Será apresentado próxima segunda-feira 26/10/2026.
PROJETO DE LEI No _/2026 o Dia Municipal da Mulher com Deficiência -
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Dona Rogéria Moreira da Silva só conseguiu chegar à seção eleitoral com ajuda de dois profissionais de imprensa; caso expõe barreiras que podem impedir pessoas com deficiência e mobilidade reduzida de exercer seus direitos
Uma mulher de 96 anos que utiliza cadeira de rodas enfrentou três horas de espera para conseguir votar no segundo turno das Eleições 2026, neste domingo (25), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.
Dona Rogéria Moreira da Silva precisava chegar a uma seção eleitoral instalada no primeiro andar de uma escola sem condições adequadas de acessibilidade. A situação só foi resolvida com a ajuda de dois profissionais de imprensa que acompanhavam o caso.
A ocorrência foi noticiada pelo g1 Ribeirão Preto e Franca. Segundo o relato, a eleitora foi auxiliada pelo repórter Eudis Filho, da CBN Ribeirão, e pelo repórter cinematográfico Jefferson Severiano Neves, da EPTV, que a carregaram na cadeira até a sala de votação.
A situação levanta uma questão que vai além de um episódio isolado: como garantir o direito ao voto quando o próprio local escolhido para a votação impõe barreiras físicas ao eleitor?
Dona Rogéria passou a utilizar cadeira de rodas depois de sofrer uma fratura no fêmur e realizar uma cirurgia ortopédica em julho deste ano. A recuperação foi comprometida e ela passou a enfrentar dificuldades para se locomover.
No primeiro turno, a idosa já havia enfrentado dificuldades para votar na Escola Otoniel Mota, na região central de Ribeirão Preto. Na ocasião, recebeu ajuda de policiais e de outro eleitor para chegar à seção.
A filha, Regiane Aparecida Vieira da Silva, relatou que tentou buscar uma alternativa para que a mãe votasse em uma seção acessível no segundo turno. Segundo ela, não conseguiu viabilizar a mudança antes da eleição.
No domingo, a família voltou a procurar ajuda. De acordo com a família houve tentativas de contato com serviços de emergência, mas não foi possível obter o apoio necessário para levar a eleitora ao primeiro andar. A família também afirmou ter recebido a orientação de que deveria providenciar o acesso por conta própria.
Depois de três horas de espera, a ajuda dos profissionais de imprensa permitiu que Dona Rogéria chegasse à seção eleitoral e registrasse seu voto.
No Brasil, o voto é facultativo para pessoas com mais de 70 anos. Aos 96, Dona Rogéria não era obrigada a comparecer às urnas, mas decidiu exercer esse direito.
“Eu faço questão. Eu estou com 96 anos, poderia nem pensar nisso, mas eu gosto. Eu estou viva”, afirmou a eleitora.
O episódio evidencia que a possibilidade legal de votar não garante, por si só, condições reais de participação. Para uma pessoa com mobilidade reduzida, escadas, ausência de rampas e falta de apoio podem transformar uma atividade que deveria ser simples em uma situação de desgaste físico e dependência de terceiros.
As regras eleitorais preveem medidas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Entre elas estão a adequação dos locais de votação, a prioridade no atendimento e a possibilidade de solicitar transferência para uma seção que atenda melhor às necessidades do eleitor, respeitados os prazos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.
A Justiça Eleitoral também prevê a atuação de responsáveis pela acessibilidade nos locais de votação, com a função de orientar e atender eleitores que necessitem de apoio.
No caso de Dona Rogéria, a dificuldade de acesso ao primeiro andar e a falta de uma solução disponível no momento da votação levantam questionamentos sobre a preparação do local e os procedimentos adotados para atender uma eleitora que utiliza cadeira de rodas.
A apuração do caso deve esclarecer quais condições de acessibilidade estavam previstas para a escola, se a situação havia sido comunicada previamente à Justiça Eleitoral e quais alternativas poderiam ter sido oferecidas à família.

