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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Conheça um pouco da história do Atual Presidente da ADET e Colunista do Blog: ADETSUPERAÇÃO, Luiz Antonio (Nem).


Luiz Antônio da Silva (Nem), presidente da ADET (Associação dos Deficientes de Tabira), desempenha um papel fundamental para a comunidade de pessoas com deficiência na cidade. Sua importância reside em diversos aspectos:

Representatividade e Liderança

Luiz Antônio é uma figura central na representação dos interesses das pessoas com deficiência em Tabira. Ele atua como voz ativa, buscando visibilidade e reconhecimento para as necessidades e desafios enfrentados por esse grupo. Sua liderança é essencial para mobilizar a comunidade e direcionar os esforços da ADET.

Advocacia e Defesa de Direitos

Uma das funções mais importantes de Luiz Antônio é a advocacia pelos direitos das pessoas com deficiência. Ele tem se posicionado publicamente em diversas ocasiões, como na luta pela subvenção governamental, ano após ano, demonstrando sua busca por recursos e políticas públicas que beneficiem os associados. Essa atuação é crucial para garantir que as demandas da ADET sejam ouvidas e atendidas pelas autoridades.

Manutenção e Expansão de Serviços

Sob sua gestão, a ADET tem desenvolvido e mantido serviços essenciais para a população, como o empréstimo e conserto de equipamentos ortopédicos (muletas, cadeiras de rodas), adaptações em veículos e a realização de palestras. Essas ações são vitais para melhorar a qualidade de vida e a autonomia das pessoas com deficiência em Tabira e região.

Promoção da Inclusão e Conscientização

A ADET, liderada por Luiz Antônio, também se dedica à promoção da inclusão e à conscientização sobre as questões da deficiência. A participação em seminários e eventos, como o promovido pela OAB, demonstra o compromisso da associação em debater e difundir informações relevantes sobre o tema, contribuindo para quebrar preconceitos e rever conceitos.

Experiência e Longevidade

Luiz Antônio já presidiu a ADET em diversas ocasiões e também ocupou outros cargos na diretoria, o que lhe confere uma vasta experiência e conhecimento sobre as necessidades da associação e de seus membros. Essa longevidade na liderança garante continuidade e um entendimento aprofundado dos desafios e das oportunidades para a ADET.

Em suma, a importância de Luiz Antônio da Silva como presidente da ADET está na sua capacidade de liderar, representar, advogar e promover a inclusão, impactando positivamente a vida de inúmeras pessoas com deficiência em Tabira.

Postagem: Heleno Trajano.

Decisão judicial no MS determina cirurgia e tratamento com Polilaminina que pode recuperar movimentos após lesão na medula

Decisão judicial no MS determina cirurgia e tratamento com Polilaminina que pode recuperar movimentos após lesão na medula

Paciente tornou-se o 13º no Brasil a receber o tratamento, obtendo a autorização para participar por meio de decisão judicial. Medicamento em fase de estudos é apontado como grande esperança para regenerar neurônios na medula espinhal

O Hospital Militar de Área de Campo Grande/MS,  (HMilACG) realizou a primeira cirurgia com polilaminina em Mato Grosso do Sul. O paciente tornou-se o 13º no Brasil a receber o tratamento, obtendo a autorização para participar por meio de decisão judicial. O paciente é um militar. Ele ficou tetraplégico há cerca de dois meses

A polilaminina, uma proteína em fase de testes, está sendo aplicada em pacientes com lesões na medula espinhal, com aprovação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O procedimento contou com a participação de médicos pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Nesta fase, a empresa patrocinadora do estudo acompanha, registra e avalia todos os efeitos colaterais, mesmo os leves, para garantir a segurança dos participantes.

A expectativa é que, quando aplicada no local da lesão, a proteína estimule os nervos a criar novas conexões e recupere parte dos movimentos.

LIMINARES NA JUSTIÇA PARA A APLICAÇÃO

Decisões judiciais em todo o Brasil determinam que o laboratório Cristália, o grupo de pesquisadores da UFRJ e o poder público viabilizem a aplicação da polilaminina em pessoas que tiveram lesões medulares após traumas. Até agora, ao todo, são dez, sendo cinco já cumpridas, de acordo com a empresa.

