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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

BOMBA: Justiça volta atrás e determina pagamento de mais de R$ 3 milhões a Dinca e Moura em Tabira

 

O próprio Tribunal de Justiça de Pernambuco havia reconhecido graves indícios de irregularidades no processo, incluindo conflito de interesses, comprometimento da defesa do Município e risco de prejuízo milionário aos cofres públicos. Agora, por decisão unânime, os desembargadores revogaram a suspensão e determinaram a retomada imediata dos pagamentos.

Uma reviravolta judicial envolvendo mais de R$ 3,15 milhões dos cofres públicos de Tabira, no Sertão do Pajeú, promete provocar forte repercussão política e administrativa no município. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) voltou atrás em uma decisão que havia suspendido o pagamento de precatórios em favor dos ex-prefeitos José Edson Cristóvão de Carvalho, conhecido como Dinca Brandino, e José Edson de Moura, e determinou a retomada imediata dos procedimentos para pagamento dos valores.

A decisão foi tomada por unanimidade pela 3ª Câmara de Direito Público do TJPE, que julgou improcedente a ação apresentada pela Prefeitura de Tabira para anular o processo judicial que deu origem à dívida milionária.

O caso chama atenção porque, em abril deste ano, o próprio Tribunal havia reconhecido, em análise preliminar, a existência de graves indícios de irregularidades processuais, chegando a classificar a situação como juridicamente insustentável e potencialmente prejudicial ao patrimônio público.

Na ocasião, o desembargador Luiz Carlos de Barros Figueiredo determinou a suspensão imediata dos pagamentos, diante do risco de comprometimento de serviços públicos essenciais à população.

Agora, após o julgamento do mérito, a mesma Câmara decidiu restabelecer a exigibilidade dos precatórios, cujo valor atualizado indicado no processo é de R$ 3.151.995,96, além de condenar o Município ao pagamento de custas processuais e honorários advocatícios.

Tribunal havia reconhecido graves vícios no processo

A origem da controvérsia remonta ao ano de 2002, quando foi ajuizada uma ação de cobrança contra a Prefeitura de Tabira.

Um dos pontos mais graves apontados pelo Município, e inicialmente acolhidos pelo desembargador, foi o fato de que o então prefeito José Edson Cristóvão de Carvalho figurava simultaneamente como autor da ação judicial e representante legal do Município, que era justamente a parte demandada.

Em outras palavras, o prefeito que cobrava judicialmente valores da Prefeitura foi também a pessoa que recebeu a citação judicial em nome do próprio Município.

Na primeira decisão, proferida em 23 de abril de 2026, o relator considerou que essa situação configurava um conflito de interesses flagrante, comprometendo a validade da citação e a garantia de defesa do ente público.

O desembargador chegou a afirmar:

“É juridicamente inconcebível que a mesma pessoa física ocupe, no mesmo processo, a posição de autor e de representante legal da parte ré.”

O magistrado também destacou que a citação realizada nessas circunstâncias não seria capaz de produzir efeitos jurídicos válidos, diante do conflito entre os interesses particulares do então prefeito e os interesses da administração municipal.

Outro aspecto levantado pela Prefeitura foi a ausência de defesa efetiva do Município em momentos importantes da tramitação judicial.

Segundo a argumentação apresentada na ação, essa situação teria ocorrido especialmente durante os períodos em que José Edson Cristóvão de Carvalho esteve à frente da Prefeitura, entre 2002 e 2004 e entre 2009 e 2012, e posteriormente durante a gestão de sua esposa, Maria Claudenice Pereira de Melo Cristóvão, entre 2021 e 2024.

A administração municipal sustentou que, durante o governo de Nicinha Melo, a Prefeitura deixou de apresentar contrarrazões em um recurso que resultou na homologação de valores milionários em favor dos credores.

Na decisão inicial, o Tribunal considerou que a sequência desses acontecimentos reforçava a suspeita de comprometimento da defesa dos interesses públicos.

O relator também apontou que a representação processual do Município aparentava estar comprometida desde a origem da ação.

A primeira decisão judicial não se limitou a apontar possíveis irregularidades processuais.

