sexta-feira, 31 de outubro de 2014

BOCHA ADAPTADA


A bocha estreou no programa paralímpico oficial em 1984, na cidade de Nova Iorque, com disputas individuais no feminino e masculino. Em Atlanta (1996), foi incluído o jogo de duplas. A primeira medalha paralímpica brasileira veio no Lawn Bowls, um tipo de bocha na grama. Róbson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos “Curtinho” ganharam prata em 1972, nos Jogos de Heidelberg, Alemanha.

Competem na bocha paralímpica paralisados cerebrais severos que utilizem cadeira de rodas. O objetivo do jogo é lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma bola branca chamada de jack (conhecida no Brasil como bolim). É permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores. Há três maneiras de se praticar o esporte: individual, duplas ou equipes.

Antes de começar a partida, o árbitro tira na moeda (cara ou coroa) o direito de escolher se quer competir com as bolas de couro vermelhas ou azuis. O lado que escolhe as vermelhas inicia a disputa, jogando primeiro o jack e uma bola vermelha. Depois, é a vez da bola azul entrar em ação. A partir de então, os adversários se revezam a cada lance para ver quem consegue posicionar as bolas o mais perto possível do jack. As partidas ocorrem em quadras cobertas, planas e com demarcações no piso. A área do jogo mede 6m de largura por 12,5m de comprimento.

Para ganhar um ponto, o atleta tem de jogar a bola o mais próximo do jack. Caso este mesmo jogador tenha colocado outras esferas mais próximas do alvo, cada uma delas também vale um ponto. Se duas bolas de cores diferentes ficam à mesma distância da esfera branca, os dois lados recebem um ponto. Vence quem acumula a maior pontuação.

As partidas são divididas em ends, que só terminam após todas as bolas serem lançadas. Um limite de tempo é estabelecido por end, de acordo com o tipo de disputa. A contagem começa quando o árbitro indica quem fará o lance até quando a bola para. Nas competições individuais, são quatro ends e os atletas jogam seis esferas em cada um deles. Nas duplas, os confrontos têm quatro partes e cada atleta tem direito a três bolas por período. Quando a disputa é por trios, seis endscompõem as partidas. Neste caso, todos os jogadores têm direito a duas esferas por parte do jogo.

No Brasil, a bocha é administrada pela Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).
Classificação

Classificação

Jogadores com paralisia cerebral são classificados como CP1 ou CP2, bem como atletas com outras deficiências severas (como distrofia muscular), que também são elegíveis para competir na bocha. Os jogadores podem ser incluídos em quatro classes a depender da classificação funcional:
BC1: Tanto para arremessadores CP1 como para jogadores CP2. Atletas podem competir com o auxílio de ajudantes, que devem permanecer fora da área de jogo do atleta. O assistente pode apenas estabilizar ou ajustar a cadeira do jogador e entregar a bola a pedido.
BC2: Para todos os arremessadores CP2. Os jogadores não podem receber assistência.
BC3: Para jogadores com deficiências muito severas. Os jogadores usam um dispositivo auxiliar e podem ser ajudados por uma pessoa, que deve permanecer na área de jogo do atleta mas deve se manter de costas para os juízes e evitar olhar para o jogo.
BC4: Para jogadores com outras deficiências severas, mas que não podem receber auxílio.
Fonte: CPB

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

DESAFIOS: Dilma terá de recompor base no Congresso para governar.

26/10/2014 20h36 - Atualizado em 26/10/2014 20h44

Analistas avaliam dificuldades para formação de bloco de apoio ao governo.

Para eles, presidente reeleita terá de buscar uma coalizão mais consistente.

