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sexta-feira, 3 de abril de 2026

Coluna Diária: Trajando Direitos - Missão Artemis II: O Direito Espacial e Internacional no rastro da Nave Espacial Orion para a Lua

 

Após o lançamento histórico de 1º de abril, entenda como a missão Artemis II redefine a soberania global e por que o Brasil é peça-chave nas novas leis que regem a Lua e o destino da humanidade no vácuo.

O mundo parou no último dia 1º de abril para assistir à subida da cápsula Orion. Mas, enquanto os quatro astronautas cruzam o espaço profundo neste exato momento, um exército de juristas aqui na Terra monitora cada quilômetro percorrido. No Trajando Cidadania de hoje, vamos entender por que essa viagem não é apenas um feito da engenharia, mas o maior teste da história para o Direito Internacional.

1. O Brasil no "Cockpit" Jurídico

Diferente da corrida espacial dos anos 60, o Brasil não é apenas um espectador. Como signatário dos Acordos Artemis, nosso país ajudou a estabelecer as regras que a Orion está seguindo agora.

  • O que isso significa? Que o Brasil aceitou o compromisso de exploração pacífica e, em troca, garantiu que nossos cientistas e empresas tenham voz (e direitos) na futura economia lunar.

2. A Orion e o "Passaporte" Internacional

A cápsula Orion é território americano, mas o espaço por onde ela passa é Patrimônio Comum da Humanidade.

  • O Conflito de Soberania: Pelo Direito Internacional, os EUA não podem "ser donos" da órbita lunar. A missão Artemis II serve para consolidar a ideia de que, embora a tecnologia seja de um país, o acesso ao espaço deve ser livre para todos. É o equilíbrio delicado entre o investimento privado/estatal e o direito global.

3. Responsabilidade no Vácuo: E se algo cair aqui?

Com a Orion lá em cima, entra em vigor a Convenção de Responsabilidade Espacial. Se qualquer detrito desse lançamento atingisse o solo brasileiro no dia 1º, o governo lançador teria "responsabilidade absoluta". No Direito Internacional, isso significa que não se discute se houve erro; o dano gera dever automático de indenizar.

4. Extração de Recursos: O Próximo Passo

A Artemis II prepara o terreno para a mineração. O grande debate jurídico de 2026 é: se a missão identificar depósitos de hélio-3 ou água, quem tem o direito de extrair? Os Acordos Artemis dizem que a extração é permitida, mas a "posse" da área não. É o Direito tentando evitar o colonialismo espacial.

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Dizemos que entender o Direito Espacial é Trajar Direitos porque o sucesso da Orion hoje garante que as leis internacionais sejam respeitadas amanhã.

Trajar esse direito é compreender que o Brasil, ao participar desse ecossistema, está protegendo sua própria soberania tecnológica. Cidadania hoje não termina na nossa fronteira terrestre; ela se estende até onde nossos satélites e acordos alcançam. Vestir o traje de cidadão do século XXI é entender que o céu acima de nós é regido por leis que garantem a paz e o progresso de todos, não apenas dos mais fortes.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Abril Azul: o papel da escola na identificação, inclusão e acolhimento de alunos com autismo

 Abril Azul: o papel da escola na identificação, inclusão e acolhimento de alunos com autismo

Especialistas reforçam que estratégias como adaptações curriculares, capacitação de educadores e um ambiente estruturado fazem a diferença no desenvolvimento dessas crianças, promovendo aprendizado e bem-estar.

Durante o mês de abril, o mundo se mobiliza com a campanha Abril Azul, voltada à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Neste contexto, a escola é um dos espaços mais importantes para promover o respeito à diversidade e garantir o desenvolvimento pleno de crianças autistas.

Para a psicóloga clínica e escolar Camila Conceição, da Legacy School, o ambiente escolar tem papel fundamental tanto na identificação precoce quanto na construção de uma educação inclusiva e acolhedora.

“A escola pode observar comportamentos característicos que sugerem o TEA, entre eles dificuldades na interação social, desafios na comunicação, sensibilidades sensoriais e comportamentos estereotipados. Quando esses sinais são percebidos, é essencial atender a família de forma acolhedora, compartilhar as observações e sugerir uma avaliação detalhada com um profissional especializado”, explica Camila.