O desembargador também reconheceu que o pagamento dos precatórios, antes de uma análise definitiva sobre a validade da ação, poderia provocar graves consequências financeiras para Tabira.

Na decisão de abril, o magistrado advertiu que a liberação de valores superiores a R$ 3,15 milhões, provenientes de um processo cuja validade estava sendo seriamente questionada, representaria um dano de difícil reparação aos cofres públicos.

O Tribunal também considerou que o desembolso poderia comprometer a prestação de serviços públicos essenciais à população.

Foi justamente com base nesses fundamentos que a Justiça determinou a suspensão dos precatórios, impedindo temporariamente a realização dos pagamentos.

Com o julgamento de improcedência, o Tribunal revogou as decisões anteriores que haviam suspendido os precatórios e determinou o imediato restabelecimento de sua exigibilidade e do trâmite regular para pagamento.

O acórdão também determinou comunicação urgente ao Núcleo de Precatórios do TJPE e à Vara Única da Comarca de Tabira, para que sejam adotadas as providências necessárias à retomada dos pagamentos.

O desfecho representa um novo desafio para a administração municipal, que terá de lidar com uma obrigação financeira milionária decorrente de uma ação iniciada há mais de duas décadas.

O valor de R$ 3,15 milhões representa uma quantia expressiva para um município do porte de Tabira, especialmente diante das despesas permanentes com saúde, educação, infraestrutura, assistência social e manutenção dos serviços públicos.

Portal Jerffeson do Blog

terça-feira, 27 de outubro de 2026

A vereadora Maria Nelly apresentará o projeto de lei no Município de Tabira-PE o Dia Municipal da Mulher com Deficiência em homenagem à Sra. Maria Madalena dos Santos Lopes.

 Será apresentado próxima segunda-feira 26/10/2026.

 PROJETO DE LEI No _/2026 o Dia Municipal da Mulher com Deficiência - 


Lei Maria Madalena dos Santos Lopes no Município de Tabira-PE. A CÂMARA MUNICIPAL DE TABIRA 
aprova: Art. 1o - Fica instituído no Município de Tabira-PE o Dia Municipal da Mulher com Deficiência 
em homenagem à Sra. Maria Madalena dos Santos Lopes. Art. 2o - A comemoração ocorrerá anual
mente no dia 08 de março, data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher e o aniversário da 
homenageada. Art. 3o - Esta data fica incluída no Calendário Oficial do Município. Art. 4o - Na semana 
alusiva à data, o Poder Público poderá promover ações de conscientização, acessibilidade e valorização
 da mulher com deficiência.*JUSTIFICATIVA*A homenageada, Maria Madalena dos Santos Lopes,
 mulher, mãe e cadeirante, que nasceu com paralisia infantil, é um símbolo vivo de resistência. Sua 
trajetória de vida, marcada pela superação diária das barreiras físicas e sociais, inspira toda Tabira. 
Este projeto, de autoria da Vereadora Maria Nelly Sampaio, busca dar visibilidade à dupla luta 
enfrentada pela mulher com deficiência e transformar a história de Maria Madalena em legado para as 
futuras gerações.

                                              Autora: Vereadora MARIA NELLY SAMPAIO

Obrigado Amiga, foi muito bom participar da sua Formatura.
ANTÔNIO BRITO 
                                                     Fonte Postado Pôr Antonio Brito

Mulher de 96 anos em cadeira de rodas espera três horas para votar em local sem acessibilidade em Ribeirão Preto/SP

 Mulher de 96 anos em cadeira de rodas espera três horas para votar em local sem acessibilidade em Ribeirão Preto/SP

Dona Rogéria Moreira da Silva só conseguiu chegar à seção eleitoral com ajuda de dois profissionais de imprensa; caso expõe barreiras que podem impedir pessoas com deficiência e mobilidade reduzida de exercer seus direitos

Uma mulher de 96 anos que utiliza cadeira de rodas enfrentou três horas de espera para conseguir votar no segundo turno das Eleições 2026, neste domingo (25), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Dona Rogéria Moreira da Silva precisava chegar a uma seção eleitoral instalada no primeiro andar de uma escola sem condições adequadas de acessibilidade. A situação só foi resolvida com a ajuda de dois profissionais de imprensa que acompanhavam o caso.