Renan Ramalho e Felipe NériDo G1, em Brasília
Uma das condições imprescindíveis para a presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) conseguir governar será recompor sua base de apoio no Congresso Nacional. A partir de janeiro, quando assumir o segundo mandato, ela precisará de votos da maioria dos deputados e senadores para aprovar as políticas que propôs na campanha.
Desafios novo presidente Congresso Dilma (Foto: Editoria de Arte / G1)
G1 publica até a próxima quinta-feira (30) uma série de reportagens sobre cinco desafios que o futuro presidente terá de enfrentar durante o mandato. Os outros quatro temas são infraestrutura, Olimpíadas, salário mínimo e escolha de ministros para o Supremo Tribunal Federal.
Isso ocorre porque, no sistema político brasileiro, composto por 32 partidos (em 2015, 28 estarão no Legislativo), é quase impossível que a sigla do presidente saia das eleições com a maioria parlamentar. O caminho é formar uma coalizão, angariando adesão de outras legendas em troca da partilha do poder no Executivo. Tem sido assim com todos os presidentes desde a redemocratização.
Uma sinalização da força que a presidente reeleita terá no Congresso pode ser dada pelo número de parlamentares eleitos dos partidos que a apoiaram na disputa eleitoral (veja no quadro ao lado). O PT de Dilma conseguiu 70 das 513 cadeiras na Câmara e 12 das 81 vagas do Senado. A base de apoio formada para a campanha, no entanto, pode se alterar com as negociações pós-eleições.
Segundo analistas ouvidos pelo G1, a negociação das alianças começa após o segundo turno, e a tendência é que muitos partidos decidam aderir à base de sustentação de quem sai vitorioso na disputa pela Presidência.

"O presidente eleito tem muita força de atração, o que faz com que a própria oposição fique sem ação, diante da popularidade do presidente. A capacidade de formar coalizão é muito grande, a pessoa eleita tem todos os recursos possíveis para montar a coalizão", diz o sociólogo e cientista político Sérgio Abranches, precursor dos estudos sobre o chamado "presidencialismo de coalizão".

Isso ocorre por causa da concentração de poder – por meio de verbas e cargos – nas mãos do presidente. Assim, para formar a coalizão, os analistas consideram natural a entrega aos partidos aliados do comando de ministérios e órgãos importantes da administração.

"Os partidos políticos querem votos, políticas e cargos – todos esses são meios de exercer o poder. Para governar bem, tem que ter apoio dos partidos. Um país não pode depender de pessoas, tem que depender de instituições, porque instituições ficam, as pessoas passam", justifica a cientista política Argelina Maria Cheibub, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Estudioso das coalizões formadas desde o governo de Fernando Henrique Cardoso, o cientista político Carlos Pereira, da Fundação Getúlio Vargas no Rio, diz que esses arranjos são necessários não apenas para aprovar as medidas lançadas pelo Executivo, como para proteger o governo.

"Uma coalizão estável é fundamental para que se aprove o que o presidente quer e bloqueie o que ele não quer. Caso ele não partilhe os ministérios, qualquer crise, escândalo de corrupção, crise econômica, cenário internacional menos favorável, ele pode perder logo legitimidade dentro do Parlamento", explica.
Para governar num segundo mandato, ela [Dilma] deverá fazer uma coalizão menor, com menos parceiros, mais homogênea ideologicamente e compartilhar mais poder com os partidos aliados"
Carlos Pereira,
cientista político da FGV-Rio
Dificuldades e facilidades
Questionados pelo G1 antes do segundo turno da eleição, os três analistas entrevistados avaliaram as possíveis facilidades e dificuldades que Dilma Rousseff terá para formar no Congresso uma coalizão de apoio ao governo.
Uma facilidade da petista, por exemplo, é o fato de ela já contar com uma coalizão majoritária formada no primeiro governo, atualmente composta por dez partidos e que reúne cerca de 340 deputados e 52 senadores.