Além da identificação, a inclusão efetiva é uma das grandes responsabilidades da escola. Segundo a especialista, pequenas mudanças podem fazer grande diferença para o aluno autista.

“Algumas estratégias são criar um ambiente previsível, utilizar uma comunicação clara e direta, recorrer a recursos visuais para reforçar o aprendizado, oferecer tempo adicional para a realização de tarefas e incentivar a socialização.”

Outro ponto importante é saber lidar com crises emocionais e comportamentais que podem ocorrer no ambiente escolar. De acordo com Camila, a condução adequada nesses momentos é essencial para o bem-estar da criança.

“É preciso manter um ambiente calmo e, quando necessário, levar a criança para um local mais tranquilo. Utilizar técnicas de regulação emocional ajuda, mas o mais importante é identificar os gatilhos que desencadeiam a crise, para prevenir futuras situações semelhantes.”

A escola, no entanto, não atua sozinha. O trabalho em conjunto com a família e os profissionais de saúde é decisivo para o sucesso do processo educacional. Segundo a psicóloga, essa parceria fortalece o desenvolvimento do aluno.

“Essa parceria é fundamental para o bem-estar e bom aproveitamento pedagógico do aluno com TEA. Permite ajustes em estratégias e favorece o acompanhamento da evolução da criança”, destaca Camila.

Outro aspecto essencial para garantir a inclusão e combater o preconceito é trabalhar a conscientização com os colegas de classe, o que também previne casos de bullying. Para a especialista, a informação é uma ferramenta poderosa nesse processo.

“Atividades educativas que abordem o que é o TEA, suas características e como todos podem contribuir para um ambiente mais empático são muito importantes. Valorizar as diferenças é essencial.”

Na prática, isso exige adaptações curriculares personalizadas, respeitando os ritmos e as habilidades de cada estudante. Camila explica que essas adequações são fundamentais para evitar sobrecargas.

“A adaptação pode envolver simplificação ou redução de conteúdos, uso de recursos visuais, tarefas mais curtas e ajustes no tempo para evitar sobrecargas.”

Por fim, a psicóloga ressalta a importância de capacitar educadores e funcionários para uma atuação mais inclusiva no dia a dia escolar.

“É preciso realizar treinamentos sobre as características do autismo, estratégias de inclusão e manejo de crises. Também é essencial promover a empatia e a comunicação clara.”

Entre os desafios enfrentados no ambiente escolar, estão a resistência de algumas famílias em buscar avaliação especializada, a falta de apoio terapêutico e a dificuldade de alguns educadores em adotar práticas inclusivas. Mas, para a especialista, é possível superar essas barreiras com diálogo, acolhimento e formação contínua.

Fonte https://diariopcd.com.br/abril-azul-o-papel-da-escola-na-identificacao-inclusao-e-acolhimento-de-alunos-com-autismo/

Postado Pôr Antônio Brito 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Osasco/SP denuncia uso indevido de vans que atendem PCD na cidade

 Denúncia aponta uso irregular de vans para PcD em Osasco/SP, com restrições de uso, falta de veículos e prejuízo a atendimentos essenciais, levantando questionamentos sobre gestão e responsabilidade pública.

Osasco/SP denuncia uso indevido de vans que atendem PCD na cidade

Tivemos a informação sobre essa denúncia através do nosso colunista da Revista Reação, Bruno Oliveira de Carvalho, que é pessoa com deficiência e, mesmo não sendo morador de Osasco/SP, levantou essa situação e expôs o que está acontecendo também no seu programa Consciência Inclusiva no YouTube.

Em Osasco/SP, uma das principais cidades da região metropolitana de SP, 3 vans que o Governo Estadual deu para o município, para que fossem utilizadas no transporte e atendimento de pessoas com deficiência, tanto para tratamentos como para o lazer, estão, segundo a denúncia, sendo utilizadas de forma irregular. A denúncia também traz outro problema: o horário de uso desses veículos, somente de segunda a sexta em horário comercial. Como se as PcD do município não pudessem ter lazer e nem precisassem de tratamentos específicos aos sábados, domingos e feriados. Outra restrição imposta ao uso dos carros é que a PcD só poderia utilizar para consultas até 30 Km de Osasco/SP, mas parece que até isso mudou e agora o uso está restrito somente dentro do município.