A ocorrência foi noticiada pelo g1 Ribeirão Preto e Franca. Segundo o relato, a eleitora foi auxiliada pelo repórter Eudis Filho, da CBN Ribeirão, e pelo repórter cinematográfico Jefferson Severiano Neves, da EPTV, que a carregaram na cadeira até a sala de votação.

A situação levanta uma questão que vai além de um episódio isolado: como garantir o direito ao voto quando o próprio local escolhido para a votação impõe barreiras físicas ao eleitor?

Uma fratura mudou sua mobilidade

Dona Rogéria passou a utilizar cadeira de rodas depois de sofrer uma fratura no fêmur e realizar uma cirurgia ortopédica em julho deste ano. A recuperação foi comprometida e ela passou a enfrentar dificuldades para se locomover.

No primeiro turno, a idosa já havia enfrentado dificuldades para votar na Escola Otoniel Mota, na região central de Ribeirão Preto. Na ocasião, recebeu ajuda de policiais e de outro eleitor para chegar à seção.

A filha, Regiane Aparecida Vieira da Silva, relatou que tentou buscar uma alternativa para que a mãe votasse em uma seção acessível no segundo turno. Segundo ela, não conseguiu viabilizar a mudança antes da eleição.

No domingo, a família voltou a procurar ajuda. De acordo com a família houve tentativas de contato com serviços de emergência, mas não foi possível obter o apoio necessário para levar a eleitora ao primeiro andar. A família também afirmou ter recebido a orientação de que deveria providenciar o acesso por conta própria.

Depois de três horas de espera, a ajuda dos profissionais de imprensa permitiu que Dona Rogéria chegasse à seção eleitoral e registrasse seu voto.

O voto era facultativo, mas ela fez questão de participar

No Brasil, o voto é facultativo para pessoas com mais de 70 anos. Aos 96, Dona Rogéria não era obrigada a comparecer às urnas, mas decidiu exercer esse direito.

“Eu faço questão. Eu estou com 96 anos, poderia nem pensar nisso, mas eu gosto. Eu estou viva”, afirmou a eleitora.

O episódio evidencia que a possibilidade legal de votar não garante, por si só, condições reais de participação. Para uma pessoa com mobilidade reduzida, escadas, ausência de rampas e falta de apoio podem transformar uma atividade que deveria ser simples em uma situação de desgaste físico e dependência de terceiros.

Acessibilidade é uma obrigação, não um favor

As regras eleitorais preveem medidas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Entre elas estão a adequação dos locais de votação, a prioridade no atendimento e a possibilidade de solicitar transferência para uma seção que atenda melhor às necessidades do eleitor, respeitados os prazos estabelecidos pela Justiça Eleitoral.

A Justiça Eleitoral também prevê a atuação de responsáveis pela acessibilidade nos locais de votação, com a função de orientar e atender eleitores que necessitem de apoio.

No caso de Dona Rogéria, a dificuldade de acesso ao primeiro andar e a falta de uma solução disponível no momento da votação levantam questionamentos sobre a preparação do local e os procedimentos adotados para atender uma eleitora que utiliza cadeira de rodas.

A apuração do caso deve esclarecer quais condições de acessibilidade estavam previstas para a escola, se a situação havia sido comunicada previamente à Justiça Eleitoral e quais alternativas poderiam ter sido oferecidas à família.

Uma realidade que não começa nem termina nas eleições

Para muitas pessoas com deficiência, enfrentar barreiras arquitetônicas faz parte da rotina. Calçadas irregulares, prédios sem elevadores, rampas inadequadas e transporte inacessível podem limitar o acesso à saúde, à educação, ao trabalho, ao lazer e à participação social.

Em períodos eleitorais, essas dificuldades ganham visibilidade porque o acesso às urnas se torna uma questão pública. Mas a acessibilidade não pode depender da presença de jornalistas, da disponibilidade de voluntários ou da boa vontade de quem está por perto.