Apesar do amplo apoio, no entanto, Carlos Pereira (FGV) observa instabilidade na coalizão, marcada por traições e mesmo derrotas nas votações, dando como exemplo a lei que dividiu royalties do petróleo entre União, estados e municípios, em que foi aprovado projeto que contrariava o governo – o veto de Dilma foi posteriormente derrubado no Congresso.
"Para governar num segundo mandato, ela deverá fazer uma coalizão menor, com menos parceiros, mais homogênea ideologicamente e compartilhar mais poder com os partidos aliados", recomenda Pereira. Para ele, a atual coalizão da petista, pelo tamanho, diversidade e concentração de poder no PT acaba tendo que ceder muito – por exemplo, em verbas de emendas parlamentares – em troca de pouca fidelidade dos aliados.
Sérgio Abranches aponta falta de liderança política da petista na articulação de apoio. "Dilma nunca foi parlamentar. Então, não sabe como são os procedimentos de negociação no Parlamento. Ela tem que delegar essa função para outras lideranças, o que torna muito mais difícil a formação de uma coalizão mais consistente", diz o sociólogo.
"É uma coalizão que não dá sustentação. Tem uma bacia de votos que pode dar maioria, mas negocia caso a caso, com verba e cargo. Se der [maioria] eu voto, se não der, não voto. Então, é um toma-lá-dá-cá diário".
Argelina Cheibub, no entanto, vê como normais na democracia os conflitos travados no Congresso durante o governo Dilma.
É o sucesso do desempenho inicial na economia que mantém alta a popularidade presidencial. Quando isso acontece, o Congresso tem muita dificuldade em se opor ao presidente, porque o parlamentar chega no fim de semana para falar com sua base e só ouve elogios"
Sérgio Abranches,
sociólogo
"Um governo de coalizão é mais conflitivo. Se você tem um governo de um partido só, quando ele colocar uma coisa para votar, vai discutir internamente no partido, aparar arestas internas e vai depois garantir a aprovação. Agora, quando tem 60% de membros de cinco ou seis partidos, vai ter maior conflito", afirma.
Outra dificuldade para a presidente será a consolidação da aliança com o PMDB, o principal partido aliado, mas que internamente não tem unanimidade em relação ao governo e com o qual o PT mantém uma relação tensa.
"O PMDB é um partido típico de centro, com muitas facções e com uma bancada de tamanho considerável. Ele é bom porque pode aceitar políticas mais ou menos indefinidas em questões ideológicas. A possibilidade de aceitar é grande porque não tem muito a perder", diz a cientista política. "O apoio do PMDB é fundamental", diz Angelina Cheibub,
Segundo Sérgio Abranches, outro fator-chave para o presidente eleito manter a popularidade e conquistar o Congresso é não descuidar da economia.
"É o sucesso do desempenho inicial na economia que mantém alta a popularidade presidencial. Quando isso acontece, o Congresso tem muita dificuldade em se opor ao presidente, porque o parlamentar chega no fim de semana para falar com sua base e só ouve elogios, não tem como contrariar."
Fonte: g1.globo.com

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

INICIOU DIA 21DE OUTUBRO AS INSCRIÇÕES PARA A CNH POPULAR

CNH-popular2

O Detran Pernambuco abre, nesta terça-feira (21), uma nova rodada de inscrições no programa Carteira de Habilitação Popular. Interessados têm até 23 de novembro para se inscrever no site do órgão. Dez mil pessoas serão selecionadas para fazer, de graça, todas as etapas para renovar, adicionar ou mudar a categoria na habilitação.
O programa tem como público-alvo pessoas de renda inferior a dois salários mínimos, desempregados, alunos do ensino público e beneficiários de programas assistenciais, como o Bolsa Família e o Chapéu de Palha, egressos e liberados do sistema penitenciário e sócio educandos da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase).
Ao fazer a inscrição, o candidato preenche um cadastro informando a qual segmento dos citados acima ele pertence, como desempregado ou aluno do ensino público. Além dos dados pessoais, devem ser informados o número de dependentes, valor da renda, dentre outros.
Finalizado o período de inscrições, será disponibilizada e divulgada, no site do Detran, a relação dos selecionados de acordo com a ordem de classificação por segmento. Os convocados deverão comparecer à sede do órgão com a documentação exigida para cada segmento beneficiado para comprovar as informações prestadas no ato da inscrição.
A maior porcentagem das vagas (65%) será para os candidatos à mudança de categoria do documento. Outros 20% para adição de categoria e 15% renovação do documento. As vagas são repartidas em igual proporção para as cidades do interior do estado e Região Metropolitana do Recife.
Aproximadamente 1,3 milhões de pessoas já se inscreveram no CNH Popular em seis anos de existência do programa. Em 2014, a expectativa é que se inscrevam 400 mil pessoas.
De acordo com o Detran-PE, mudar para categoria C requer que o candidato esteja habilitado na categoria B há, no mínimo, um ano e não tenha cometido infração grave ou gravíssima nos doze meses anteriores ou ser reincidente em infrações médias no mesmo período.
Já para mudar para a categoria D, o candidato deve ser maior de 21 anos e estar habilitado na categoria B há, no mínimo, dois anos ou na categoria C, há pelo menos um ano. Com relação ao cometimento de infrações, valem as mesmas regras da categoria C.

