o ritmo dos processos e a realização de audiências presenciais. Embora o TJPE utilize ferramentas de julgamento remoto e núcleos 4.0 para agilizar as decisões, a ausência de concorrência para essas vagas no Sertão acende um alerta sobre a necessidade de incentivos para que magistrados se fixem em cidades distantes da Região Metropolitana.

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Sociedade fluminense se despede de Tânia Rodrigues, fundadora da ANDEF e ativista da causa das pessoas com deficiência

Sociedade fluminense se despede de Tânia Rodrigues, fundadora da ANDEF e ativista da causa das Pessoas com Deficiência

Na manhã desta quarta-feira, 11, foi comunicado pela família o falecimento de Tânia Rodrigues, ex-Deputada Estadual pelo RJ e fundadora da ANDEF – Associação Niteroiense de Deficientes Físicos. Tânia era médica por formação e ativista da causa das PcD

Pelas redes sociais, o filho Gustavo Carvalho comunicou o falecimento da mãe.

“É muito triste ter que dizer adeus para alguém que a gente ama tanto. Minha mãe foi uma pessoa espetacular que sempre pautou a sua vida por ajudar na melhoria da qualidade de vida de outras pessoas com deficiência. Para não sofrer preconceitos, em uma época onde a pessoa com deficiência era considerada “incapacitada”, ela simplesmente escolheu ser a melhor no que fazia. Passou para a Universidade Federal Fluminense para cursar e se formar em medicina. Criou a Andef, em 1981, sendo uma das mais renomadas entidades de pessoas com deficiência do Brasil. Foi vereadora, deputada estadual, secretaria de acessibilidade e fez de Niterói uma das cidades mais acessíveis do Brasil. Ela se dedicou a vida inteira para construção, evolução e transformação do movimento de luta das pessoas com deficiência, com diversas leis que beneficiam milhões de pessoas. Lei do Cão-Guia, Lei de reserva de vagas para pessoas com deficiência em universidades, Lei da obrigatoriedade do cinto de segurança… foram incontáveis conquistas. Minha mãe foi também médica das delegações brasileiras nos Jogos Paralímpicos de Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Sydney 2000 e se dedicou a cuidar dos nossos atletas paralímpicos. A gratidão por tudo que ela fez para milhares de pessoas com deficiência é eterna. O amor, a paixão, a fidelidade, a empatia dela moldaram a minha personalidade e de todos ao seu redor”.

Prefeitura de Niterói decretará luto oficial de três dias pelo falecimento de Tânia Regina Pereira Rodrigues, referência histórica na defesa dos direitos das pessoas com deficiência. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (11) pelo prefeito Rodrigo Neves.

Geraldo Nogueira, Superintendente de Políticas Inclusivas do RJ e Diretor PcD – OABRJ, afirmou que “hoje é um dia triste para o movimento de pessoas com deficiência. Faleceu nessa madrugada a Dra. Tânia Rodrigues, fundadora da ANDEF – Associação Niteroiense de Deficientes Físicos. Sua vida foi marcada pela luta, mas também por um legado imenso de dignidade, amor e coragem. Que sua memória siga como luz, exemplo e incentivo para todos nós”.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Niterói lamentou o falecimento da Dra. Tânia Regina Pereira Rodrigues, médica neurologista, subsecretária da Coordenadoria de Acessibilidade da Prefeitura de Niterói, fundadora da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF), além de incansável defensora dos direitos da pessoa com deficiência.

Tânia Rodrigues foi vereadora de Niteróideputada estadual e fundadora da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF), entidade que se tornou uma das maiores organizações do país voltadas à inclusão.

Sua atuação política foi marcada pela defesa permanente da acessibilidade, da cidadania e da participação das pessoas com deficiência na vida social e profissional do Estado do Rio de Janeiro.

Além do trabalho em Niterói, Tânia integrou conselhos e instituições nacionais ligadas à pauta da inclusão e teve papel relevante no fortalecimento do movimento das pessoas com deficiência no estado.

À frente da ANDEF, apoiou projetos que impulsionaram o esporte paralímpico, colaborando com iniciativas que ajudaram no início das atividades do Comitê Paralímpico Brasileiro, abrindo caminho para atletas e paratletas de todo o país.

Autoridades, movimentos sociais e instituições destacaram a importância de sua trajetória para a construção de políticas públicas inclusivas. O decreto de luto oficial reforça o reconhecimento do município à mulher que transformou a realidade de milhares de famílias.

Tânia Rodrigues deixa um legado que ultrapassa gerações e consolida Niterói como referência nacional em direitos das pessoas com deficiência.

Fonte: https://cidadedeniteroi.com/

Fonte https://diariopcd.com.br/sociedade-fluminense-se-despede-de-tania-rodrigues-fundadora-da-andef-e-ativista-da-causa-das-pcd/

Postado Pôr Antônio Brito

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Coluna Diária: Trajando Direitos - Direito Eleitoral: A "Costura" da Democracia nas Eleições de 2026

Se a política é a arte de governar, o Direito Eleitoral é o conjunto de regras que garante que essa arte seja praticada de forma limpa, justa e transparente. Em 2026, voltamos às urnas para escolher de Deputados a Presidente, e o "traje" da cidadania nunca foi tão importante.