Para muitas pessoas com deficiência, enfrentar barreiras arquitetônicas faz parte da rotina. Calçadas irregulares, prédios sem elevadores, rampas inadequadas e transporte inacessível podem limitar o acesso à saúde, à educação, ao trabalho, ao lazer e à participação social.
Em períodos eleitorais, essas dificuldades ganham visibilidade porque o acesso às urnas se torna uma questão pública. Mas a acessibilidade não pode depender da presença de jornalistas, da disponibilidade de voluntários ou da boa vontade de quem está por perto.
O caso de Dona Rogéria mostra a diferença entre ter o direito de votar e conseguir chegar à urna com segurança e autonomia. Aos 96 anos, ela fez questão de participar da eleição. Para isso, porém, precisou esperar três horas e depender da ajuda de profissionais que não tinham a responsabilidade institucional de garantir o acesso ao local.
O direito ao voto precisa ser acompanhado de condições acessíveis para exercê-lo. A participação política das pessoas com deficiência não pode depender de improvisos — e a acessibilidade não deve ser lembrada apenas quando a ausência dela se transforma em notícia.
Crédito: G1 – Ribeirão Preto – CBN Ribeirão Preto
Postado Pôr Antonio Brito

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), após derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. Aos 80 anos, o petista conquistou seu quarto mandato presidencial em uma virada inédita na história das eleições brasileiras desde a redemocratização: pela primeira vez, o candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar conseguiu vencer a disputa decisiva.
Com 99,77% das urnas apuradas, Lula recebeu 64.078.503 votos, equivalentes a 51,76% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro alcançou 59.728.246 votos, correspondentes a 48,24%. A diferença chegou a 4.350.257 votos, segundo a atualização da apuração eleitoral das 21h15, quando o resultado já estava matematicamente definido.
A vitória representa mais um marco na trajetória política do presidente, que se torna o primeiro brasileiro a vencer quatro eleições presidenciais pelo voto direto. Lula já havia sido eleito em 2002, reeleito em 2006 e retornado ao Palácio do Planalto após derrotar Jair Bolsonaro em 2022.
O resultado deste domingo também marca a segunda eleição presidencial consecutiva em que Lula derrota um integrante da família Bolsonaro. Em 2022, o petista venceu Jair Bolsonaro com 50,90% dos votos válidos, contra 49,10% do então presidente.
A virada de 2026 ocorreu depois de Flávio Bolsonaro terminar o primeiro turno à frente do presidente. Na votação de 4 de outubro, o senador recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos em favor do candidato do PL.
Com a disputa levada ao segundo turno, as duas campanhas reorganizaram suas estratégias para conquistar eleitores que haviam escolhido outros candidatos, além daqueles que não compareceram às urnas na primeira votação.
Lula intensificou as agendas de rua, ampliou a mobilização digital e reforçou a defesa dos programas sociais de seu governo. A campanha também passou a enfatizar as diferenças políticas em relação ao adversário e ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Flávio, por sua vez, concentrou parte de sua campanha nas críticas à administração federal, na defesa de mudanças na condução do país e na mobilização de eleitores identificados com o bolsonarismo. O senador recebeu o apoio de governadores, parlamentares e lideranças de partidos de direita.
A reta final foi marcada por manifestações políticas em diferentes regiões do Brasil. No sábado (24), véspera da votação, Lula participou de atos em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo. Flávio Bolsonaro realizou compromissos de campanha em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.
Os candidatos também se enfrentaram em debates realizados pela Band e pela TV Globo. Os encontros tiveram discussões sobre economia, segurança pública, programas sociais e infraestrutura, além de acusações pessoais e divergências sobre o funcionamento das instituições.
As últimas pesquisas eleitorais indicavam empate técnico. Os levantamentos Datafolha e Quaest divulgados no sábado (24) apontavam Flávio com 51% dos votos válidos e Lula com 49%, diferença dentro das respectivas margens de erro.
A apuração deste domingo começou com uma disputa equilibrada. Durante a totalização dos votos, os candidatos chegaram a alternar posições, até que Lula assumiu a liderança e passou a ampliar sua vantagem.
Às 20h38, com 62,03% das urnas apuradas, o presidente aparecia com 50,57% dos votos válidos, contra 49,43% de Flávio Bolsonaro. A diferença era de 879.152 votos.
Onze minutos depois, com 75,24% das urnas totalizadas, Lula já somava 47.483.965 votos, contra 45.458.525 do adversário, ampliando a vantagem para mais de dois milhões de votos.