O caso de Dona Rogéria mostra a diferença entre ter o direito de votar e conseguir chegar à urna com segurança e autonomia. Aos 96 anos, ela fez questão de participar da eleição. Para isso, porém, precisou esperar três horas e depender da ajuda de profissionais que não tinham a responsabilidade institucional de garantir o acesso ao local.

O direito ao voto precisa ser acompanhado de condições acessíveis para exercê-lo. A participação política das pessoas com deficiência não pode depender de improvisos — e a acessibilidade não deve ser lembrada apenas quando a ausência dela se transforma em notícia.

Crédito: G1 – Ribeirão Preto – CBN Ribeirão Preto

Fonte https://diariopcd.com.br/mulher-de-96-anos-em-cadeira-de-rodas-espera-tres-horas-para-votar-em-local-sem-acessibilidade-em-ribeirao-preto-sp/

Postado Pôr Antonio Brito 

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Luiz Inácio Lula da Silva é reeleito presidente da República e assume quarto mandato a partir de janeiro de 2027

 

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), após derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. Aos 80 anos, o petista conquistou seu quarto mandato presidencial em uma virada inédita na história das eleições brasileiras desde a redemocratização: pela primeira vez, o candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar conseguiu vencer a disputa decisiva.

Com 99,77% das urnas apuradas, Lula recebeu 64.078.503 votos, equivalentes a 51,76% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro alcançou 59.728.246 votos, correspondentes a 48,24%. A diferença chegou a 4.350.257 votos, segundo a atualização da apuração eleitoral das 21h15, quando o resultado já estava matematicamente definido.

A vitória representa mais um marco na trajetória política do presidente, que se torna o primeiro brasileiro a vencer quatro eleições presidenciais pelo voto direto. Lula já havia sido eleito em 2002, reeleito em 2006 e retornado ao Palácio do Planalto após derrotar Jair Bolsonaro em 2022.

O resultado deste domingo também marca a segunda eleição presidencial consecutiva em que Lula derrota um integrante da família Bolsonaro. Em 2022, o petista venceu Jair Bolsonaro com 50,90% dos votos válidos, contra 49,10% do então presidente.

A virada de 2026 ocorreu depois de Flávio Bolsonaro terminar o primeiro turno à frente do presidente. Na votação de 4 de outubro, o senador recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos em favor do candidato do PL.

Com a disputa levada ao segundo turno, as duas campanhas reorganizaram suas estratégias para conquistar eleitores que haviam escolhido outros candidatos, além daqueles que não compareceram às urnas na primeira votação.

Lula intensificou as agendas de rua, ampliou a mobilização digital e reforçou a defesa dos programas sociais de seu governo. A campanha também passou a enfatizar as diferenças políticas em relação ao adversário e ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Flávio, por sua vez, concentrou parte de sua campanha nas críticas à administração federal, na defesa de mudanças na condução do país e na mobilização de eleitores identificados com o bolsonarismo. O senador recebeu o apoio de governadores, parlamentares e lideranças de partidos de direita.

A reta final foi marcada por manifestações políticas em diferentes regiões do Brasil. No sábado (24), véspera da votação, Lula participou de atos em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo. Flávio Bolsonaro realizou compromissos de campanha em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

Os candidatos também se enfrentaram em debates realizados pela Band e pela TV Globo. Os encontros tiveram discussões sobre economia, segurança pública, programas sociais e infraestrutura, além de acusações pessoais e divergências sobre o funcionamento das instituições.

As últimas pesquisas eleitorais indicavam empate técnico. Os levantamentos Datafolha e Quaest divulgados no sábado (24) apontavam Flávio com 51% dos votos válidos e Lula com 49%, diferença dentro das respectivas margens de erro.

A apuração deste domingo começou com uma disputa equilibrada. Durante a totalização dos votos, os candidatos chegaram a alternar posições, até que Lula assumiu a liderança e passou a ampliar sua vantagem.

Às 20h38, com 62,03% das urnas apuradas, o presidente aparecia com 50,57% dos votos válidos, contra 49,43% de Flávio Bolsonaro. A diferença era de 879.152 votos.

Onze minutos depois, com 75,24% das urnas totalizadas, Lula já somava 47.483.965 votos, contra 45.458.525 do adversário, ampliando a vantagem para mais de dois milhões de votos.

