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terça-feira, 5 de maio de 2026

Rio de Janeiro/RJ: falece a ex-vereadora Luciana Novaes – PCD - aos 43 anos

 Morre aos 43 anos a ex-vereadora Luciana Novaes, referência na luta pelos direitos das pessoas com deficiência e atuação política no Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro/RJ: falece a ex-vereadora Luciana Novaes – PCD - aos 43 anos

A ex-vereadora Luciana Novaes faleceu nesta segunda-feira, dia 27 de abril, aos 43 anos, após a constatação de morte cerebral, segundo informou a nota de pesar divulgada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro/RJ.

Luciana ficou conhecida nacionalmente após ser atingida por uma bala perdida em 2003, quando estava no campus da Universidade Estácio de Sá, na Zona Norte do Rio. A partir do episódio, passou a viver com tetraplegia e enfrentou uma longa trajetória de reabilitação e adaptação, contrariando prognósticos iniciais que apontavam baixíssimas chances de sobrevivência.

Mesmo diante das limitações físicas, ela seguiu ativa na vida pública e acadêmica, formando-se em serviço social e direcionando sua atuação para pautas ligadas à inclusão e aos direitos de pessoas com deficiência. Em 2016, foi eleita vereadora na capital carioca, período em que se destacou pela apresentação e aprovação de projetos legislativos voltados a diferentes áreas sociais.

Luciana retornou à Câmara Municipal em 2023, desta vez como suplente, mantendo atuação política e participação em debates relacionados à acessibilidade e políticas públicas.

Luciana foi madrinha da feira Mobility & Show Rio por duas vezes e uma grande parceira do Sistema Reação.

Que Deus conforme a família neste momento de perda e dor.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=2140d314-12a6-4155-b468-052855660813

Postado Pôr Antônio Brito 

Derrubada ao veto da Dosimetria tem Inconstitucionalidades, diz jurista


O advogado especialista em Direito Constitucional Raul Lacerda da Silva apontou em reportagem da Agência Radioweb três questões que serão alvo de questionamentos do STF e podem derrubar a sana golpista e anististivista do Congresso, com a derrubada do veto presidencial à PEC da Dosimetria.

“Quando um projeto de lei cria uma regra penal visando beneficiar um grupo específico, ela está violando o princípio da igualdade, que é um princípio constitucional. O princípio da igualdade ou da isonomia está previsto no artigo 5º da Constituição e ele diz que todos são iguais perante a lei”.

Um dos artigos do PL que beneficia Jair Bolsonaro é o que estabelece concurso formal para os crimes de atentado ao Estado Democrático de Direito e de Golpe de Estado. “As leis penais e as regras de execução penais são leis gerais, não foram criadas para beneficiar um grupo específico. Não há essa previsão legal. A pena, o concurso material, todo o sistema de execução dessas penas já foram definidos pelo STF. Não cabe ao Legislativo hoje querer alterar essa forma, o que pode gerar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade”.

Por fim, um veto não pode ser derrubado de forma fatiada como quis Alcolumbre na sua manobra. Ou se derruba o veto por inteiro, ou mantém se o veto. O presidente do Senado quis separar os crimes hediondos, para não fazer todos terem o direito, como feminicidas, chefes do tráfico e outros criminosos. “Assim é uma nova lei dentro do veto. Também não pode, é inconstitucional”.

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Bets e Tigrinho endividam famílias com influência e apoio de famosos

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina, nesta segunda-feira (4/5), a medida provisória do novo Desenrola Brasil. O ato está marcado para 10h, no Palácio do Planalto. O programa de renegociação de dívidas conta com o uso de até 20% do FGTS. Os descontos no valor da dívida ficarão entre 30% e 90%, e os juros de, no máximo, 1,99%.

Em pronunciamento oficial, transmitido em cadeia de rádio e televisão na véspera do Dia do Trabalhador, Lula disse que o programa permitirá a renegociação de diferentes tipos de dívidas, incluindo cartão de crédito, cheque especial, crédito rotativo, empréstimos pessoais e débitos com o Fies.

Outra novidade é que quem aderir à iniciativa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. “O que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet”, afirmou Lula.