A confirmação matemática da vitória veio antes da conclusão da apuração, encerrando uma eleição marcada pela polarização e pela proximidade entre os candidatos.
O domingo eleitoral também foi marcado por controvérsias envolvendo o transporte público em diferentes municípios. As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro apresentaram pedidos de prorrogação do horário de votação à Justiça Eleitoral, alegando dificuldades enfrentadas por eleitores para chegar às seções.
Em decisão excepcional, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a ampliação do horário de votação, posteriormente limitada às seções que ainda permaneciam abertas às 17h.
Trajetória política
Nascido em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, Lula iniciou sua trajetória política no movimento sindical do ABC paulista, durante a ditadura militar. Metalúrgico, tornou-se uma das principais lideranças sindicais do país e participou da fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980.
Disputou a Presidência pela primeira vez em 1989, quando foi derrotado por Fernando Collor. Voltou a concorrer em 1994 e 1998, perdendo as duas eleições para Fernando Henrique Cardoso.
Sua primeira vitória ocorreu em 2002, quando derrotou José Serra. Quatro anos depois, foi reeleito ao vencer Geraldo Alckmin, então candidato do PSDB e hoje seu vice-presidente.
Depois de deixar o governo em 2010, Lula enfrentou investigações e processos relacionados à Operação Lava Jato. Foi preso em 2018 e permaneceu 580 dias na prisão, até ser libertado em novembro de 2019. Suas condenações foram posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal.
Em 2022, retornou à Presidência após derrotar Jair Bolsonaro. Agora, em 2026, conquista o quarto mandato e amplia sua presença na história política brasileira.
A posse para o novo período está marcada para 5 de janeiro de 2027, conforme a mudança constitucional que alterou a data de início dos mandatos presidenciais. Geraldo Alckmin (PSB) também foi reeleito vice-presidente.
Lula iniciará o próximo mandato diante de desafios econômicos, pressões sobre as contas públicas, negociações com o Congresso Nacional e da necessidade de administrar um país que encerra mais uma eleição presidencial com expressiva divisão política.
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Os primeiros resultados do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no exterior, divulgados neste domingo (25), mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em países como Austrália, Nova Zelândia, China, Coreia do Sul e Singapura. O candidato do PL, por sua vez, registra ampla vantagem no Japão e também aparece à frente em outras localidades asiáticas.
Os números foram obtidos a partir dos boletins de urna disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como a votação já terminou em parte da Ásia e da Oceania, devido à diferença de fuso horário, os resultados dessas seções começaram a ser conhecidos ainda durante a madrugada no Brasil.
Na Nova Zelândia, Lula recebeu 418 votos, o equivalente a 80,54% dos votos válidos, contra 101 votos (19,46%) de Flávio Bolsonaro. Na Austrália, o petista também ficou à frente, com 6.017 votos, enquanto o adversário somou 3.465.
Na Coreia do Sul, Lula alcançou 148 votos (64,35%), contra 82 (35,65%) de Flávio. Em Singapura, o presidente recebeu 213 votos, diante de 121 do candidato do PL.
O Japão apresenta o cenário oposto. Flávio Bolsonaro conquistou 28.538 votos (80,08%) nos boletins inicialmente contabilizados, enquanto Lula recebeu 7.098 (19,92%). O candidato do PL também ficou à frente nas Filipinas, com 39 votos contra 27, e na Tailândia, com 60 contra 56.
Na Malásia, a diferença foi pequena: Flávio recebeu 44 votos, enquanto Lula obteve 41, segundo um dos levantamentos dos boletins eleitorais.
Os dados também mostram diferenças importantes no tamanho do eleitorado de cada país. A votação japonesa, por exemplo, tem peso muito maior na soma dos votos do exterior do que os resultados registrados em países com poucas dezenas ou centenas de eleitores.
Ao todo, 918.876 brasileiros estão aptos a votar fora do país, distribuídos por 186 cidades de 134 países, segundo o TSE. A votação no exterior é organizada pela Justiça Eleitoral brasileira, com a participação do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e do Ministério das Relações Exteriores.
Os resultados conhecidos até o momento são parciais e não representam a totalização oficial da eleição. A divulgação consolidada pelo TSE está prevista para depois das 17h, horário de Brasília, quando termina a votação em território nacional.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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23 de outubro de 2026