1. O que é o Direito Eleitoral?

Ele é o ramo do Direito que regula a soberania popular. Ele organiza desde o alistamento dos eleitores até a diplomação dos eleitos. O seu principal objetivo é garantir a lisura do pleito, ou seja, assegurar que a vontade do povo não seja manipulada por dinheiro, abuso de poder ou mentiras.

2. Candidatura e a "Ficha Limpa"

Para alguém se candidatar, o Direito Eleitoral exige o cumprimento de condições de elegibilidade (como a idade mínima e a filiação a um partido). Mas o filtro mais famoso é a Lei da Ficha Limpa.

  • Ela impede que pessoas com condenações por órgãos colegiados (mais de um juiz) ocupem cargos públicos por um período determinado. É o Direito garantindo que quem deseja cuidar do patrimônio público tenha um histórico de integridade.

3. O Desafio de 2026: Desinformação e Inteligência Artificial

Este ano, o Direito Eleitoral enfrenta um de seus maiores desafios: o uso de IA e Deepfakes nas campanhas.

  • A regra é clara: O uso de conteúdos manipulados para enganar o eleitor sobre a fala ou ação de um candidato pode levar à cassação do registro e até à inelegibilidade. O Direito agora atua como um "alfaiate digital", tentando separar o que é debate político legítimo do que é fraude tecnológica.

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Votar não é apenas apertar botões; é assinar um contrato de quatro anos com quem vai gerir os impostos e as leis do país. "Trajar" esse direito significa entender que o seu voto tem o mesmo peso que o de qualquer outra pessoa. Conhecer as regras eleitorais permite que você fiscalize os candidatos e denuncie abusos, como a compra de votos ou o uso indevido da máquina pública.

O Direito Eleitoral é a garantia de que a democracia não é um evento, mas um processo contínuo. Ao respeitarmos as leis eleitorais, garantimos que o resultado das urnas seja o reflexo fiel da vontade popular. Em 2026, use o seu direito como a sua ferramenta de mudança mais poderosa.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

João Veras permanece como diretor clínico do Hospital Municipal, confirma Flávio Marques

 

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, anunciou nesta terça-feira (10), durante participação no programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM 97,7, que o Dr. João Veras continuará como diretor clínico do Hospital Municipal Dr. Luiz José da Silva Neto.

“João é como um irmão. Conversei com ele para que permanecesse no cargo. Houve algumas divulgações, mas ainda no domingo liguei para ele e disse que não aceitava sua saída de forma alguma. João é um médico que a gente precisa, em quem todos confiam e gostam. Sei que ele tem novos projetos e precisa de tempo, mas, se precisar, estarei aqui para ajudá-lo. Resumindo: João não saiu. Ele continua sendo nosso diretor clínico do Hospital”, afirmou.

O prefeito também desmentiu informações divulgadas por um blog nesta terça-feira, que afirmavam que Dr. João teria deixado o cargo devido a um suposto descumprimento de acordo com a empresa Project Eventos para a realização do Carnaval 2026 em Tabira.

Segundo Flávio, a notícia é falsa: “O que acontece é que algumas pessoas tentam dividir e, de forma leviana, inventam histórias dizendo que João saiu do governo por causa de estrutura de evento. João nunca nos procurou pedindo para montar nada. Ele permanece como diretor clínico e continua realizando pequenas cirurgias no bloco cirúrgico todas as sextas-feiras, como de costume”.

A permanência de Dr. João Veras põe fim a uma sequência de rumores sobre sua saída, confirmando que ele seguirá à frente da direção clínica do Hospital Municipal Dr. Luiz José da Silva Neto, garantindo continuidade nos serviços de saúde da unidade.

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Patrimônio Público e concursos lideram queixas dos pernambucanos no MPPE

 

Balanço da Ouvidoria revela mais de 2,4 mil manifestações em janeiro; denúncias sobre atividade policial e violência contra a mulher aparecem no topo da lista.

PRIMEIRA MÃO

A Ouvidoria do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) divulgou o raio-x das demandas sociais no primeiro mês de 2026. Segundo o relatório estatístico assinado pela ouvidora Maria Lizandra Lira de Carvalho, o órgão recebeu 2.416 manifestações em janeiro. O dado reflete uma sociedade vigilante: quase 99% desses contatos foram denúncias formais, as chamadas “notícias de fato”.

O combate à corrupção e a busca por transparência seguem como as maiores preocupações da população. A área de Patrimônio Público foi a mais demandada, concentrando 26,7% de todas as queixas recebidas pelo órgão.