No comentário desta segunda-feira (04), para o Jornal Itapuama, acendo um alerta importante: o crescimento das apostas online – impulsionado por famosos – tem levado famílias ao endividamento e a uma realidade preocupante. O que parece entretenimento rápido tem se transformado em dor de cabeça financeira, afetando principalmente quem mais precisa de proteção e informação.

Vale o debate: até onde vai a responsabilidade de quem promove esse tipo de conteúdo? E quem protege o cidadão comum? Ouça:

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Fredson Britto cumpre agenda na CONAB

 

O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, esteve nesta segunda-feira (04/05) em Recife, na sede regional da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), cumprindo agenda voltada ao fortalecimento da agricultura familiar do município.

Durante o encontro, Fredson se reuniu com o superintendente Antônio Elizaldo, onde tratou de pautas dos agricultores egipcienses, como o abastecimento de milho e a liberação de recursos para as associações rurais.

Um dos pontos destacados pelo prefeito foi o funcionamento do galpão da CONAB, que em breve estará operando para apoiar diretamente o homem e a mulher do campo, garantindo o acesso ao milho com preço mais acessível — cerca de 30% mais barato para o agricultor familiar.

Fredson ressaltou a importância da articulação.

“Estamos trabalhando para garantir apoio direto ao agricultor, com insumos mais baratos e recursos chegando às associações. Isso é fortalecer quem produz e movimenta a nossa economia.”

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Um viva a Edson Moura!

 

Aos 83 anos, um dos médicos mais importantes de nossa geração, Edson Moura, esteve no Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú,  depois de anunciar em suas redes sociais que praticamente parou de clinicar.

Moura afirmou que pretende contar memórias de sua atuação na Medicina em sua rede social. Ele tem 58 anos de serviço, já havia parado de operar e agora, de clinicar na Casa de Saúde que tem o nome do irmão, José Evóide de Moura.

Na Rádio Pajeú,  disse querer escrever quatro livros. Com uma rouquidão,  fruto de um problema nas cordas vocais,  não deixou de contar histórias de sua vida,  a partir da luta do pai, Severino Rodrigues de Moura, para formar os filhos pobres, a partir dele. Deu certo,  e o agricultor, nascido no início do século XX em Vertentes e trabalhador de engenho em Cortês, conseguiu formar os filhos.

Natural de Cortês, filho de um trabalhador de engenho e menino pobre, conseguiu concluir os estudos no Recife. Chegou a Tabira quando os recursos na região eram poucos, como no exemplo que dava de quem tinha suspeita de diabetes. “Mandava fazer xixi num local e depois observar se juntava formiga”.

Moura foi ainda prefeito de Tabira e Deputado Estadual representando a região. É de uma geração imediatamente posterior a nomes como Hermes Canto. Teve contemporâneos como o também ex-prefeito e ex-deputado Orisvaldo Inácio.

Como legado, construiu em Afogados da Ingazeira a Casa de Saúde José Evóide de Moura. À exceção do surfista Paulo Moura, todos os filhos seguiram carreira na Medicina.

Na Rádio Pajeú,  foi homenageado pelo poeta Diomedes Mariano.


Doutor Édson em conversa disse assim,

Eu irei encerra minha carreira,

Como o craque pendura uma chuteira,

Minha vida de médico chega ao fim,

Fiz de tudo mas dei tudo de mim,

Abracei com amor minha missão,

Otoscópio e Jaleco agora irão,

Ser lembrados por mim só com saudade,

AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, 

BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.


Foram anos de muito sacrifício,

Na tarefa que a vida me impôs,

O sucesso do médico do depois,

Contrastou com o Édson do início,

Cuidar bem das pessoas, foi meu vício,

Tratar bem o meu povo, obrigação,

O diploma de médico em minha mão,

O honrei com maior dignidade,

AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, 

BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.


Vim de um berço onde o povo era usineiro,

Trabalhar num sertão sofrido e quente,

O clamor deste povo tão carente,

Aprendi a ouvir o tempo inteiro,

Quem chegou com dinheiro, sem dinheiro,

Foi difícil de mim, ouvir um não,

Recebi de quem teve condição,

Dispensei quando vi necessidade,

AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, 

BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.