Liminares já foram cumpridas em Caraguatatuba (SP), Vitória (ES), e Campo Grande (MS) e outras devem acontecer em Maringá (PR) e Salvador (BA)

O laboratório Cristália, apoiador financeiro da pesquisa e quem vai produzir o fármaco, caso ele seja futuramente aprovado pela Anvisa.

Em nota, informou que vai seguir cumprindo as ordens judiciais, que passam por aval da Agência. “Até agora, a empresa tem absorvido os custos das aplicações. A substância, caso se torne um medicamento aprovado, poderá ser fornecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde), de acordo com conversas já abertas entre a Cristália e o Ministério da Saúde”.

Fonte https://diariopcd.com.br/decisao-judicial-no-ms-determina-cirurgia-e-tratamento-com-polilaminina-que-pode-recuperar-movimentos-apos-lesao-na-medula/

Postado Pôr Antônio Brito

Itapetim realiza entrega de boletos do Garantia-Safra 2025/2026

 









O Governo Municipal de Itapetim (PE), por meio da Secretaria de Agricultura, em parceria com o Conselho de Desenvolvimento Rural, realizou nesta segunda-feira (02) a entrega dos boletos do programa Garantia-Safra referente ao ciclo 2025/2026. A ação beneficia cerca de 1.655 agricultores do município.

Os boletos foram entregues aos presidentes das associações rurais, que ficarão responsáveis pelo repasse aos agricultores cadastrados no programa. O Garantia-Safra é uma política pública voltada à proteção de produtores que dependem da agricultura familiar e podem sofrer perdas em decorrência de fatores climáticos, como estiagem ou excesso de chuvas.

De acordo com a gestão municipal, a Prefeitura já efetuou o pagamento da contrapartida obrigatória, no valor de R$ 119.000,00, etapa necessária para assegurar a adesão do município ao programa. Com isso, os agricultores ficam aptos a receber o benefício financeiro no próximo ano, caso haja comprovação de perda da safra.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Conheça um pouco da história do Ex-Presidente da ADET e Colunista do Blogs: Trajando Cidadania e ADETSUPERAÇÃO, Antonio Brito.

 


        Durante a gestão de Antônio José Brito Oliveira, a ADET (Associação dos Deficientes de Tabira) consolidou-se através de iniciativas que uniram a assistência prática à luta por direitos.

Aqui estão alguns dos projetos e ações específicas que marcaram a sua liderança e a história da associação:

        1. Manutenção e Ampliação dos serviços na Sede Própria

Um dos marcos da ADET, reforçado em sua gestão, foi garantir que a associação tivesse um espaço físico adequado para acolher os sócios. A sede própria não é apenas um prédio, mas o centro logístico para todas as outras ações, como reuniões de conselhos e distribuição de equipamentos.

        2. Banco de Equipamentos Ortopédicos

Este é um dos projetos mais vitais da ADET em Tabira. Sob a liderança da associação, foi fortalecido o sistema de:

         * Empréstimo e doação: De cadeiras de rodas, muletas e andadores para pessoas que não têm condições financeiras de adquirir o equipamento de imediato.

       * Oficina de Reparos: Iniciativas para consertar equipamentos danificados, prolongando a vida útil de materiais essenciais para a mobilidade dos sócios.

        3. Projeto de Acessibilidade Urbana

Antônio Brito utilizou o seu assento em conselhos municipais para articular projetos junto à Prefeitura de Tabira, focando em:

          * Fiscalização e cobrança por rampas de acesso em prédios públicos e calçadas.

        * Adaptações em veículos para permitir o transporte digno de pessoas com mobilidade reduzida, especialmente aquelas que recentemente compravam um veiculo e precisavam dos serviços e orientações da Entidade.

        4. Mutirões de Documentação e Direitos

Brito organizou ações para facilitar o acesso dos associados ao BPC (Benefício de Prestação Continuada) e a emissão de documentos como passes livres de transporte. Ele atuava diretamente na orientação  administrativa, diminuindo a burocracia para as famílias.

        5. Ativismo no Blog "Trajando Cidadania"

Embora seja uma iniciativa de comunicação, o uso do blog como plataforma de denúncia e informação tornou-se um projeto de educação social. Através dele, a gestão de Antônio Brito conseguiu dar transparência às ações da ADET e educar a população tabirense sobre termos técnicos e direitos previstos na Lei Brasileira de Inclusão (LBI).