Para categoria E, o candidato deve ter mais de 21 anos, estar habilitado há um ano, no mínimo, na categoria C e não ter praticado as infrações já mencionadas.
Fonte: http://www.nilljunior.com.br/

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

FOTOS DO ANIVERSÁRIO DE 70 ANOS DO IRMÃO JOSÉ TRAJANO.

MENSAGEM DE FELIZ ANIVERSÁRIO DOS FILHOS AO  IRMÃO JOSÉ TRAJANO.
PAI,
Feliz Aniversário e Parabéns pelos seus 70 anos de vida! Hoje é um dia de festa para toda a sua família, pois mais um ano se passou, numa vida dedicada á obra de Deus. Que (Ele) continue te abençoando grandemente, pela pessoa que és não somente para nós, mas para toda a família da Congregação Cristã, afinal são 35 anos de Ministério.
Louvamos a Deus pela sua vida e pedimos diariamente que tudo venha repleto de bênçãos para você, e juntos te desejamos saúde, amor e paz para tua vida. Que você e todos os que estiverem ao seu lado possam desfrutar da bondade Daquele que nós servimos, e que você cresça cada vez mais na presença de Deus.
Pai, obrigado pelo exemplo de vida que sempre foste para nós, sempre nos ensinaste a temer a Deus e guardar os seus mandamentos. E queremos aproveitar essa data para lembrar o quanto você é importante para nós e como nos orgulhamos de ter um pai tão presente e amoroso.
Obrigado por cada conselho, cada gesto de amor e cuidado. Continue sendo essa pessoa de caráter imutável e receberás muitas recompensas do Senhor nosso Deus. Esperamos que essa data lhes traga a cada ano mais saúde, amor, fé, esperança, Paz e  sabedoria. Saiba que estaremos sempre ao teu lado para sorrir, chorar e te acalmar, seja qual for à situação.
Pai, muito obrigado por tudo, e que esta data se repita por muitos e muitos anos, é o que desejam todos os seus Irmãos em Cristo, Amigos e Especialmente sua árvore Genealógica, ou seja a sua família que te ama muito!
Sua Esposa Terezinha, filhos, filhas, Noras, Genros, Netos, Netas e Bisnetos...

Heleno, Lourdes, Heliezer, Paulo, Fernanda;
Elenice, José Eudes, Elizabete, Isaac, Josuel, Nalda, Pedro, Silas, Leila,
Zacarias, Rosinete, Talita, Ana Clara,
Elias, Daurizete, Samuel, Amanda, Clemildo,
Lucineide, Edeivo, Enos e Eniel.

Feliz Aniversário e Que Deus te Abençoe e te Proteja Sempre!
Tabira, 16 de Outubro de 2014.






























































quinta-feira, 16 de outubro de 2014

O NAOC REALIZA MAIS UM “DIA DA CRIANÇA”

Conforme já esperado todos os anos, NESTE DIA 12/10/2014, O Comerciante e presidente do Núcleo Assistencial Orlando Celso (NAOC), Joselito Rodrigues, realizou o DIA DA CRIANÇA, com distribuição de pipocas, salgados, picolés e brinquedos para mais mil crianças carentes.

Conforme relatou o próprio Joselito, este evento só é possível graças a compreensão e a sensibilidade de alguns amigos/parceiros que com gesto de muita boa vontade, apostam na realização deste evento, Não vou citar nomes para não cometer injustiças, (disse ele) no entanto, quero agradecer profundamente pela confiança e peço a DEUS que abençoe e proteja a cada um.

Por: Heleno Trajano

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

EM RESPOSTA A OFENSA DE FHC AOS NORDESTINOS, O PROFESSOR E POETA ADEVAL SOARES, RESPONDEU Á ALTURA E EM POESIA...

IGNORANTE SIM, SENHOR FHC!


SEU DOUTOR, EU NÃO FIQUEI
ABISMADO NÃO, SENHOR!
A FINAL, NO SEU GOVERNO
O POVO FOI SOFREDOR
O NORDESTE ABANDONADO
SEM NINGUÉM LHE DAR VALOR.·.

ISSO NÃO ME SURPREENDE
POR QUE VEIO DO SENHOR
QUE TORROU NOSSO DINHEIRO
ANDANDO NO EXTERIOR
SEM TRAZER UM BENEFÍCIO
SEQUER, AO TRABALHADOR.·.