Em Tabira eu cheguei, lembro do dia,

Na mais nova missão que eu abraçava,

O gemido do povo eu escutava,

Do silêncio do quarto em que eu vivia,

Eu ainda não tinha economia,

Pra se quer alugar nem um galpão,

Já morei no hospital por precisão,

Ao invés de uma casa na cidade,

AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, 

BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.


Como clínico enfrentei no dia a dia,

Utis, consultórios, salas, quartos,

Com ajuda de Deus, fiz muitos partos,

Celebrei cada vida que nascia,

Internet que é bom, não existia,

Se houvesse uma dúvida, em meu plantão,

Recorria ao saber e a informação,

Das lições que aprendi na faculdade,

AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, 

BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.


Dos meus filhos, só Paulo trouxe a sina,

De seguir por um rumo diferente,

Ao tornar-se surfista competente,

O destaque da terra nordestina,

O que eu não fizer mais na medicina,

Os meus filhos por mim sei que farão,

Júnior, Sérgio, Michele e Caio irão,

Aos trabalhos dar continuidade,

AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, 

BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.


Construí por aqui todo um legado,

Persegui o sucesso e consegui,

Pelos grandes momentos que vivi,

Só me resta dizer muito obrigado,

Fui prefeito, depois fui deputado,

Me tornei escritor por vocação,

Como agora cheguei à conclusão,

Que não posso fazer minha vontade,

AOS OITENTA E TRÊS ANOS DE IDADE, 

BOTO UM PONTO FINAL NA PROFISSÃO.


Diomedes Mariano. 18/04/2026

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Eleições 2026: mais de 175 mil PCD votam em seções sem acessibilidade

 Mais de 175 mil pessoas com deficiência votam em locais sem acessibilidade no Brasil. Eleitores podem transferir seção até 6 de maio para locais adaptados.

Eleições 2026: mais de 175 mil PCD votam em seções sem acessibilidade

Dados oficiais dizem que mais de 175 mil eleitores com deficiência e dificuldade de locomoção estão registrados em seções sem acessibilidade, ou seja, em locais de votação sem a estrutura adequada às suas necessidades, como pisos regulares e acessos térreos ou por rampas. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2024.

A Justiça Eleitoral permite que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida transfiram o título de eleitor para uma das 185 mil seções acessíveis do País. Neste ano, o prazo para tomar essa providência vai até o dia 6 de maio.

Segundo um levantamento feito, os piores estados em acessibilidade nas zonas eleitorais são Mato Grosso, Alagoas e Roraima.

A matéria completa, inclusive com o passo a passo para troca de seção eleitoral para uma seção com acessibilidade, está no portal TERRA. Acesse pelo link:

Saiba mais no link:

 
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=35966cd9-9507-4ed3-869d-e50195d18692
 
Postado Pôr Antônio Brito 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Acesso à cultura ainda exclui milhões de pessoas com deficiência no Brasil

Acesso à cultura ainda exclui milhões de pessoas com deficiência no Brasil

Especialistas e famílias apontam barreiras persistentes e destacam iniciativas inclusivas como caminhos possíveis

Apesar de avanços em políticas públicas e no debate sobre inclusão, o acesso à cultura ainda está longe de ser universal no Brasil. Para milhões de pessoas com deficiência, frequentar espaços culturais, assistir a espetáculos ou participar de atividades artísticas segue sendo um desafio marcado por barreiras estruturais e, principalmente, comunicacionais.

Dados preliminares do Censo Demográfico de 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostram que o país tem 14,4 milhões de pessoas com deficiência, o que representa 7,3% da população com dois anos ou mais. O levantamento também identificou, pela primeira vez, 2,4 milhões de pessoas com autismo, ampliando a compreensão sobre a diversidade de públicos que demandam acessibilidade.

Na prática, no entanto, a inclusão cultural ainda não acompanha esses números. Vivian Maria Pereira Hartung Toppam é mãe de dois jovens surdos, Victor Orlando Poli, de 21 anos, e Vagner Matheus Poli, de 20. Ela relata as dificuldades enfrentadas no dia a dia. “As principais dificuldades que enfrento são a falta de acessibilidade em Libras e a pouca divulgação de eventos que realmente estejam preparados para receber pessoas surdas. Muitas vezes até existem atividades culturais, mas não há intérprete de Libras, legendas ou recursos visuais adequados. Além disso, o custo e a distância também podem dificultar a participação, principalmente quando precisamos nos deslocar para outras cidades em busca de eventos acessíveis.”