        Como entrar em contato com a ADET hoje?

 A ADET continua sediada em Tabira, Pernambuco. Para informações atualizadas sobre os serviços atuais, recomenda-se:

      * Visitar a sede: localizada no Bairro Nossa Senhora dos Remédios, fácil acesso (recomenda-se confirmar o endereço a Rua Pedro Estevão da Silva, S/N, PE320.

           * Canais Digitais: Acompanhar as atualizações através do blog Trajando Cidadania ou redes sociais ligadas às lideranças comunitárias da região, como as do próprio Antônio Brito.

Postagem: Heleno Trajano.


SJEgito / Prefeito Fredson comemora mais conquistas na saúde

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e hospital








A saúde de São José do Egito segue avançando com mais investimentos e melhorias concretas. O prefeito Fredson Brito comemorou, com entusiasmo, a conquista de novos equipamentos para o Hospital Municipal Maria Rafael de Siqueira, reforçando a estrutura da unidade e elevando a qualidade do atendimento prestado à população.

A aquisição foi realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, e representa um investimento superior a R$ 200 mil, voltado para garantir mais segurança, eficiência e condições adequadas de trabalho às equipes de saúde, além de mais conforto aos pacientes.

Entre os equipamentos que já chegaram ao hospital estão:

  • 2 cardioversores/desfibriladores;
  • 10 monitores multiparâmetros;
  • 10 bombas de infusão;
  • 5 eletrocardiógrafos;
  • Novos leitos hospitalares.

Para o prefeito Fredson, os investimentos refletem o compromisso da gestão com o cuidado às pessoas. “Estamos fortalecendo o nosso hospital com equipamentos modernos, que salvam vidas e garantem um atendimento mais seguro e humanizado. Investir em saúde é investir na dignidade da nossa população”, destacou.

A gestão municipal disse através de nota que vem priorizando ações que estruturam a rede de saúde e ampliam a capacidade de resposta do município, assegurando melhores condições de atendimento tanto em situações de urgência quanto nos cuidados do dia a dia.

https://blogdomarcellopatriota.com.br/blog/

Veja quais os celulares que ficam sem o acesso ao WhatsApp a partir deste mês

 

A partir de 1º de fevereiro, o WhatsApp deixou de funcionar em celulares considerados antigos por não cumprirem os requisitos mínimos de atualização. A medida visa otimizar a segurança, o desempenho e a incorporação de novas funções. Dispositivos afetados não poderão abrir o app nem enviar ou receber mensagens.

O aplicativo avalia quais dispositivos usam softwares muito antigos e têm poucos usuários. A falta de atualizações expõe os aparelhos a riscos de segurança, vírus e malwares. “Antes de deixar de oferecer suporte, você receberá uma notificação no WhatsApp”, informa o Centro de Ajuda da plataforma, recomendando a atualização do sistema.

É necessário Android 5.0 ou superior e iOS 15.1 ou posterior. A maioria dos modelos sem acesso foi lançada há mais de uma década e não recebe mais atualizações dos fabricantes. Confira a lista de celulares incompatíveis no site oficial de suporte do WhatsApp:

  • Samsung – Galaxy S3, S4, S4 Mini, S5, Note 2, Core, Trend, J2, Ace 4
  • LG – Optimus L3, L5, L7, F5, L3 II Dual, L5 II
  • Motorola – Moto G (1ª geração), Moto E (1ª geração)
  • Sony – Xperia Z2, Z3, M
  • Huawei – Ascend Mate, G740, D2
  • HTC – Desire 500, One M8
  • Apple  iPhone 5, 5c, 5s, 6, 6 Plus

“Lugar de fala é Poder: a presença da mulher com deficiência no Congresso Nacional assegurando direitos e políticas públicas”

"Lugar de fala é Poder: a presença da mulher com deficiência no Congresso Nacional assegurando direitos e políticas públicas" - * Por Rita Mendonça e Marta Almeida Gil

OPINIÃO

  • * Por Rita Mendonça e Marta Almeida Gil

Descrição da imagem: Capa do livro: no alto, título: Mulheres e Deficiência: Direitos, Políticas e Modelos de Inclusão. Abaixo, desenhos de mulheres com várias condições de deficiência. Abaixo: Flávia Piva Almeida Leite, coordenadora.