Um dos serviços prejudicados com as medidas foi o atendimento de jovens e crianças com deficiências mais severas, que são atendidas pela instituição Rainha da Paz, que fica num município vizinho, em Santana de Parnaíba/SP, que dá tratamento de excelência e GRATUITO a PcD de Osasco/SP. Segundo a denúncia, a Secretaria de Saúde de Osasco/SP disse que não irá mais fornecer o transporte até a Associação Rainha da Paz. E como ficam esses pacientes?

A alegação da Secretaria de Saúde de Osasco/SP é que a cidade ofereceria essas mesmas terapias que os atendidos recebem na Rainha da Paz, mas, segundo a denúncia, isso não procede, pois, além de não ter esse tipo de atendimento na cidade, as filas são enormes e não existem vagas para o atendimento de todos que precisam.

A chegada dessas vans na cidade está noticiada inclusive no site oficial da prefeitura, numa matéria datada de 30 de junho de 2022. O trecho na matéria publicada no site diz: “Na quarta-feira, 29/6, a Secretaria Executiva da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de Osasco recebeu três vans adaptadas para pessoas com deficiência que vão auxiliar na prestação de serviços municipais voltados à acessibilidade. A entrega faz parte de parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo e integra o Programa ‘Nova Frota – SP Não Para’, que beneficiará ao todo 117 municípios do estado”. Estamos em 2026. Onde estão estas vans?

A denúncia vinda da cidade de Osasco/SP, que possui mais de 750 mil habitantes e uma população de PcD estimada em pelo menos 150 mil pessoas, é que das 3 vans cedidas pelo estado, apenas 1 está em atividade, o que é visivelmente insuficiente para atender a todas as pessoas necessitadas. E as outras 2 vans? Ao que se sabe, 1 está quebrada há mais de um ano e a outra simplesmente sumiu, não se sabe onde foi parar.

O Ministério Público precisa urgentemente entrar em ação neste caso e levantar a procedência dessas informações e, caso seja constatado tudo que está sendo denunciado, que sejam punidos o município, a Secretaria de Saúde e todos os responsáveis.

Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=5504274a-ab10-419d-8ad3-c25efcb75fc6

Postado Pôr Antônio Brito 

Coluna Diária: Trajando Direitos - Direito Penal do Inimigo: Quando a lei deixa de tratar você como cidadão?

 

Você já sentiu que, para certos crimes como o terrorismo ou o crime organizado de alto nível, a Justiça parece funcionar de um jeito diferente? É mais rápida, mais dura, com menos garantias? Isso não é coincidência. Existe uma teoria jurídica chamada Direito Penal do Inimigo, e ela é uma das discussões mais polêmicas do mundo jurídico moderno.

1. O que é essa "Guerra Jurídica"?

Criada pelo jurista alemão Günther Jakobs, a teoria divide o Direito Penal em dois:

  • Direito Penal do Cidadão: É o que conhecemos. Você tem direito à ampla defesa, à presunção de inocência, ao devido processo legal. A lei te trata como alguém que cometeu um erro, mas que ainda faz parte do pacto social.

  • Direito Penal do Inimigo: É aplicado àqueles que, por suas condutas, são vistos como "perigosos permanentes". Aqui, o indivíduo perde o status de "pessoa" e passa a ser tratado como um inimigo a ser combatido. As garantias diminuem, a prisão preventiva se torna regra, e o foco não é a reabilitação, mas a eliminação do risco.

2. Onde vemos isso no Brasil?

Embora o Brasil adote oficialmente o Direito Penal do Cidadão na Constituição, vemos "flertes" com o Direito Penal do Inimigo em várias leis recentes, como:

  • Lei de Organizações Criminosas: Onde o Estado usa infiltração policial e delações premiadas como armas de guerra.

  • Lei Antiterrorismo: Que cria regras de exceção para combater quem é classificado como ameaça à ordem pública.

  • Regimes Penitenciários de Segurança Máxima: O isolamento total do preso visa retirá-lo do convívio social, tratando-o não como alguém que vai voltar, mas como um risco que deve ser isolado.

3. O Perigo da Ladeira Escorregadia

A grande pergunta filosófica aqui é: quem define quem é o "inimigo"? Se hoje o Direito Penal do Inimigo é usado contra o crime organizado, amanhã ele pode ser usado contra dissidentes políticos ou minorias que incomodam o poder de plantão?