Segundo ela, o problema não está apenas na ausência de recursos, mas na forma como a inclusão é pensada. “Na minha experiência, ainda não estão totalmente preparados. Houve avanços, mas ainda falta muito. Falta acessibilidade comunicacional, formação dos profissionais para lidar com pessoas com deficiência e uma maior conscientização sobre inclusão. No caso das pessoas surdas, é fundamental ter intérprete de Libras, materiais visuais e atendimento sensível às nossas necessidades. A inclusão precisa ser pensada desde o planejamento do evento, e não apenas como algo complementar.”

Para o músico e educador Welton Nadai, responsável pelo Instituto Lumiarte, a cultura precisa avançar para além do discurso. “A gente entende que a arte precisa ser para todos. Ainda há uma distância entre o que se fala sobre inclusão e o que de fato é oferecido nos espaços culturais. É preciso pensar acessibilidade como parte essencial da criação artística.”

Nesse cenário, iniciativas específicas têm buscado preencher lacunas. Um exemplo é o Acessart, desenvolvido pelo Instituto Lumiarte, que propõe experiências artísticas adaptadas, como espetáculos com Libras, audiodescrição e exposições táteis. Para Nadai, ações como essa demonstram que a inclusão é viável quando incorporada desde a concepção dos projetos.

A importância dessas iniciativas é reforçada por quem vivencia a exclusão. “Eu avalio como extremamente importante. Iniciativas como essa promovem inclusão, dão visibilidade às pessoas com deficiência e garantem o direito de participar da vida cultural da sociedade. Para famílias como a minha, essas ações representam oportunidades reais de aprendizado, socialização e valorização da identidade das pessoas surdas. Também ajudam a sensibilizar a sociedade sobre a importância da acessibilidade”, afirma Vivian.

O impacto também se reflete no desenvolvimento das crianças. “Projetos acessíveis impactam de forma muito positiva a vida e o desenvolvimento cultural dos meus filhos. Eles se sentem incluídos, valorizados e capazes de participar como qualquer outra criança. Além disso, essas experiências ampliam o conhecimento, estimulam a criatividade, fortalecem a autoestima e contribuem para o desenvolvimento da linguagem e da identidade cultural surda. Quando há acessibilidade, meus filhos não apenas assistem, mas realmente compreendem, se envolvem e aprendem.”

CONHEÇA O ACESSART

O Acessart é um projeto pioneiro voltado para a inclusão cultural, desenvolvido com o objetivo de levar a arte às pessoas com deficiência, criando e adaptando produções artísticas que garantam acessibilidade. A proposta central do Acessart é democratizar a experiência artística, fazendo com que todos possam acessar e desfrutar das mais diversas manifestações culturais, independentemente de suas limitações físicas, visuais, auditivas ou motoras.

Saiba mais sobre o projeto: https://www.institutolumiarte.org/acessart

Fonte https://diariopcd.com.br/acesso-a-cultura-ainda-exclui-milhoes-de-pessoas-com-deficiencia-no-brasil/

Postado Pôr Antônio Brito 

Coluna Diária: Trajando Direitos - Além do Print: O Blockchain como o "Novo DNA" das Provas Judiciais

 


Entenda como a tecnologia das criptomoedas está sendo usada para impedir que provas digitais sejam adulteradas e por que o seu print de tela pode não valer nada no tribunal se não tiver um "selo de autenticidade" digital.

Você já pensou em como é fácil editar uma imagem ou criar um perfil falso para forjar uma conversa? No Direito moderno, a maior dor de cabeça dos juízes é a integridade da prova. No Trajando Cidadania de hoje, vamos descobrir como a "corrente de blocos" está blindando a verdade.

1. A Fragilidade do Print Screen

Muitas pessoas acham que tirar um print de uma ofensa no Instagram ou de uma promessa no WhatsApp é prova suficiente. Juridicamente, o print é apenas uma "imagem" que pode ser facilmente contestada. Ele não carrega os metadados (as impressões digitais do arquivo), o que o torna uma prova frágil.