Juntamente com a minha querida Marta Almeida Gil, em 2025 fomos convidadas para escrever artigo para nova obra do grupo de pesquisa “Direito à Inclusão e Acessibilidade das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida” da UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (um agradecimento especial à Flávia Piva, pela confiança).

O livro intitulado “Mulheres e Deficiências: direitos, políticas e modelos de inclusão” teve como objetivo central aprofundar os estudos sobre inúmeros problemas que afetam de forma desproporcional as mulheres com deficiência, sob as mais diversas situações, apesar dos avanços normativos.

Escrevemos sobre a presença e o protagonismo das mulheres com deficiência no Congresso Nacional, analisando a 54a Legislatura (2011-2014), que contou com a presença de duas mulheres com deficiência física. Para além das políticas públicas e avanços legislativos – como a promulgação da Lei Brasileira da Inclusão, que já estava em tramitação por décadas sem chegar a um termo – a presença dessas parlamentares, por serem cadeirantes, serviu para elegantemente forçar o parlamento brasileiro a realizar a adaptação do plenário da Câmara dos Deputados, medida que em termos práticos significava admitir que em vez de objetos de discussão, as mulheres com deficiência passavam a ser protagonistas, sujeitas de direito, representantes de suas próprias causas.

Vivi esse quatro anos de mandato parlamentar plenamente, como assessora jurídica do gabinete da deputada Rosinha da Adefal (AL), trabalhando em sintonia pura com os gabinetes da então deputada Mara Gabrilli Senadora Federal (SP) e do deputado Walter Tosta (MG). E já nessa época, Marta Almeida Gil, coordenadora geral do projeto Resgate Inclusivo, generosa como sempre em compartilhar informações, já nos repassava informes, estudos e alertas sobre prioridade do resgate de pessoas com deficiência em situações de urgência e emergência, inclusive climáticas, previstas na legislação internacional de direitos humanos. Sua contribuição foi efetiva na junção de forças desses três mandatos federais em prol dos direitos das pessoas com deficiência.

Muitos anos e legislaturas se passaram. Muitas águas rolaram, muito se conquistou. E muito ainda está por vir. E cá estamos nós, na luta pelos direitos das pessoas com deficiência.

Baixe gratuitamente o livro e leia nosso artigo LUGAR DE FALA É PODER: A PRESENÇA DA MULHER COM DEFICIÊNCIA NO CONGRESSO NACIONAL ASSEGURANDO DIREITOS E POLÍTICAS PÚBLICAS.

O link segue abaixo. https://www.travassoseditora.com/_files/ugd/908a99_32654a6eee394f0b86fb31b38ee950ea.pdf

  • * Rita Mendonça: Advogada e presidenta do Instituto Guerreiros da Inclusão (GI), é especialista em direitos humanos com foco em acessibilidade e deficiência, trabalho decente, saúde e segurança no trabalho, grandes obras, remoções involuntárias e reparação
  • * Marta Almeida Gil – Socióloga, fundadora e coordenadora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas (1989), referência na inclusão de pessoas com deficiência. Concebeu e coordena o projeto Resgate Inclusivo

Postado Pôr Antônio Brito

Coluna Diária: Trajando Direitos - Direito Espacial em Contagem Regressiva: A Missão Artemis II e as Leis das Estrelas

Enquanto os quatro astronautas da Artemis II se preparam para orbitar a Lua — a primeira vez que humanos farão isso em mais de 50 anos — aqui embaixo, os juristas estão de olho no "manual de instruções" do universo. Se você acha que o espaço é terra de ninguém (ou melhor, vácuo de ninguém), o Direito Espacial prova o contrário.

📜 1. Os Acordos de Artemis: O Novo Código de Conduta

O Brasil é um dos signatários dos Acordos de Artemis. Mas o que isso significa? Diferente dos antigos tratados da Guerra Fria, esses novos acordos focam na cooperação.

  • Paz e Transparência: Todo mundo deve compartilhar suas descobertas científicas.

  • Interoperabilidade: As máquinas de diferentes países devem ser capazes de se conectar (como um carregador de celular universal, mas para naves espaciais).

  • Proteção do Patrimônio: Locais históricos, como onde a Apollo 11 pousou, são protegidos por lei como se fossem museus lunares.