A confirmação matemática da vitória veio antes da conclusão da apuração, encerrando uma eleição marcada pela polarização e pela proximidade entre os candidatos.

O domingo eleitoral também foi marcado por controvérsias envolvendo o transporte público em diferentes municípios. As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro apresentaram pedidos de prorrogação do horário de votação à Justiça Eleitoral, alegando dificuldades enfrentadas por eleitores para chegar às seções.

Em decisão excepcional, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a ampliação do horário de votação, posteriormente limitada às seções que ainda permaneciam abertas às 17h.

Trajetória política

Nascido em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, Lula iniciou sua trajetória política no movimento sindical do ABC paulista, durante a ditadura militar. Metalúrgico, tornou-se uma das principais lideranças sindicais do país e participou da fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980.

Disputou a Presidência pela primeira vez em 1989, quando foi derrotado por Fernando Collor. Voltou a concorrer em 1994 e 1998, perdendo as duas eleições para Fernando Henrique Cardoso.

Sua primeira vitória ocorreu em 2002, quando derrotou José Serra. Quatro anos depois, foi reeleito ao vencer Geraldo Alckmin, então candidato do PSDB e hoje seu vice-presidente.

Depois de deixar o governo em 2010, Lula enfrentou investigações e processos relacionados à Operação Lava Jato. Foi preso em 2018 e permaneceu 580 dias na prisão, até ser libertado em novembro de 2019. Suas condenações foram posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal.

Em 2022, retornou à Presidência após derrotar Jair Bolsonaro. Agora, em 2026, conquista o quarto mandato e amplia sua presença na história política brasileira.

A posse para o novo período está marcada para 5 de janeiro de 2027, conforme a mudança constitucional que alterou a data de início dos mandatos presidenciais. Geraldo Alckmin (PSB) também foi reeleito vice-presidente.

Lula iniciará o próximo mandato diante de desafios econômicos, pressões sobre as contas públicas, negociações com o Congresso Nacional e da necessidade de administrar um país que encerra mais uma eleição presidencial com expressiva divisão política.

Fonte: O Globo
Foto: Reprodução

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domingo, 25 de outubro de 2026

Eleições 2026: primeiros resultados no exterior mostram vantagem de Lula na Oceania e em parte da Ásia; Flávio Bolsonaro vence no Japão e na Tailândia

 

Os primeiros resultados do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 no exterior, divulgados neste domingo (25), mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em países como Austrália, Nova Zelândia, China, Coreia do Sul e Singapura. O candidato do PL, por sua vez, registra ampla vantagem no Japão e também aparece à frente em outras localidades asiáticas.

Os números foram obtidos a partir dos boletins de urna disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como a votação já terminou em parte da Ásia e da Oceania, devido à diferença de fuso horário, os resultados dessas seções começaram a ser conhecidos ainda durante a madrugada no Brasil.

Na Nova Zelândia, Lula recebeu 418 votos, o equivalente a 80,54% dos votos válidos, contra 101 votos (19,46%) de Flávio Bolsonaro. Na Austrália, o petista também ficou à frente, com 6.017 votos, enquanto o adversário somou 3.465.

Na Coreia do Sul, Lula alcançou 148 votos (64,35%), contra 82 (35,65%) de Flávio. Em Singapura, o presidente recebeu 213 votos, diante de 121 do candidato do PL.

O Japão apresenta o cenário oposto. Flávio Bolsonaro conquistou 28.538 votos (80,08%) nos boletins inicialmente contabilizados, enquanto Lula recebeu 7.098 (19,92%). O candidato do PL também ficou à frente nas Filipinas, com 39 votos contra 27, e na Tailândia, com 60 contra 56.

Na Malásia, a diferença foi pequena: Flávio recebeu 44 votos, enquanto Lula obteve 41, segundo um dos levantamentos dos boletins eleitorais.

Os dados também mostram diferenças importantes no tamanho do eleitorado de cada país. A votação japonesa, por exemplo, tem peso muito maior na soma dos votos do exterior do que os resultados registrados em países com poucas dezenas ou centenas de eleitores.