🛰️ Por que isso é "Trajar Cidadania"?

Dizemos que entender o Direito Penal do Inimigo é Trajar Direitos porque a democracia é medida pela forma como tratamos até aqueles que erram gravemente.

Trajar esse direito é ser vigilante. É entender que, no momento em que permitimos que o Estado retire as garantias de um "inimigo", estamos retirando um tijolo da casa de segurança de todos nós. A verdadeira cidadania exige que o Direito Penal seja sempre, e sem exceções, uma proteção contra o arbítrio, garantindo que ninguém por mais perigoso que seja o seu crime, perca a sua condição básica de ser humano perante a lei.


Matéria e Arte Digital pelo Colunista Heliezer de Souza.

Quais as dificuldades inerentes aos cadeirantes na rotina do dia a dia


As dificuldades enfrentadas por cadeirantes no cotidiano são multifacetadas, envolvendo desde barreiras físicas óbvias até obstáculos sociais e institucionais menos visíveis. Essas barreiras limitam a autonomia e o pleno exercício da cidadania.

Aqui estão os principais desafios divididos por categorias:

1. Barreiras Arquitetônicas e Urbanísticas

É o desafio mais imediato e visível, onde o design das cidades ignora a mobilidade sobre rodas.

  • Calçadas Irregulares: Buracos, degraus, raízes de árvores e falta de rampas de acesso (ou rampas com inclinação inadequada) tornam trajetos curtos exaustivos e perigosos.

  • Estabelecimentos Inacessíveis: Entradas com degraus, portas estreitas que não permitem a passagem da cadeira e balcões de atendimento excessivamente altos.

  • Banheiros Inadequados: A falta de barras de apoio, espaço para manobra e pias na altura correta restringe a permanência do cadeirante em espaços públicos e privados.

2. Transporte e Mobilidade

O direito de ir e vir é frequentemente cerceado pela infraestrutura de transporte.

  • Transporte Público: Ônibus com elevadores quebrados, falta de treinamento dos motoristas para operar o sistema e ausência de acessibilidade em estações de metrô ou trens.

  • Vagas de Estacionamento: Desrespeito às vagas reservadas por pessoas sem deficiência e falta de espaço lateral nas vagas para que o cadeirante possa desembarcar com segurança.

3. Barreiras Atitudinais e Sociais

Muitas vezes, o comportamento da sociedade é mais limitante do que a própria falta de rampas.

  • Capacitismo: O olhar de pena ou a infantilização do cadeirante. Muitas pessoas tendem a falar com o acompanhante em vez de dirigir a palavra diretamente à pessoa na cadeira.

  • Invisibilidade Social: A tendência de ignorar a presença do cadeirante em ambientes sociais ou profissionais, assumindo antecipadamente que ele não pode realizar certas tarefas.

4. Dificuldades Laborais e Econômicas

  • Adaptação do Posto de Trabalho: Nem todas as empresas estão dispostas a investir em mobiliário adaptado ou em tecnologia assistiva.

  • Custos de Vida Elevados: Cadeirantes frequentemente enfrentam gastos extras com manutenção da cadeira, adaptação veicular, fisioterapia e insumos de saúde, o que nem sempre é acompanhado por uma renda proporcional.

5. Impacto na Saúde Física e Autonomia

  • Esforço Repetitivo: O uso constante dos braços para propulsão da cadeira pode gerar lesões nos ombros e punhos a longo prazo.

  • Dependência Forçada: Quando o ambiente não é acessível, o cadeirante é obrigado a pedir ajuda para tarefas simples, o que afeta a sensação de independência e privacidade.


Aspectos Legais no Brasil

No Brasil, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, estabelece que é dever do Estado, da sociedade e da família assegurar, com prioridade, a efetivação dos direitos referentes à dignidade e à liberdade de movimento. O descumprimento de normas de acessibilidade pode gerar penalidades administrativas e civis para gestores e proprietários de estabelecimentos.

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Tabira conquista Selo FNAS 2025 e reafirma excelência na gestão da Assistência Social

 

31/03/2026 em Regionais

O município de Tabira comemora mais uma importante conquista na área da gestão pública. A cidade foi oficialmente contemplada com o Selo FNAS 2025, certificação de reconhecimento nacional concedida pelo Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS), que destaca boas práticas na administração dos recursos da assistência social.