2. Blockchain: O Cartório Digital Imutável

O Blockchain funciona como um livro de registros onde, uma vez que algo é escrito, ninguém consegue apagar ou modificar.

  • Como funciona na Justiça? Existem plataformas onde você registra o link da ofensa ou o arquivo do vídeo. O sistema gera um código matemático único (Hash) e registra o horário exato (Timestamp) no Blockchain.

  • O Resultado: O juiz tem 100% de certeza de que aquele conteúdo existia exatamente daquela forma naquele momento. É a prova de que o arquivo não foi "photoshopado".

3. A Cadeia de Custódia: O Caminho da Prova

No Direito Penal, a "cadeia de custódia" é o rastro da prova desde o crime até o julgamento. Se um policial mexe no celular de um suspeito sem o protocolo correto, a prova é anulada. O Blockchain automatiza essa confiança, criando um rastro digital auditável que impede que qualquer pessoa — seja o acusado, a vítima ou o próprio Estado — altere as evidências.

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Dizemos que entender a tecnologia nas provas é Trajar Direitos porque a justiça depende da verdade, e a verdade hoje é feita de bits e bytes.

Trajar esse direito é saber que, na era da pós-verdade e das deepfakes, você precisa de ferramentas seguras para se defender ou acusar. Cidadania digital é entender que o Direito precisa evoluir junto com a tecnologia para que a tela do computador não se torne um território de impunidade. Vestir essa consciência é garantir que a sua voz no mundo virtual tenha o peso e a validade de um documento oficial, protegendo a sua honra contra as manipulações da rede.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Aplicativo criado por startup para crianças autistas é usado em 179 países

 Aplicativo criado por startup para crianças autistas é usado em 179 países

Startup apoiada pelo Centelha cria aplicativo para crianças autistas que é usado em 179 países. Com práticas pedagógicas mais individualizadas, o app foi criado a partir da vivência de um pai e soma mais de 185 mil downloads globais

Uma experiência familiar foi o ponto de partida para a criação da Jade Autism, startup brasileira que foi apoiada pela primeira edição do Programa Centelha, iniciativa que estimula a criação de empreendimentos inovadores no país por meio de capacitação, recursos financeiros e suporte técnico. Atualmente, a Jade Autism (com Jade App, Jade Edu, Jade Academy e Jade Astea) já soma mais de 185 mil downloads e está disponível em quatro idiomas, sendo eles português, espanhol, inglês e árabe. No Brasil, é utilizado por mais de 5 mil estudantes e cerca de 1.500 educadores, em instituições públicas e privadas.

A empresa nasceu após o diagnóstico de autismo do filho do CEO e fundador, Ronaldo Lima Cohin Ribeiro, e hoje impacta educadores e famílias em 179 países. A proposta é apoiar o desenvolvimento cognitivo de crianças com autismo e outras neurodiversidades (como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Discalculia, Deficiência Intelectual, Síndrome de Down e Altas Habilidades e Superdotação) por meio de um aplicativo que utiliza jogos. “Percebi que muitas decisões eram baseadas apenas em observações subjetivas, o que tornava o processo mais difícil e demorado. O objetivo era criar uma tecnologia que ajudasse a compreender melhor o desenvolvimento das crianças e apoiar intervenções mais assertivas”, explica Ronaldo.

De acordo com o CEO, o principal impacto da solução da startup está na análise de dados, que resulta na melhora da qualidade das decisões pedagógicas, e no fortalecimento do papel das famílias, que passam a acompanhar mais de perto o progresso das crianças. “Os dados gerados durante os jogos são transformados em relatórios que ajudam educadores e profissionais a ajustarem estratégias pedagógicas de forma mais individualizada. Isso traz mais segurança no acompanhamento do desenvolvimento das crianças”, destaca Ronaldo.

Do protótipo à escala global

A trajetória da Jade Autism ganhou impulso a partir da participação no Centelha, em 2021, programa que estimula a criação de empreendimentos inovadores no Brasil e está agora em sua terceira edição. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a CERTI.

Segundo o fundador, o Centelha foi fundamental no desenvolvimento da startup. “Até então, a Jade era principalmente uma ideia, um protótipo conceitual. O programa trouxe estrutura, metodologia e recursos para que pudéssemos transformar essa visão em algo concreto”, afirma.