Ao todo, 918.876 brasileiros estão aptos a votar fora do país, distribuídos por 186 cidades de 134 países, segundo o TSE. A votação no exterior é organizada pela Justiça Eleitoral brasileira, com a participação do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e do Ministério das Relações Exteriores.

Os resultados conhecidos até o momento são parciais e não representam a totalização oficial da eleição. A divulgação consolidada pelo TSE está prevista para depois das 17h, horário de Brasília, quando termina a votação em território nacional.

Fonte: O Globo

Foto: Reprodução

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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

No meu comentário, os três cenários mais prováveis para eleição desde domingo

 23 de outubro de 2026

Por Nill Júnior

Na minha análise para o comentário das rádios Itapuama FM, Pajeú, Cultura FM e Monteiro FM, falo das projeções para as eleições deste ano.

Por ordem de possibilidades,  vitória de Flávio com até 2% de frente, vitória de Lula até 2% de frente ou vitória de Flávio por mais de 2% de frente. Para Lula, considero essa última possibilidade remotíssima.

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Exclusivo: com três “raquelistas”, chapa do CIMPAJEÚ é fechada para disputa

 

Flávio Marques, de Tabira, encabeça a chapa, que terá Gilson Bento, de Brejinho, como vice-presidente, e Gilberto Ribeiro, de Flores, como secretário executivo.

A disputa pela presidência do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) já tem uma chapa definida. O prefeito de Tabira, Flávio Marques, será candidato à presidência, tendo como vice-presidente o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, e como secretário executivo o prefeito de Flores, Gilberto Ribeiro (Giba).

A composição chega à disputa com o apoio declarado de 14 prefeitos da região, representando uma ampla articulação política e administrativa em torno do fortalecimento do consórcio e da atuação conjunta dos municípios.

Além dos três integrantes da chapa, já manifestaram apoio os prefeitos Sandrinho Palmeira (Afogados da Ingazeira), Berg Gomes (Carnaíba), Luciano Torres (Ingazeira), Aline Karina (Itapetim), Márcia Conrado (Serra Talhada), Mayco da Farmácia (Solidão), Delson Lustosa (Santa Terezinha), Zé Pretinho (Quixaba), Bebe Água (Betânia), Luciano Bonfim (Triunfo) e Manoel Messias (Custódia).

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Nova data: concessionárias assumem serviços de água e esgoto em Pernambuco a partir de 23 de novembro

 

A partir de 23 de novembro de 2026, as empresas AQUA Pernambuco e VITA Sertão passam a gerenciar a distribuição de água e o tratamento de esgoto em regiões estratégicas do estado.

O setor de saneamento básico e distribuição de água em Pernambuco está prestes a passar por uma de suas maiores transformações. Foi confirmada a nova data para o início da operação da Concessão Parcial dos serviços de água e esgoto no estado: 23 de novembro de 2026. A partir desse dia, duas novas concessionárias privadas, a AQUA Pernambuco e a VITA Sertão, assumirão oficialmente a responsabilidade pelo abastecimento, coleta e tratamento de efluentes em regiões específicas do território pernambucano.

O modelo de concessão parcial foi desenhado para atrair investimentos privados, acelerar a universalização dos serviços e melhorar a infraestrutura de distribuição, que historicamente enfrenta desafios de racionamento e perdas na rede.

A transição marca uma nova etapa na gestão dos recursos hídricos do estado. Enquanto a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) continuará desempenhando papéis estratégicos em áreas públicas e de captação grossa, as novas concessionárias ficarão na linha de frente do atendimento ao cliente e da manutenção urbana das redes.

Elas vão operar distribuição de Água, gestão direta da chegada da água tratada até as residências e comércios; esgotamento Sanitário, com promessa de ampliação da rede de coleta e modernização das estações de tratamento de esgoto e investimentos em Infraestrutura, com previsão de obras de modernização para reduzir vazamentos e melhorar a regularidade do abastecimento.

População com dúvidas e informações de fechamento de pontos de atendimento circulam nas redes

Algumas cidades estão trazendo a repercussão das mudanças ou fechamento de pontos de atendimento. Há informações de fechamentos de postos de atendimento em cidades como Arcoverde, Sertânia, Afogados da Ingazeira e outras no interior. Ainda não há informações sobre como isso será compensado pelas empresas responsáveis, que podem aderir para exclusividade de teleatendimento.