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.
Por ordem de possibilidades, vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.
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Flávio Marques, de Tabira, encabeça a chapa, que terá Gilson Bento, de Brejinho, como vice-presidente, e Gilberto Ribeiro, de Flores, como secretário executivo.
A disputa pela presidência do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) já tem uma chapa definida. O prefeito de Tabira, Flávio Marques, será candidato à presidência, tendo como vice-presidente o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, e como secretário executivo o prefeito de Flores, Gilberto Ribeiro (Giba).
A composição chega à disputa com o apoio declarado de 14 prefeitos da região, representando uma ampla articulação política e administrativa em torno do fortalecimento do consórcio e da atuação conjunta dos municípios.
Além dos três integrantes da chapa, já manifestaram apoio os prefeitos Sandrinho Palmeira (Afogados da Ingazeira), Berg Gomes (Carnaíba), Luciano Torres (Ingazeira), Aline Karina (Itapetim), Márcia Conrado (Serra Talhada), Mayco da Farmácia (Solidão), Delson Lustosa (Santa Terezinha), Zé Pretinho (Quixaba), Bebe Água (Betânia), Luciano Bonfim (Triunfo) e Manoel Messias (Custódia).

A partir de 23 de novembro de 2026, as empresas AQUA Pernambuco e VITA Sertão passam a gerenciar a distribuição de água e o tratamento de esgoto em regiões estratégicas do estado.
O setor de saneamento básico e distribuição de água em Pernambuco está prestes a passar por uma de suas maiores transformações. Foi confirmada a nova data para o início da operação da Concessão Parcial dos serviços de água e esgoto no estado: 23 de novembro de 2026. A partir desse dia, duas novas concessionárias privadas, a AQUA Pernambuco e a VITA Sertão, assumirão oficialmente a responsabilidade pelo abastecimento, coleta e tratamento de efluentes em regiões específicas do território pernambucano.
O modelo de concessão parcial foi desenhado para atrair investimentos privados, acelerar a universalização dos serviços e melhorar a infraestrutura de distribuição, que historicamente enfrenta desafios de racionamento e perdas na rede.
A transição marca uma nova etapa na gestão dos recursos hídricos do estado. Enquanto a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) continuará desempenhando papéis estratégicos em áreas públicas e de captação grossa, as novas concessionárias ficarão na linha de frente do atendimento ao cliente e da manutenção urbana das redes.
Elas vão operar distribuição de Água, gestão direta da chegada da água tratada até as residências e comércios; esgotamento Sanitário, com promessa de ampliação da rede de coleta e modernização das estações de tratamento de esgoto e investimentos em Infraestrutura, com previsão de obras de modernização para reduzir vazamentos e melhorar a regularidade do abastecimento.
População com dúvidas e informações de fechamento de pontos de atendimento circulam nas redes
Algumas cidades estão trazendo a repercussão das mudanças ou fechamento de pontos de atendimento. Há informações de fechamentos de postos de atendimento em cidades como Arcoverde, Sertânia, Afogados da Ingazeira e outras no interior. Ainda não há informações sobre como isso será compensado pelas empresas responsáveis, que podem aderir para exclusividade de teleatendimento.
A Compesa tem orientado os usuários a buscarem apenas os meios oficiais de comunicação diretamente no site oficial corporativo (compesa.com.br) e através dos perfis verificados da companhia nas redes sociais.

Nova pesquisa Quaest aponta diferença de 1,2 ponto percentual entre os candidatos nos votos válidos.
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais.
Os números indicam empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, os percentuais publicados eram de 51% para Flávio e 49% para Lula nos votos válidos.
Nas intenções de voto totais, Flávio aparece agora com 45%, enquanto Lula registra 44%. Na pesquisa anterior, os números eram de 46% e 44%, respectivamente.
O levantamento ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevistas presenciais.
Contratada pelo Grupo Globo, a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro BR-08535/2026 no TSE.
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Publicado por Nill Júnior em 20 de outubro de 2026

No meu comentário desta terça-feira (20/10) para o Jornal Itapuama, analiso os mais recentes levantamentos das pesquisas eleitorais, a cinco dias do pleito.
A pesquisa Real Time Big Data mostra Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48% dos votos válidos, o que configura empate técnico. Nos votos totais, Flávio aparece com 48% e Lula com 45%. O levantamento ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais por telefone entre 15 e 19 de outubro.
Destaco que, na reta final da campanha, os dados indicam estabilidade nos percentuais médios, com Flávio liderando por margens pequenas (entre 1,5 e 3 pontos) e uma trajetória recente de crescimento de Lula. Aponto ainda que o debate na TV Globo, na próxima sexta-feira (23), será determinante para a decisão dos eleitores indecisos.
🔊 Ative o áudio do post e confira o comentário completo.

No meu comentário das 12h desta segunda-feira (19), direto de Campina Grande (PB), analiso o debate transmitido pela Band entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro.
Destaco que a avaliação geral é de que o debate teve um nível muito aquém do esperado, fruto da estratégia adotada pelos candidatos:
Além dos embates diretos, apontei que a Band errou ao liberar plateia com claques para os candidatos, reunindo figurantes da “lacração” das redes sociais como Pablo Marçal, Lucas Pavanato, Nikolas Ferreira e André Janones, o que tumultuou o ambiente.
Também avaliei a condução do debate: elogiei a postura firme da mediadora Adriana Araújo, que precisou tomar as rédeas da situação, enquanto critiquei a atuação do mediador Eduardo Oinegue.
Clique no link abaixo e confira o meu comentário completo sobre o debate.