O reconhecimento coloca Tabira entre os municípios brasileiros que demonstram rigor técnico, transparência e eficiência na aplicação dos recursos destinados ao bem-estar da população. Na região do Pajeú, algumas cidades alcançaram o selo, enquanto outras ainda não atingiram os critérios exigidos, o que reforça o destaque da gestão tabirense.

A secretária de Desenvolvimento Social e Mulher, Ítala Jamábia, ressaltou a importância da conquista, destacando o trabalho contínuo da equipe e o compromisso com uma gestão responsável e humanizada. “Esse selo é resultado de muito esforço, planejamento e compromisso com a população. Seguimos trabalhando para garantir que cada recurso seja bem aplicado e chegue a quem mais precisa”, afirmou.

Mais do que um título simbólico, o Selo FNAS funciona como um atestado de qualidade da gestão fiscal e administrativa dos recursos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Para a população, isso significa que programas como o Bolsa Família, os serviços ofertados pelos CRAS e CREAS, além das unidades de acolhimento, estão sendo conduzidos com responsabilidade e em conformidade com as normas federais.

A conquista evidencia ainda práticas como a transparência ativa, com rigor na prestação de contas e alimentação dos sistemas nacionais; a eficiência na aplicação dos recursos, ampliando o alcance dos serviços; e o fortalecimento do SUAS, por meio de equipes qualificadas e equipamentos públicos em pleno funcionamento.

Com mais esse reconhecimento, Tabira reafirma seu compromisso com uma gestão séria, transparente e voltada para a promoção da cidadania e da inclusão social.


https://www.cidadefmtabira.com.br/noticia/131960/tabira-conquista-selo-fnas-2025-e-reafirma-excelencia-na-gestao-da-assistencia-social

Carlos Veras afirma que João Campos terá palanque em Tabira com apoio do PT

 

Deputado diz que seguirá em diálogo com prefeito Flávio e cita compromisso político com o atual prefeito do Recife

O deputado federal e presidente estadual do PT, Carlos Veras, afirmou que o prefeito do Recife, João Campos, terá um palanque em Tabira sustentado por ele próprio. A declaração foi dada em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (31), em meio ao debate sobre as alianças políticas do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco.

Veras ressaltou sua ligação com a região e garantiu que a relação política com o prefeito de Tabira, Flávio Marques, seguirá sendo construída a partir do diálogo. Ele também mencionou a atuação da governadora em favor do município, embora não tenha detalhado ações específicas na fala transcrita.

Na entrevista, Carlos Veras enfatizou que o PT continuará dialogando com o grupo político de Tabira e reafirmou seu alinhamento com João Campos. Ele disse ser natural dessa região do Sertão e destacou que o prefeito do Recife contará com um palanque no município:

“Nós vamos continuar conversando com o Flávio. Eu sou de Tabira também. Eu sou do Pajeú e João Campos terá um palanque em Tabira, que é o palanque do deputado federal Carlos Veras.”

O deputado afirmou que não vê rompimento na relação com o prefeito de Tabira, mas cobrou reconhecimento à governadora por ações voltadas ao município:

“Agora o prefeito de Tabira não pode ser injusto. Todo mundo sabe o que a governadora fez por Tabira. Todo mundo sabe o que ela fez.”

Veras acrescentou que seu compromisso com João Campos é de ampliar resultados em relação ao que, segundo ele, já foi feito pela atual gestão estadual:

“Meu compromisso com o João é de fazer o dobro. Por isso que eu estou com ele.”

Ao mesmo tempo, fez questão de elogiar o prefeito de Tabira:

“Mas o prefeito de Tabira é um prefeito correto. É um prefeito que sabe o que está fazendo e que está trabalhando pelo povo de Tabira.”

Segundo o deputado, cada cenário municipal será avaliado separadamente, sempre com base na percepção da população e na atuação das lideranças locais.

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Apac emite alerta laranja de chuvas intensas para todas as regiões de Pernambuco nesta quarta

 

Estado entra em atenção após acumulados superiores a 140 mm em 24 horas

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um alerta laranja de chuvas intensas para todas as regiões de Pernambuco nesta quarta-feira (1º). O aviso vale para a Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata, Agreste e Sertão, que estão em estado de atenção durante todo o dia.