👩‍🚀 2. Astronautas como "Enviados da Humanidade"

No Direito Espacial clássico (Tratado do Espaço de 1967), os astronautas não são apenas funcionários da NASA. Eles são considerados "Enviados da Humanidade".

  • O que isso garante? Se a cápsula Orion tiver um problema e precisar pousar em um país "inimigo", as leis internacionais obrigam esse país a resgatar e devolver os astronautas em segurança, sem burocracia ou prisões. É a hospitalidade universal escrita em lei.

💎 3. A Conexão com as Riquezas (Lembra das Terras Raras?)

A Artemis II pavimenta o caminho para a mineração lunar (Artemis III e além). Aqui o Direito vive seu maior debate: a Lua não pode pertencer a nenhum país (não se pode fincar bandeira e dizer "é meu"), mas o Direito Espacial moderno começa a permitir que as empresas extraiam e usem os recursos (como hélio-3 ou água gelada). É como se você não pudesse ser dono da praia, mas pudesse pescar o peixe.

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Cidadania não para na atmosfera. O Brasil, ao participar desses acordos, garante seu lugar na mesa onde o futuro será decidido. Entender o Direito Espacial é entender que a humanidade está deixando de ser "inquilina" da Terra para se tornar exploradora do cosmos, e precisamos de regras para que essa nova fronteira não vire um cenário de Velho Oeste.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Juntos Pela Educação: Governo de Pernambuco inicia pagamento do Pix Tênis para alunos da rede estadual

 

Crédito de R$ 150 é destinado à compra do calçado que faz parte do fardamento escolar desde 2025

O benefício do Pix Tênis já começou a ser pago para os estudantes da Rede Estadual de Pernambuco matriculados no ano letivo de 2026. Inicialmente, recebem o benefício mais de 140 mil estudantes com os registros válidos, entre novatos e veteranos que já prestaram conta do valor recebido em 2025. A iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação (SEE), garante a disponibilização de crédito financeiro de R$ 150 para que todos os estudantes da rede estadual possam adquirir um par de calçados como parte do fardamento escolar de Pernambuco.

“Cuidar da educação é, também, garantir que nenhum jovem se sinta diferente pela falta do básico e deixe de ir à escola. Quando garantimos o uniforme completo, inclusive o tênis, estamos dizendo a cada um dos nossos estudantes que ele importa, que pertence à escola e que o governo está ao lado dele para que siga aprendendo, sonhando e construindo um futuro brilhante”, destacou a governadora Raquel Lyra.

O investimento no Pix Tênis, uma ação do Programa Juntos Pela Educação, pode alcançar R$ 77,5 milhões em 2026, representando mais um avanço nas políticas públicas voltadas à permanência e à valorização dos estudantes na escola e promovendo a igualdade de condições no ambiente educacional. “Esse repasse fortalece a política do Pix Tênis, criada em 2025 para que os estudantes possam ir à escola com mais conforto e dignidade. Ao entregar mais um item do fardamento escolar antes do início do ano letivo, o Governo de Pernambuco reafirma seu compromisso com o cuidado, a inclusão e a atenção às necessidades cotidianas de crianças e jovens da rede estadual”, afirmou o secretário de Educação, Gilson Monteiro.

O benefício será creditado diretamente em conta bancária do estudante maior de 18 anos, ou do responsável legal, no caso de estudantes menores de idade. O pagamento ocorrerá, novamente, em parceria com a Caixa Econômica Federal, instituição responsável pela execução dos depósitos. É importante ressaltar que o valor deverá ser utilizado exclusivamente para a compra do tênis escolar, conforme a finalidade do programa, em lojas físicas ou virtuais que comercializam calçados. Os responsáveis legais e beneficiários maiores de 18 anos deverão prestar contas da aquisição, garantindo a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos.

Para ter direito ao Pix Tênis, é necessário atender aos critérios estabelecidos pelo Decreto nº 59.026, de 22 de julho de 2025, que regulamenta o benefício. Entre as exigências previstas, é fundamental que o estudante esteja regularmente matriculado na rede estadual e com os dados atualizados no Sistema de Informações da Educação de Pernambuco (Siepe). Também é indispensável que o CPF do responsável legal e do estudante maior de 18 anos esteja regular junto à Receita Federal e à gestão da unidade escolar.