A Compesa tem orientado os usuários a buscarem apenas os meios oficiais de comunicação  diretamente no site oficial corporativo (compesa.com.br) e através dos perfis verificados da companhia nas redes sociais.


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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Quaest: Flávio tem 50,6% e Lula 49,4% dos votos válidos; empate técnico no segundo turno

 

Nova pesquisa Quaest aponta diferença de 1,2 ponto percentual entre os candidatos nos votos válidos.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50,6% dos votos válidos, contra 49,4% do presidente Lula (PT), na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais.

Os números indicam empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na rodada anterior, divulgada em 14 de outubro, os percentuais publicados eram de 51% para Flávio e 49% para Lula nos votos válidos.

Nas intenções de voto totais, Flávio aparece agora com 45%, enquanto Lula registra 44%. Na pesquisa anterior, os números eram de 46% e 44%, respectivamente.

O levantamento ouviu 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro, por meio de entrevistas presenciais.

Contratada pelo Grupo Globo, a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro BR-08535/2026 no TSE.

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terça-feira, 20 de outubro de 2026

Pesquisas aferem situação de Flávio e Lula a 5 dias do pleito

 Publicado por Nill Júnior em 20 de outubro de 2026

No meu comentário desta terça-feira (20/10) para o Jornal Itapuama, analiso os mais recentes levantamentos das pesquisas eleitorais, a cinco dias do pleito.

A pesquisa Real Time Big Data mostra Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48% dos votos válidos, o que configura empate técnico. Nos votos totais, Flávio aparece com 48% e Lula com 45%. O levantamento ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais por telefone entre 15 e 19 de outubro.

Destaco que, na reta final da campanha, os dados indicam estabilidade nos percentuais médios, com Flávio liderando por margens pequenas (entre 1,5 e 3 pontos) e uma trajetória recente de crescimento de Lula. Aponto ainda que o debate na TV Globo, na próxima sexta-feira (23), será determinante para a decisão dos eleitores indecisos.

🔊 Ative o áudio do post e confira o comentário completo.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Quem ganhou o debate? Uma análise do encontro Lula X Flávio Bolsonaro na Band

 

No meu comentário das 12h desta segunda-feira (19), direto de Campina Grande (PB), analiso o debate transmitido pela Band entre os candidatos Lula e Flávio Bolsonaro.

Destaco que a avaliação geral é de que o debate teve um nível muito aquém do esperado, fruto da estratégia adotada pelos candidatos:

Além dos embates diretos, apontei que a Band errou ao liberar plateia com claques para os candidatos, reunindo figurantes da “lacração” das redes sociais como Pablo Marçal, Lucas Pavanato, Nikolas Ferreira e André Janones, o que tumultuou o ambiente.

Também avaliei a condução do debate: elogiei a postura firme da mediadora Adriana Araújo, que precisou tomar as rédeas da situação, enquanto critiquei a atuação do mediador Eduardo Oinegue.

Clique no link abaixo e confira o meu comentário completo sobre o debate.


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Assista o debate da Band

No debate da Band, pela definição do sorteio, o candidato Flávio Bolsonaro ficará posicionado no lado esquerdo do estúdio, enquanto o candidato Lula ocupará o lado direito. A mediação do programa e a formulação das perguntas da emissora estarão a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo.

O programa será dividido em três blocos compostos por perguntas dos apresentadores e enfrentamento direto entre os postulantes:

Primeiro bloco: Os âncoras abrem o debate fazendo uma pergunta para cada candidato. Em seguida, é iniciado o confronto direto, no qual Lula e Flávio Bolsonaro ficam livres no estúdio para debaterem por 30 minutos.

Segundo bloco: Começa com uma pergunta elaborada pelos âncoras para cada participante. Na sequência, abre-se a dinâmica em que um candidato pergunta diretamente para o outro.

Terceiro bloco: Mantém a mesma regra do bloco anterior, com perguntas dos apresentadores e confronto direto entre os candidatos, além de reservar o espaço final para as considerações finais de cada um.

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