No debate da Band, pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.
O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:
Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.
Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.
Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.

Em uma eleição que será definida nesta semana, para um lado ou para o outro, se consideramos as pesquisas, o embate entre Flávio Bolsonaro e Lula na Band ganha status de grande encontro, decisivo para os poucos indecisos e aqueles que admitem mudar o voto.
Nos últimos dias, a campanha de Lula cresceu se considerarmos as pesquisas, mas Flávio ainda lidera na média dos levantamentos por uma pequena margem, que varia entre 1 e 3 pontos, com empate na maioria deles considerando a margem de erro.
O debate da Band está confirmado para as 20 horas de hoje, em uma transmissão prevista com cerca de duas horas de duração.
Pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.
O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:
Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.
Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.
Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.
O que cada candidato reserva de fator surpresa? Como reagirão às provocações mútuas? Quem demonstrará mais segurança? Mais domínio de país? São respostas que não ajudarão apenas a responder quem ganhou o debate, mas o comando do país nos próximos anos.
1,48%
Um agregador das pesquisas da semana entre Flávio Bolsonaro e Lula mostra o candidato do PL com 50,74% e Lula com 49,26%, vantagem de 1,48% pró Flávio, a uma semana da eleição. Integram esse agregador as pesquisas Ipespe, CND/MDA, PoderData/Aya, Datafolha e Quaest.
Vox dá Lula de novo na frente

Comparação
Em relação à pesquisa realizada dez dias antes, Lula subiu de 44,2% para 46,4%, enquanto Flávio passou de 42,7% para 44,6%. O presidente avançou 2,2 pontos percentuais, ante 1,9 ponto do senador. No mesmo período, os indecisos recuaram de 9,7% para 3,9%, enquanto brancos e nulos passaram de 3,4% para 5%.
Dados da pesquisa
O Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 eleitores em seus domicílios, entre 15 e 17 de outubro. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04332/2026.
Pesquisa que bolsonaristas comemoram

Pesquisas que vêm
Para alimentar sua ansiedade, lá vem mais levantamentos: nesta segunda-feira, 19, estão previstas três pesquisas: PoderData, AtlasIntel e BTG/Nexus. Na terça, 20, serão divulgados os levantamentos do Instituto Veritá e do Real Time Big Data. Na quarta-feira, 21, será a vez de Quaest, Palver e Gerp apresentarem novos números sobre a corrida ao Palácio do Planalto.
Saiu do muro?
O cantor João Gomes quebrou o silêncio e publicou um longo discurso interpretado como um sinal de apoio ao presidente Lula (PT). “Me questionaram: pra que lado eu estava a favor? Eu pensei, me calei, mas agora posso falar”, declarou o artista. Na gravação, João defendeu a educação pública, as cotas, os programas de auxílio, a saúde e a democracia. O cantor também destacou a importância da liberdade de expressão e do direito ao voto.
Repercussão
O pronunciamento ganhou repercussão política e foi associado a um posicionamento favorável a Lula. Apesar disso, João não citou o nome do presidente nem declarou expressamente seu voto na fala apresentada. Ainda assim, Lula comentou o post. “Meu abraço carinhoso. O Brasil é de todos nós”. Veja a fala:
Detonou Lula

O que ela falou
“[A Polícia Federal] vai poder fazer o trabalho dela investigativo e contar com minha absoluta colaboração. Eu não vou poupar ninguém. Pode ser o presidente da República, que a meu ver é um grande mau caráter, é um grande mentiroso, e eu repito, um grande covarde. Não vou poupar filho de presidente, ninguém, porque o que está em questão é a verdade”, disse Roberta.
A reação
Bolsonaristas espalharam o link da entrevista como a pá de cal para enterrar o presidente candidato à reeleição. E lulistas disseram que “a bomba virou traque”, ou que “a montanha pariu um rato”.
Povo no cardápio
O furo da semana: Flávio Bolsonaro esteve com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e com o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet, além do senador Rogério Marinho, horas antes da sabatina na Globo. A emissora emitiu uma nota informando que se trata de uma “visita institucional de rotina”, mas a informação real é de que o candidato foi provocado a se comprometer com a volta das BETS (o grupo Globo tinha a BetMGM) e da escala 6×1.
Cobertura

Frases da semana:“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos é pobreza, e pouco dinheiro na mão de muitos é riqueza”.
De Lula, na sabatina da Globo.
“Eu estou concorrendo à eleição para presidente da República, que é coisa muito séria, e o maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”.
De Flávio Bolsonaro, também na sabatina da Globo.