Esta é uma etapa obrigatória para a liberação do crédito, pois o CPF será usado como base para a abertura da conta e liberação do crédito por parte da Caixa Econômica Federal. Desta forma, não será necessário que o beneficiário abra uma conta junto ao banco. A própria instituição financeira ficará responsável pela abertura e repasse, a partir das informações que serão disponibilizadas pela SEE.

Prestação de contas

Os beneficiários que receberam o valor em 2025 e ainda não realizaram a prestação de contas ficarão impedidos de receber o novo repasse até que a situação seja regularizada. O prazo máximo para essa regularização é o dia 7 de fevereiro.

Para realizar o procedimento, basta acessar a plataforma www.meutenis.pe.gov.br. O site é o mesmo utilizado para a prestação de contas do Pix Tênis 2026. Os beneficiários que enfrentarem dificuldades no processo on-line ou não tiverem acesso aos meios digitais podem comparecer à secretaria da escola, munidos da documentação necessária.

Caso o estudante ou responsável ainda possua dúvidas sobre o benefício, pode entrar em contato com os canais de atendimento disponíveis, pelo telefone 0800 286 0086, pelo e-mail meutenis@adm.educacao.pe.gov.br ou pelo webchat da plataforma.

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Coluna do Domingão: a elite que mata por ‘diversão’ e o Estado que a premia


A elite que mata por ‘diversão’ e o Estado que a premia

“Eles acham que o mundo é um playground onde a dor alheia não tem custo”, desabafa o senso comum diante de uma realidade que se repete como farsa e tragédia no Brasil. O paralelo entre o martírio do líder Pataxó Galdino Jesus dos Santos, incendiado em 1997, e a recente morte do cão Orelha não é apenas uma coincidência de crueldade; é o retrato de uma patologia social de classe que goza de uma impunidade hereditária e de uma desconexão absoluta com a realidade.

O “erro” que vira carreira pública

A discrepância entre o tratamento dado a jovens ricos e pobres no Judiciário ganha contornos de escárnio quando observamos os desdobramentos do caso Galdino. Enquanto a juventude periférica enfrenta o encarceramento em massa, os cinco responsáveis por queimar vivo o indígena em 1997 — após uma “reabilitação” célere e repleta de privilégios — hoje estão integrados à elite do funcionalismo público.

Longe das celas, os agressores ocupam cargos de destaque no Senado Federal, no Detran-DF e até na Polícia Rodoviária Federal, com salários que superam os R$ 15 mil. Como revela a investigação da BBC News Brasil, o Estado que eles agrediram ao violar a vida é o mesmo que hoje lhes garante estabilidade. É a prova de que, para os “filhos bons” da elite, o crime não é uma barreira, mas um “erro juvenil” absorvido por um sistema que protege os seus.

A dessensibilização e o status da barbárie

Essa blindagem começa em casa e no ambiente digital. Em entrevista à BBC, a juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro, alerta para um fenômeno de “dessensibilização da violência”. Segundo a magistrada, adolescentes de classes média e alta estão sendo alimentados por comunidades digitais (como o Discord) que transformam a tortura em espetáculo e busca por status.

“Eu teria zero surpresa se se concluísse que isso não foi apenas a ação de cinco meninos isolados, mas parte de uma comunidade maior, com liderança e busca por status”, afirma Cavalieri.

O que une os agressores de ontem e de hoje é a parentalidade permissiva: famílias que não impõem limites e que, após o crime, atuam para obstruir a justiça ou minimizar a barbárie — como no caso atual, em que jovens envolvidos seguiram viagem para a Disney enquanto a vítima agonizava.

O fascismo social e a balança viciada

Sempre que a lei ameaça o asfalto, o crime vira “brincadeira” e o sadismo vira “impulso”. Essa retórica é uma ferramenta do fascismo social. Para o rico, o direito ao esquecimento e ao prestígio; para o pobre, o rigor da repressão e o descarte em celas superlotadas.

A democracia só se consolida quando o valor da vida não é medido pelo CEP ou pelo saldo bancário. Tratar esses episódios como “casos isolados” é ignorar que o sistema penal brasileiro tem lado. Enquanto o sobrenome for salvo-conduto para cargos públicos e a permissividade familiar for endossada pelo Judiciário, continuaremos sendo uma nação que incendeia seus próprios alicerces de humanidade em nome do entretenimento de uma elite cruel.