A INFLAÇÃO CAMUFLADA
ESCONDIDA, SEM TEMOR,
OS NOSSOS BANCOS FALIDOS
OS JUROS ERAM UM TERROR
E O SALÁRIO ERA TÃO POUCO
QUE NINGUÉM VIA ESSA COR.·.

A NOSSA GRANA SERVIA
PRA BANQUEIROS, SEU DOUTOR
E NO FMI,
A CASINHA DO SENHOR
O BRASIL SE AJOELHAVA
DIANTE DO SEU ANDOR.·.

NOSSA PÁTRIA ERA VENDIDA
E OS BILHÕES ERAM A FAVOR
SÓ DOS BANQUEIROS FALIDOS
QUE NÃO SABEM O QUE É DOR.
ESQUECEU DO DESEMPREGO
QUE BATIA COM FUROR.

A PORTA DOS BRASILEIROS
COM RECORDES, SEU DOUTOR?
O SENHOR NÃO TÁ LEMBRADO
DO SEU GRANDE DESAMOR
EM TRATAR A NOSSA GENTE
DE UM POVO SEM TER VALOR.·.

NÃO CONHECE A NOSSA TERRA
SOLO FÉRTIL E PROMISSOR
NEM A BRISA DO OCEANO
QUE NOS BANHA COM FRESCOR?
NÃO CONHECE AS NOSSAS PRAIAS
SEU POVO E O SEU CALOR

NEM A CULTURA ESTUPENDA
QUE COM SEU BRILHO E FERVOR
ESPALHA-SE DA CAPITAL
POR TODO O INTERIOR?
SE CONHECESSE, SEM DÚVIDA,
NÃO SERIA UM MALFEITOR
 

VALORIZAVA ESSA GENTE
NÃO SERIA UM ORADOR
MENTIROSO, PREPOTENTE,
ARROGANTE E TRAIDOR.
O NOSSO POVO É FELIZ
CHEIO DE FÉ E TEMOR.

E QUANDO DIZ O QUE SABE
SABE O QUE DIZ COM ARDOR.
NÃO SABE SER FALSO NÃO
E NEM IMITA O SENHOR
QUE SE ENCHE DE DIPLOMA
MAS É VAZIO DE VALOR.

CADÊ SUA EDUCAÇÃO?
VOCÊ NÃO É PROFESSOR!
ISSO É LÁ COISA QUE DIGA
UM HOMEM DO SEU PUDOR?!
POIS NÓS SOMOS NORDESTINOS
E HOJE O NOSSO CLAMOR,

É PEDIR RETRAÇÃO
E O RESPEITO DO SENHOR.
SOMOS SIM IGNORANTES
CONTRA OS DOUTORES FALANTES
QUE SEGUEM ESSE FORMADOR..
SOMOS SIM DOUTOR, GRANFINOS,
ORGULHOSOS NORDESTINOS
IGNORANTES, MAS FINOS,
CHEIOS DE VIDA E DE AMOR.


Autor: ADEVAL SOARES
POETA E PROFESSOR.
NORDESTINO SIM, SENHOR!
TABIRA-PE, 09/10/14.