Nas últimas 24 horas, os maiores acumulados de chuva foram registrados em:

Cabo de Santo Agostinho: 142,9 mm; Ipojuca: 103,0 mm; Itapissuma: 100,0 mm; Camaragibe: 91,4 mm; Igarassu: 91,3 mm; Recife: 86,4 mm, segundo a Apac.

Inmet mantém avisos de perigo para Sertão e Agreste

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou os alertas emitidos na terça-feira e publicou novo aviso de chuvas intensas, na classificação laranja (perigo), para o Sertão de Pernambuco e Sertão do São Francisco, válido até 23h59 desta quarta-feira.

Nessa faixa de alerta, o Inmet prevê: chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia; ventos intensos de 60 a 100 km/h; riscos: corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Há também um alerta amarelo para o Agreste, com: chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos de 40 a 60 km/h e baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

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terça-feira, 31 de março de 2026

Projeto “Músicas, Notas & Sonetos” celebra inclusão por meio da arte com o sarau “Soneto em Cena” em SP

 Projeto "Músicas, Notas & Sonetos" celebra inclusão por meio da arte com o sarau "Soneto em Cena" em SP

Com colaboração da Fundación Mapfre, apresentação é o resultado de oficinas realizadas com pessoas com deficiência em um encontro que une poesia, música e inclusão

No próximo 31 de março, às 14h, acontece na Galeria Olido, em São Paulo, a apresentação “Sarau: Soneto em Cena”, que marca a finalização do projeto “Músicas, Notas & Sonetos”, realizado pelo Instituto Olga Kos. A atividade reúne participantes com e sem deficiência em um encontro que une poesia, música e expressão artística, celebrando a diversidade e o poder transformador da cultura.

Inspirado pela musicalidade dos sonetos, pelos cordéis e pelas cantigas populares, o projeto promoveu, ao longo de suas oficinas, experiências de criação coletiva que exploraram ritmo, métrica e expressão corporal. Por meio de atividades de escuta sensível, improvisação poética e experimentação sonora, os participantes criaram versos autorais, declamaram, cantaram e descobriram novas maneiras de comunicar sentimentos e histórias.

De acordo com Francisco Xavier, orientador do Instituto Olga Kos, o projeto parte da música como instrumento de transformação. “A música é uma ferramenta de inclusão e de transformação. Mais do que pensar apenas em notas musicais ou afinação, buscamos trabalhar outros fatores que a sonoridade traz: a observação do som, a criatividade e a forma como cada participante se relaciona com ele”, afirma.

Ainda segundo Xavier, o processo pedagógico valoriza a expressão individual de cada participante. “Muitas vezes eles criam maneiras próprias de se relacionar com os instrumentos e com o ritmo. Nosso desafio é acolher essas diferenças e transformar tudo isso em uma experiência artística coletiva, sem perder a essência do processo de aprendizagem”, explica.

Para as famílias, acompanhar a evolução dos participantes é motivo de emoção. Tônia Blanco, mãe de Carlos, que possui o Transtorno do Espectro Autista (TEA), conta, emocionada, a trajetória desde que o filho chegou no projeto e não queria interagir, até a apresentação em que, segundo ela, Carlos foi protagonista: “Frequentamos o Olga há mais de 10 anos. Quando o Carlos chegou, ele não entrava no grupo, estava sempre fora, escondido, sem aparecer nas fotos. Em 2025, tive uma surpresa tão grande, que todas as vezes que eu lembro, eu começo a chorar: na apresentação ele foi o protagonista do grupo. Tem um vídeo que eu não paro de assistir e, todas as vezes, eu choro”.

Lúcia Gomes Freire, mãe de Yasmin, de 18 anos, que tem síndrome de Down e participa de projetos do Instituto desde 2020, também ressalta o impacto da arte na vida da filha e conta sobre a direção diferente que ela, como mãe, seguiu: “Fiz um caminho diferente com a Yasmin. Sempre fiz questão da Yasmin participar de uma escola regular. Quando ela chegou na adolescência, quis apresentá-la aos pares e, no Olga, ela teve conhecimento de que existiam mais pessoas iguais a ela. Ela se conheceu e se viu dentro de todo o processo”.

