sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Os Mandamentos De Como Viver Bem Com Os Outros


 PRIMEIRO MOMENTO – FAÇA UMA AUTOCRÍTICA APONTANDO SUAS FALHAS E QUALIDADES. DESCREVA QUAL DEVERIA SER O SEU COMPORTAMENTO PARA MELHORAR SUA MANEIRA DE AGIR. LEIA ABAIXO E ANALISE. OS MANDAMENTOS DE COMO VIVER BEM COM OS OUTROS RESPEITAR O PRÓXIMO COMO SER HUMANO.


1. Evitar cortar a palavra de quem fala; esperar a sua vez.

2. Controlar as suas reações agressivas, evitando ser indelicado ou mesmo irônico.

3. Procurar conhecer melhor os membros do seu grupo, a fim de compreendê-los e de

4. se adaptar à personalidade de cada um. Procurar a causa de suas antipatias, a fim de vencê-las.

5. Estar sempre sorridente.

6. Procurar definir bem o sentido das palavras, no caso das discussões em grupo, para 

7. evitar mal entendidos. Ser modesto nas discussões; pensar que talvez os outros tenham razão e, se não,

8. procurar compreender-lhes as razões. Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive uma voz

9. Baixa e suave. A maneira como se fala, muitas vezes impressiona muito mais do que aquilo que se fala. Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância ao que lhe custa.

10. Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma coisa meiga e animadora a uma

11. pessoa ou a respeito dela. Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem estar, seus lares e

12. famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontrar sentir que você lhe dispensa importância e atenção. Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas dores, seus

13. Desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las. Conserve a mente aberta para todas as discussões. Investigue mas não argumente. É

14. marca de ser superior discordar e ainda conservar a amizade. Deixe as suas virtudes falarem por si mesmo e recuse a falar das faltas e fraquezas

15. Dos outros. Desencoraje murmúrios. Faça uma regra de só falar coisas boas aos outros. Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e

16. Freqüentemente magoam quando menos se espera. Não faça questão com observações más a seu respeito. Só viva de modo que 


17. Ninguém as acredite. Nervosismo e indigestão são causas comuns ao mal entendido. Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conservar 18. seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá sua recompensa.

2.      CONTROLE DE SI MESMO: Para muitos o controle de si mesmo é difícil, inicialmente, mas aos poucos se torna um hábito muito útil para melhorar as relações humanas. CONHECER A SI MESMO Antes de culparmos os outros, numa situação conflitiva, é recomendável analisar-se com o cuidado necessário, a fim de verificar se a causa do atrito não provém de nosso próprio temperamento ou da nossa formação. É importante sabermos se somos tímidos, introvertidos, reservados ou se, pelo contrário, somos sociáveis, amáveis, serviçais e afetivos, ou ainda, agressivos, combativos, enérgicos e autoritários. Existem pessoas que reúnem todos esses temperamentos, dependendo apenas das circunstâncias e do momento. O INSTINTOCOMBATIVO O instinto combativo pode levar, por exemplo, à formação de grupo individuais com o único fim de lutar contra outros.

3.      CORDIALIDADE E HARMONIA:  Consideremos a responsabilidade que nos cabe na manutenção 
da harmonia e da • cordialidade que devem existir dentro do grupo. Tudo o que diz respeito aos outros é importante. • Podemos abrir um crédito aos companheiros, mas é bom evitar demasiada intimidade • quando não se conhece profundamente a pessoa. Procuremos receber bem o colega que se inicia no grupo. • FALAR E OUVIR Procure não participar de contendas verbais, principalmente sobre política e • religião, afinal cada um tem o direito de ter sua opinião. Evitemos o “disse-que-disse”, convém obtermos informações na fonte de origem. • Procuremos ouvir aos outros com a atenção que gostaríamos que nos ouvissem. • SENTIMENTOS E EMOÇÕES Procuremos não falar ou agir sob pressão emocional; o melhor é acalmarmo-nos • primeiro. Evitemos andar sempre nos queixando de coisas, fatos ou pessoas. • Quando com as explosões, lembre-se: elas podem nos “queimar” também. • Procuremos não deixar que nossas decisões ou juízos se baseiem em simpatias ou • antipatias pessoais.

“SE VOCÊ ACHA QUE AINDA ESTÁ FALTANDOALGUM PONTO PARA MELHORAR, VOCÊ TEM BASTANTE POSSIBILIDADE PARA ISSO, BASTA CONHECER A SI MESMO.”

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