FHC CHAMA O POVO NORDESTINO DE BURRO E DE DESQUALIFICADO

DIOGO COSTA

QUA, 08/10/2014 - 23:22

O BRASIL E O NORDESTE - Fernando Henrique Cardoso, preconceituoso e ingrato que é, chamou o povo nordestino de burro e de desqualificado porque este mesmo povo votou em massa a favor da reeleição de Dilma Rousseff.
A fala preconceituosa de FHC não chega a ser exatamente uma novidade visto que o mesmo um dia já chamou todos os aposentados brasileiros de vagabundos, para logo depois criar o Fator Previdenciário que pune até hoje estes mesmos aposentados.
O quadro público mais odiado pelo povo brasileiro, e que é o mentor intelectual de Aécio Neves, disse isso de caso pensado para instilar ainda mais preconceito nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, na esperança de que isto reverta em mais votos para o seu pupilo das Minas Gerais.
O povo nordestino merece todo o respeito da face da Terra. O Brasil que conhecemos hoje nasceu no Nordeste. Salvador foi a capital do Brasil (no tempo do Brasil Colônia) por mais de 200 anos.
O Nordeste tem imensas contribuições prestadas ao Brasil nos campos político, econômico, literário, social, cultural, musical e esportivo, entre outros vários setores.
Isto para não falar das lutas que o bravo povo nordestino travou contra invasores holandeses e franceses, além das lutas para consolidar a independência política do Brasil.
Este bravo povo nordestino é exatamente o mesmo que votou da seguinte forma desde 1945:
-Eleição de 1945: General Eurico Gaspar Dutra, do PSD, vence no Nordeste;
-Eleição de 1950: Getúlio Vargas, do PTB, vence no Nordeste;
-Eleição de 1955: Juscelino Kubitschek, do PSD, vence no Nordeste;
-Eleição de 1960: Jânio Quadros, do PTN, vence no Nordeste;
-Eleição de 1989: Fernando Collor de Mello, do PRN, vence no Nordeste;
-Eleição de 1994: FHC, do PSDB, vence no Nordeste;
-Eleição de 1998: FHC, do PSDB, vence novamente no Nordeste;
-Eleição de 2002: Lula, do PT, vence no Nordeste;
-Eleição de 2006: Lula, do PT, vence novamente no Nordeste;
-Eleição de 2010: Dilma Rousseff, do PT, vence no Nordeste;
-Eleição de 2014: Dilma Rousseff vencerá novamente no Nordeste.
Como vemos, o povo do Nordeste já elegeu, entre outras figuras, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Lula.
Dizer que o povo nordestino é burro ou desqualificado é uma monstruosidade e uma perversidade inomináveis. E o é porque a própria história trata de jogar por terra o preconceito de pessoas como Fernando Henrique Cardoso.
Este ser infeliz, aliás, não é apenas o quadro público pelo qual o povo brasileiro mais sente ódio, ele é também um preconceituoso e um ingrato de marca maior (foi eleito e reeleito fazendo imensas votações no Nordeste e agora chama os mesmos nordestinos que o elegeram e reelegeram de burros e de desqualificados).
Talvez a ingratidão seja uma das suas mais pérfidas características (que o diga Itamar Franco).
O Brasil deve muito ao Nordeste e ao bravo povo nordestino.

domingo, 5 de outubro de 2014

MAIS DE QUATRO MIL ELEITORES NÃO ESTÃO APTOS A VOTAR NESSAS ELEIÇÕES EM TABIRA


urna eletronicaUm grandioso número de eleitores não estarão aptos a votar nas eleições desse dia 5 de outubro porque não fizeram o cadastramento biométrico. O repórter da Rádio Cultura FM, Leonardo Brasil, fez um levantamento junto ao cartório eleitoral para o Programa Show da Tarde e revelou que 4.494 (Quatro mil novecentos e noventa e quatro) eleitores não estão aptos a votar em Tabira de um total de 17.024.
Por local de votação, o cenário para as eleições esse ano ficou da seguinte forma:
Escola José Odano Pires – 8 seções
Aptos: 1525
Inaptos: 456
Escola Arnaldo Alves – 10 seções
Aptos: 2777
Inaptos: 601
Escola Técnica Professor João Gabriel – 7 seções
Aptos: 1512
Inaptos: 509
Escola Pedro Pires Ferreira – 7 seções
Aptos: 1703
Inaptos: 574
EREM Carlota Breckenfeld – 10 seções
Aptos: 2772
Inaptos: 708
Sindicato dos Trabalhadores Rurais – 3 seções
Aptos: 901
Inaptos: 180
Escola Cônego Luiz – 4 seções
Aptos: 956
Inaptos: 257
Escola Cícero Correia – 3 seções
Aptos: 814
Inaptos: 163
Grupo Escolar Otaciano Soares – 3 seções
Aptos: 711
Inaptos: 149
Grupo Escolar Heleno Soares – 2 seções
Aptos: 333
Inaptos: 86
Grupo Escolar Pedro Ferreira – 2 seções
Aptos: 683
Inaptos: 141
Grupo Escolar Adeildo Santana – 2 seções
Aptos: 657
Inaptos: 166
Grupo Escolar Otacílio Pereira – 1 seção
Aptos: 312
Inaptos: 94
Escola Dona Toinha – 6 seções
Aptos: 1368
Inaptos: 410
A partir dessas eleições, as pessoas que votavam na prefeitura e na câmara passarão a votar na Escola Odano Pires.