Sobre a evolução proporcionada pela música, Lúcia reforça: “Cada apresentação é única. A gente percebe que, a cada projeto, ela avança um pouco mais, amplia o repertório musical e ganha mais autonomia para se expressar”, conta.

Com entrada gratuita, o “Sarau: Soneto em Cena” convida o público a vivenciar uma experiência sensível em que poesia, música e inclusão caminham juntas. No palco, cada verso e cada melodia revelam que a cultura pode ser um poderoso instrumento de transformação social e de valorização das diferenças.

Serviço
Sarau: Soneto em Cena – Encerramento do projeto “Músicas, Notas & Sonetos”
Data: 31 de março de 2026
Horário: 14h
Local: Galeria Olido – Avenida São João, 473, Centro – São Paulo
Entrada gratuita

Sobre o Instituto Olga Kos

Fundado há 19 anos, o Instituto Olga Kos (IOK) é uma organização sem fins lucrativos, qualificada como Oscip pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Desenvolve projetos artísticos, esportivos e científicos voltados a pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social, promovendo inclusão, diversidade e acesso à cultura.

Fonte https://diariopcd.com.br/projeto-musicas-notas-sonetos-celebra-inclusao-por-meio-da-arte-com-o-sarau-soneto-em-cena-em-sp/

Postado Pôr Antônio Brito 

segunda-feira, 30 de março de 2026

MPF aciona Judiciário para que TRF3 corrija nomeações de cotistas em concurso

MPF aciona Judiciário para que TRF3 corrija nomeações de cotistas em concurso

Sentença ordena compensação nas próximas convocações para garantir cumprimento das cotas raciais e para pessoas com deficiência

O Ministério Público Federal (MPF) obteve decisão da Justiça Federal que determina à União a adequação das próximas nomeações do concurso do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), de 2024, para o cargo de técnico judiciário, a fim de assegurar o cumprimento correto das regras de reserva de vagas para candidatos cotistas.

A sentença reconheceu que a sistemática adotada pelo TRF3 nas nomeações — ao contabilizar como cotistas candidatos aprovados também na ampla concorrência — acabou reduzindo, na prática, o número de pessoas negras e com deficiência efetivamente beneficiadas pela política afirmativa.

Na decisão, a Justiça determinou que, consideradas as nomeações já realizadas, o TRF3 deverá compensar nas próximas convocações, de modo a adequar o total de nomeações ao que prevê a legislação, especialmente o artigo 3º, §1º, da Lei nº 12.990/2014. A medida também se aplica às vagas destinadas a pessoas com deficiência, assegurando o cumprimento dos percentuais legais de reserva.

Na prática, a decisão impede que candidatos aprovados na ampla concorrência dentro do número de vagas sejam convocados para vagas reservadas, garantindo que essas vagas sejam efetivamente ocupadas por candidatos que dependem da política de cotas.

Fonte: Ministério Público Federal (MPF)Assessoria de Comunicação em São Paulo

Fonte https://diariopcd.com.br/mpf-aciona-judiciario-para-que-trf3-corrija-nomeacoes-de-cotistas-em-concurso/

Postado Pôr Antônio Brito 

ações de cotistas em concurso

MPF aciona Judiciário para que TRF3 corrija nomeações de cotistas em concurso

Sentença ordena compensação nas próximas convocações para garantir cumprimento das cotas raciais e para pessoas com deficiência

O Ministério Público Federal (MPF) obteve decisão da Justiça Federal que determina à União a adequação das próximas nomeações do concurso do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), de 2024, para o cargo de técnico judiciário, a fim de assegurar o cumprimento correto das regras de reserva de vagas para candidatos cotistas.

A sentença reconheceu que a sistemática adotada pelo TRF3 nas nomeações — ao contabilizar como cotistas candidatos aprovados também na ampla concorrência — acabou reduzindo, na prática, o número de pessoas negras e com deficiência efetivamente beneficiadas pela política afirmativa.

Na decisão, a Justiça determinou que, consideradas as nomeações já realizadas, o TRF3 deverá compensar nas próximas convocações, de modo a adequar o total de nomeações ao que prevê a legislação, especialmente o artigo 3º, §1º, da Lei nº 12.990/2014. A medida também se aplica às vagas destinadas a pessoas com deficiência, assegurando o cumprimento dos percentuais legais de reserva.