Os temas mais denunciados

No detalhamento por assunto, irregularidades em concursos públicos disparam na liderança, representando 10% do volume total. Confira os principais temas levados ao Ministério Público:

  • Concursos Públicos: 242 queixas.

  • Atividade Policial: 73 denúncias sobre o controle externo da polícia.

  • Enriquecimento Ilícito: 71 relatos de uso indevido de bens públicos.

  • Poluição Sonora: 69 reclamações.

  • Saúde: 55 manifestações sobre dificuldades com consultas e exames.

O relatório também acende um alerta para a questão social: foram registradas 74 denúncias de violência contra a mulher e 53 casos de abandono ou maus-tratos contra idosos em apenas 31 dias.

Perfil do denunciante e canais de acesso

O cidadão pernambucano tem buscado o anonimato ou o sigilo em boa parte dos casos. Apenas 47,6% dos manifestantes optaram pela identificação aberta. O restante dividiu-se entre denúncias anônimas (32,3%) e pedidos de sigilo (19,9%).

A Ouvidoria também manteve um ritmo forte de atendimento direto:

  • Presencial: 323 cidadãos foram atendidos na sede do órgão.

  • Remoto: 332 atendimentos realizados via WhatsApp ou telefone.

  • Informação: O Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) processou 232 demandas e emitiu 82 certidões.

Comparativo histórico

Embora o número de janeiro de 2026 (2.416) seja ligeiramente inferior ao recorde de 2025 (2.668), ele consolida uma tendência de alta na participação popular quando comparado aos anos de 2022 e 2023, reforçando a confiança da população nos canais de fiscalização do Estado.

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Verão traz risco elevado de afogamento para crianças autistas

 Estudos indicam que crianças autistas possuem um risco significativamente maior de afogamento, especialmente no verão. Especialistas recomendam supervisão constante e estratégias de prevenção em ambientes aquáticos.

Verão traz risco elevado de afogamento para crianças autistas

Especialmente durante o período de verão, quando aumenta a frequência em praias, piscinas e outros ambientes aquáticos, aumenta também os riscos de afogamento de crianças e em especial as do transtorno do espectro autista (TEA).

De acordo com dados de pesquisas dos Estados Unidos, crianças com TEA podem ter risco até 160 vezes maior de afogamento. Entre os fatores associados estão dificuldades na percepção de perigo, padrões de comportamento como o deslocamento inesperado e a atração por água.

Especialistas defendem que ações preventivas, como supervisão constante e educação aquática adaptada, podem reduzir ocorrências e ampliar a segurança durante atividades recreativas comuns no período de altas temperaturas.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=410e09ac-030d-4947-8942-d4a686d01310

Postado Pôr Antônio Brito

Prefeitura de Solidão inicia processo de revisão e vistoria da frota do transporte escolar

 

Ação envolve 16 veículos e tem como objetivo garantir segurança e conforto aos estudantes no retorno às aulas

A Prefeitura de Solidão, por meio das Secretarias Municipais de Educação e Transporte, iniciou o processo de revisão e vistoria da frota do transporte escolar do município, como parte do planejamento para o início do ano letivo.

Ao todo, 16 ônibus escolares passam por manutenção preventiva e seguem para vistoria junto ao Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN). A previsão é que os veículos estejam vistoriados e devidamente regularizados até a sexta-feira, 13 de fevereiro.

O trabalho busca assegurar que, no dia 19 de fevereiro, data prevista para o retorno das aulas, a frota esteja apta a atender os estudantes com mais segurança, conforto e responsabilidade, atendendo às normas exigidas pelos órgãos competentes.

Nill Junior – Informação com credibilidade

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Fundação Terra segue com inscrições para atividades extracurriculares


A Fundação Terra está com inscrições abertas e gratuitas para as atividades extracurriculares da Pax Christi Schola, na unidade da Malhada e da Sede, reafirmando seu compromisso com a Educação como um dos pilares centrais de transformação social. O prazo para inscrição segue até quinta-feira, 12 de fevereiro.

Reconhecida por promover o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, a instituição oferece uma variedade de atividades que ampliam o aprendizado para além da sala de aula, estimulando habilidades cognitivas, esportivas, culturais e tecnológicas.

Entre as opções disponíveis estão aulas de tênis, judô, jiu-jitsu, futebol, futsal, robótica, inglês, música e cursos de informática, incluindo modalidades de informática básica/lúdica, Excel Avançado, manutenção de microcomputadores e CorelDRAW.

As atividades são organizadas em turmas conforme a faixa etária, com oportunidades para crianças a partir dos 5 anos de idade, contribuindo para o desenvolvimento educacional, social e emocional dos participantes.

Para a Fundação Terra, investir em educação é construir caminhos de dignidade e oportunidades, fortalecendo o presente e preparando novas gerações para o futuro.

As inscrições podem ser feitas na Secretaria da Pax Christi Schola. Para obter mais informações ou esclarecer dúvidas, os interessados podem entrar em contato pelo telefone ou WhatsApp: (87) 98133-7285.

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