Morde

Em entrevista à Rádio Pajeú, o vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, subiu o tom contra a gestão de Raquel Lyra, afirmando que o governo estadual sofre de uma “paralisia de entregas” que já dura mais de três anos. Valadares foi enfático ao dizer que é impossível identificar a marca da governadora nas obras de Pernambuco, atribuindo o protagonismo das realizações ao Governo Lula. “O maior problema não são episódios pontuais, mas a falta de entregas efetivas”, disparou o vice-prefeito, evidenciando o vácuo administrativo que enfraquece a presença do Estado no interior.

Assopra

O ex-prefeito de Flores e pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana, saiu em defesa da governadora Raquel Lyra, minimizando as pesquisas de opinião e classificando o crescimento da gestora como “público e notório”. Para Santana, a força da governadora para a reeleição reside no volume de ações no Sertão, destacando investimentos em cozinhas comunitárias e na recuperação da malha viária como pilares de uma gestão que, segundo ele, está mudando a face do interior pernambucano.

“Janeiro amargo” 

Pernambuco iniciou 2026 sob uma tempestade que nenhum marqueteiro político seria capaz de conter apenas com notas oficiais. O acúmulo de crises em órgãos estratégicos, como: Detran, SDS e EPTI, não é apenas um problema de “gestão de nomes”, mas um desgaste corrosivo que atinge o coração da narrativa de eficiência e ética que elegeu o atual governo. Em ano eleitoral, onde cada erro é multiplicado pela lupa da oposição, o Palácio do Campo das Princesas se vê diante de um labirinto político perigoso.

A erosão da autoridade

O primeiro ponto de desgaste é a quebra da confiança institucional. Quando o presidente do Detran-PE é alvo de denúncias de assédio e hostilidade, a imagem do Estado como garantidor de direitos é a primeira a cair. Para o eleitor, não se trata apenas de uma briga administrativa, mas de uma falha na escolha de quem comanda o dia a dia do cidadão. Esse tipo de escândalo humaniza a falha do governo de forma negativa, gerando uma rejeição emocional difícil de reverter.

O combustível da oposição

A crise da “Arapongagem” e o pedido de impeachment relacionado à empresa familiar da governadora são verdadeiros presentes para os adversários.

  • No caso da SDS, a acusação de uso da máquina pública para monitorar adversários (o secretário do Recife) alimenta o discurso de “perseguição política”.
  • No caso da EPTI/Logo Caruaruense, a oposição ganha a narrativa do “privilégio”, sugerindo que o rigor da lei não se aplica aos de casa.

Em uma pré-campanha, essas pautas dominam o debate, impedindo que o governo consiga vender suas entregas e obras. O governo passa a jogar na defesa, e “quem explica, já perdeu”, como diz o velho jargão político.

O erro de triagem e a pauta identitária

A rápida queda do presidente da EPTI, Yuri Coriolano, por mensagens racistas e misóginas é o golpe final na imagem de “renovação”. Em um estado de maioria negra e com forte histórico de lutas sociais, ter um alto escalão que destila preconceito, mesmo que em mensagens antigas, sinaliza uma falha grave na triagem política. O desgaste aqui é com a base progressista e com as mulheres, fatias do eleitorado que são fundamentais para qualquer vitória nas urnas.

O preço da paralisia

O governo chega a 2026 com a urgência de uma reforma interna profunda. O acúmulo de casos em um curto espaço de tempo cria uma percepção de desgoverno. Se a resposta continuar sendo apenas a troca reativa de nomes após o escândalo estourar, o desgaste será inevitável. Para quem busca a reeleição, o maior inimigo hoje não é apenas o candidato adversário, mas a sombra dessas denúncias que começam a cristalizar na mente do eleitor a imagem de uma gestão cercada por polêmicas e privilégios.

O caminho da recuperação

Para reverter o desgaste que atinge o Palácio do Campo das Princesas em 2026, o governo de Raquel Lyra não pode se limitar a notas de esclarecimento. A crise atual, que mistura assédio, espionagem e suspeitas de prevaricação, exige uma reforma de postura e de método. O tempo da política não perdoa a hesitação em ano eleitoral.

Primeiro, é urgente a implementação de um protocolo de compliance rigoroso. Não basta exonerar após o vazamento; é preciso demonstrar que a triagem para cargos de confiança agora segue critérios éticos inegociáveis. A governadora precisa “abrir a caixa-preta” das investigações no Detran e na SDS, punindo com transparência quem usou a máquina pública para fins escusos ou opressores.