Com o apoio recebido, a Jade Autism desenvolveu suas primeiras versões e iniciou parcerias com escolas e redes municipais de ensino, o que possibilitou validar a solução em escala. O reconhecimento em eventos e premiações internacionais também contribuiu para a expansão da empresa para novos mercados.

Ideia que gera impacto na educação e nas famílias

A empresa acumula conquistas importantes no ecossistema de inovação, como recebimento de investimento internacional. Além disso, integrou a lista “100 Startups to Watch” e venceu competições relevantes, como o Web Summit Rio. Em 2024, também foi destaque em premiações internacionais e em programas de aceleração, consolidando sua atuação global.

Para Ronaldo, a trajetória demonstra o potencial de incentivos à inovação. “Eles são o ponto de partida, mas o mais importante é o que o empreendedor faz depois. O Centelha ajuda a tirar a ideia do papel, mas construir uma startup exige persistência, capacidade de aprender com os erros e muita proximidade com o problema que você está tentando resolver”, ressalta.

Segundo Públio Ribeiro, coordenador-geral do Centelha no MCTI, o programa tem como objetivo criar oportunidades para que ideias inovadoras se transformem em empreendimentos de sucesso, oferecendo suporte desde as fases iniciais. “Casos como o da Jade Autism mostram como o incentivo certo pode contribuir muito para gerar impacto real na sociedade. O sucesso do projeto da startup reforça a importância do programa em investir em ideias com potencial de alcance global e transformação social”, concluí. 

Sobre o Centelha 

Programa Centelha incentiva a transformação de ideias inovadoras em negócios por meio da oferta de recursos financeiros em formato de subvenção econômica, bolsas de apoio técnico, capacitações e suporte. Em sua terceira edição, o programa chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal, com a previsão de investimento de R$ 155 milhões e a expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos em todo o país. 

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a Fundação CERTI. Em duas edições, o programa já apoiou a criação de 1.640 startups e envolveu mais de 65 mil empreendedores em todo o Brasil.

Fonte https://diariopcd.com.br/aplicativo-criado-por-startup-para-criancas-autistas-e-usado-em-179-paises/

Postado Pôr Antônio Brito 

terça-feira, 28 de abril de 2026

ANAPcD busca participação em Audiência Pública que discute exclusão de candidatos com deficiência em concursos públicos

ANAPcD busca participação em Audiência Pública que discute exclusão de candidatos com deficiência em concursos públicos

ANAPcD encaminhou solicitação oficial para participação em Audiência Pública.

Na quarta-feira, 22, a ANAPcD – Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência encaminhou ofício ao Deputado Federal Rodrigo Rollemberg, presidente da Comissão PcD na Câmara dos Deputados, solicitando a participação na Audiência Pública, que será realizada às 13h do dia 28 de abril que vai discutir a exclusão de candidatos com deficiência em concursos públicos.

De acordo com Abrão Dib, presidente da Associação “nossa entidade participa de debates e discussões sobre o tema há muito tempo, em todas as esferas brasileiras. Nosso objetivo é apresentar informações que podem enriquecer o debate sobre a exclusão de candidatos PcD em concurso público”.

Para o parlamentar, o objetivo da Audiência “é avaliar os critérios técnicos e a transparência das avaliações biopsicossociais realizadas por concursos públicos; e a legalidade das exclusões na etapa de enquadramento como pessoa com deficiência. Os convidados também devem discutir a efetividade das políticas de reserva de vagas para pessoas com deficiência em concursos para carreiras de segurança pública e atividades de natureza operacional”.

O debate deve abordar a necessidade de padronização nacional dos procedimentos de avaliação; e a distinção entre o reconhecimento da condição de pessoa com deficiência e a avaliação de aptidão para o exercício do cargo.

Estão convidados para a Audiência Pública Representante do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI); RAUL DE PAIVA, Coordenador-Geral de Diversidade e Interseccionalidade da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (MDHC); CAROLINA SEIXAS BACELLAR, do Centro Palmares de Estudos e Assessoria por Direitos, representando o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE); Representante da banca organizadora IDECAN; LAILAH VILELA, Médica, Auditora Fiscal do Trabalho e especialista em Avaliação Biopsicossocial das Deficiências; e MARCOS CASAGRANDE, representante dos candidatos com deficiência (PcD) eliminados.