Na prática, a decisão impede que candidatos aprovados na ampla concorrência dentro do número de vagas sejam convocados para vagas reservadas, garantindo que essas vagas sejam efetivamente ocupadas por candidatos que dependem da política de cotas.

Fonte: Ministério Público Federal (MPF)Assessoria de Comunicação em São Paulo

Fonte https://diariopcd.com.br/mpf-aciona-judiciario-para-que-trf3-corrija-nomeacoes-de-cotistas-em-concurso/

Postado Pôr Antônio Brito 

Em Tabira, xadrez político de Flávio e Dinca movimenta eleição


Em Tabira, salvo uma guinada radical,  Flávio Marques (PT) subirá no palanque de Raquel Lyra e Dinca Brandino,  no de João Campos.

Sendo assim,  se Raquel ganhar, Flávio não terá problemas e pavimenta sua reeleição “com os pés nas costas”.

A questão é que, se der João,  o alinhamento pode fortalecer Dinca para 2028, até então visto como em “fim de feira político”. O enterro pode voltar da porta…

Nos bastidores,  prefeitos socialistas que apoiaram Flávio desde sua caminhada política até a ação que lhe devolveu direitos políticos tratam o gesto como ingratidão. Já Marques tem repetido o discurso de Carlos Veras,  de que alguns socialistas,  inclusive no Pajeú,  votaram em Raquel Lyra no segundo turno.

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Paraná Pesquisas: Lula tem 41,3% contra 37,8% de Flavio no 1º turno


Instituto entrevistou 2.080 eleitores, entre os dias 25 e 28 de março; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 41,3% das intenções de voto para a Presidência da República contra 37,8% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro turno da disputa, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30).

Os números representam empate técnico entre os dois primeiros colocados.

Na sequência, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), tem 3,6%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), surge com 3%.

O coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão), tem 1,2%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), 1,1%.

Do total de entrevistados, 7% dizem que votariam branco, nulo ou não votariam em nenhum dos nomes citados. Outros 5% não sabem ou não opinaram.

Essa é a primeira pesquisa do instituto desde que o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou a desistência da disputa interna do partido pela candidatura ao Palácio do Planalto.

A decisão fez com que o nome de Caiado passasse a ser visto como o favorito na legenda, segundo interlocutores. Também tenta a vaga o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).

Metodologia

A Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores, entre os dias 25 e 28 de março, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00873/2026. As informações são da CNN Brasil.

https://nilljunior.com.br/

domingo, 29 de março de 2026

Socorro Veras reage a nome citado na CPMI do INSS

 

Prezadas companheiras e companheiros,

Fui surpreendida ontem com a irresponsável, leviana, mentirosa e abusiva afirmação, feita pelo Relator da CPMI do INSS, de que eu teria envolvimento no esquema fraudulento que vitimou aposentados em todo o Brasil. As acusações não têm suporte em qualquer indício e ainda se baseiam em informações falsas.

Nunca trabalhei ou exerci qualquer cargo ou mandato nos sindicatos, federações ou na confederação de trabalhadores rurais, embora conheça e ateste a importância dessas entidades para a conquista de direitos dos trabalhadores do campo, agricultoras e agricultores familiares, bem como a regularidade de todas as suas ações.

Tenho uma vida honrada e proba e não tenho nada do que me envergonhar. Tomarei todas as providências para responsabilizar os que me acusam, seja pelo crime previsto no art. 27 da Lei de Abuso de Autoridade, seja por calúnia e difamação.

Com lucidez, nesta madrugada, a maioria dos parlamentares que integra a Comissão derrotou o Relatório que ventilou essas mentiras.

A decisão foi acertada, pois a CPMI se demonstrou, desde o início, palco para a oposição atacar adversários políticos, antecipando a campanha eleitoral deste ano, protegendo seus aliados envolvidos no esquema e blindando os grandes financiadores eleitorais.

Parafraseando Margarida Alves, “da luta eu não fujo”. Quem está ao lado da verdade e da Justiça não tem o que temer. Não adiantará aqueles que tentaram manchar o meu nome se esconderem atrás da imunidade parlamentar.

Buscarei a Justiça!

Vereadora Socorro Veras