Além disso, Raquel Lyra precisa resgatar a impessoalidade. O pedido de impeachment sobre a empresa familiar tocou em um nervo sensível: a percepção de privilégio. Para desfazer essa imagem, a gestão deve se antecipar aos órgãos de controle, oferecendo auditorias independentes e fortalecendo a Controladoria Geral do Estado.

Em política, o vácuo de resposta é preenchido pela narrativa da oposição. Se o governo não assumir o protagonismo da correção de rumos, chegará às urnas como refém dos próprios escândalos, transformando o que deveria ser um ano de entregas em uma longa jornada de defesa judicial.

Frase da semana

“As pessoas estão divorciadas da realidade. Elas não têm ideia de que o que aconteceu, acontece todas as noites em muitas casas do Brasil.”

Da juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro em entrevista a BBC News Brasil sobre o caso do cão Orelha.

A juíza estuda, há anos, a radicalização de adolescentes.

nilljunior.com.br

sábado, 31 de janeiro de 2026

Tarcísio veta instituição de “Festival de Talentos para pessoas com TEA – Transtorno do Espectro Autista”

Tarcísio veta instituição de “Festival de Talentos para pessoas com TEA - Transtorno do Espectro Autista”

Governador veta projeto que instituia e incluia no calendário oficial de eventos do estado de São Paulo o “Festival de Talentos para pessoas diagnosticadas com TEA -Transtorno do Espectro Autista”.

Surpreendendo o cenário político estadual, o Governador Tarcísio de Freitas não esperou nem mesmo os 15 dias úteis previstos na legislação para se manifestar em projeto de lei aprovado pela ALESP – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo que previa a instituição do “Festival de Talentos para pessoas com TEA – Transtorno do Espectro Autista”.

Em 8 de janeiro o Palácio dos Bandeirantes recebeu o comunicado da aprovação por unanimidade do PL – Projeto de Lei 438 / 2023, de autoria do Deputado Estadual Enio Tatto e em menos de duas semanas foi publicado no Diário Oficial o veto total à proposta.

Aprovada pelo parlamento estadual o projeto previa a instituição no calendário oficial de eventos do estado de São Paulo do “Festival de Talentos para pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA”, a ser realizado anualmente no mês de abril, destinado a revelar talentos artísticos, musicais e culturais no âmbito do estado de São Paulo, como medida de
política pública de inclusão.

De acordo com Tatto, a proposta era “divulgar e valorizar as habilidades e talentos artísticos, musicais e culturais
de pessoas com TEA, promovendo valorização, protagonismo, lazer, visibilidade e inclusão social por meio da arte e cultura”.

A proposta era que o Festival fosse realizado no mês de abril, quando o calendário paulista já instituiu o dia 2 como o “Dia Estadual do Autismo”.

No Veto Total, o Governador determinou que “apesar dos louváveis propósitos do legislador, vejo-me na contingência de negar assentimento à proposição, tendo em vista que ela versa sobre matéria de cunho administrativo, função constitucional conferida ao Poder Executivo, de modo que a sua instituição por via legislativa não guarda a necessária concordância com as imposições decorrentes do princípio da separação e harmonia entre os Poderes, consagrado no artigo 2º da Constituição Federal e no artigo 5º, “caput”, da Constituição Estadual”.

Outro argumento utilizado por Tarcísio de Freitas foi que “a propositura suprime do Poder Executivo a margem de apreciação que lhe cabe na condução da Administração Pública, de modo a contrariar as prerrogativas que lhe são próprias e, portanto, a cláusula de reserva de administração, que decorre do princípio da separação de poderes (STF, ADIs nºs 179 e 3.343). Finalmente, nota-se que o cumprimento da proposição amplia as despesas governamentais, sem, contudo, identificar os recursos para o seu custeio, em desacordo com o artigo 25 da Constituição do Estado”.

De acordo com o parlamentar, não haveria despesas extras aos cofres estaduais pois “a Secretaria de Educação já possui a ferramenta do banco de talentos e a categoria de Talentos para pessoas com TEA – Transtorno do Espectro Autista faria parte da agenda e com espaço no calendário oficial de eventos”.



Postado Pôr Antônio Brito