A sociedade pode participar de forma interativa, encaminhando perguntas e comentários sobre o tema para o link: https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/81675

A ANAPcD já encaminhou o seu comentário e vem recebendo o apoio maciço da sociedade





Fonte: Agência Câmara de Notícias

Fonte https://diariopcd.com.br/anapcd-busca-participacao-em-audiencia-publica-que-discute-exclusao-de-candidatos-com-deficiencia-em-concursos-publicos/

Postado Pôr Antônio Brito 

Partida deste domingo no Maracanã recebe ação de conscientização pelo Abril Azul

Partida deste domingo no Maracanã recebe ação de conscientização pelo Abril Azul

Maracanã recebe ação de conscientização pelo Abril Azul. 

Jogadores de Fluminense e Chapecoense vão exibir faixa dedicada à conscientização 

sobre o autismo

Neste domingo, as equipes do Fluminense e da Chapecoense entram em campo para um 

momento de solidariedade e conscientização antes da bola rolar no Maracanã. 

Em uma iniciativa que marca o encerramento das atividades do Abril Azul, mês dedicado à 

conscientização sobre o autismo, os jogadores entrarão em campo carregando uma faixa 

 comemorativa da campanha.

​A ação é coordenada pela Subsecretaria de Políticas Inclusivas do Estado do Rio e pela 

Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj e conta com a parceria estratégica do 

Laboratório de Vibrações Mecânicas e Práticas Integrativas (LAVIMPI), da Policlínica 

Piquet Carneiro (PPC), da UERJ. O objetivo da ação é promover a inclusão e disseminar 

 informações sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) aproveitando toda a visibilidade 

do futebol.

​”A visibilidade de um jogo como este é fundamental para levarmos a mensagem da 

conscientização a milhares de pessoas. O Abril Azul não é apenas sobre um mês, mas sobre 

construir uma sociedade mais inclusiva e informada durante todo o ano,” afirma o superintendente

de Paradesporto e projetos inclusivos, Marcos Santos, o Marcão.

​O LAVIMPI, coordenado pela Profa. Dra. Danúbia de Sá Caputo e a PPC, dirigida pelo 

Prof. Dr. Flávio de Sá Ribeiro, estão na vanguarda no atendimento e suporte a famílias e 

indivíduos com TEA no Rio de Janeiro, e sua presença nesta ação reforça o compromisso 

da academia e da saúde pública com a causa.

“É fundamental garantir que a inclusão seja realmente possível em nossa sociedade. 

Precisamos fortalecer iniciativas que visem as potencialidades e não as limitações do autismo”, 

afirma a coordenadora do LAVIMPI e diretora do departamento de ensino e pesquisa da PPC, 

 Profa. Dra. Danúbia de Sá Caputo.

Fonte https://diariopcd.com.br/partida-deste-domingo-no-maracana-recebe-acao-de-

conscientizacao-pelo-abril-azul/

Postado Pôr Antônio Brito

TABIRA RECEBE MAIS DE R$ 6 MILHÕES PARA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO HOSPITAL



O município de Tabira foi contemplado com um investimento de R$ 6.378.748,04, que será destinado à construção de um novo hospital. O anúncio foi feito durante o congresso da Amupe, evento que reúne prefeitos de todo o estado para discutir políticas públicas e investimentos.
A governadora Raquel Lyra participou da abertura do encontro e realizou a entrega simbólica dos valores aos gestores municipais. Os recursos são oriundos da venda da Compesa, e foram distribuídos entre as cidades pernambucanas.
Ao receber o cheque, o prefeito Flávio Marques comemorou a conquista e destacou a importância do investimento para a saúde pública do município. Segundo ele, o valor será inicialmente depositado em conta, enquanto a gestão municipal trabalha na elaboração do projeto do novo hospital.
Flávio Marques afirmou ainda que a obra tem potencial para se tornar a maior já realizada na história de Tabira, representando um avanço significativo na estrutura de atendimento à população e ampliando a capacidade dos serviços de saúde no município.
A expectativa agora é que, após a conclusão do projeto, a obra possa ser iniciada, marcando um novo capítulo para a saúde pública da cidade.


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