Brasil tem apenas 9 parlamentares com deficiência entre 594 no Congresso Nacional. Baixa representatividade reforça debate sobre participação política e inclusão nas eleições de 2026.
Dentre os 594 parlamentares do Congresso Nacional em Brasília/DF, apenas 9 são pessoas com deficiência. O que representa menos de 2% dos representantes eleitos pelos brasileiros.
A falta de representatividade no Congresso Nacional – Câmara dos Deputados e Senado Federal – é um problema que reflete não só a negligência da sociedade em relação às pessoas com deficiência, como também aponta a dificuldade de implementar políticas públicas adequadas que atendam às suas necessidades.
Entre os 81 senadores, somente 4 são pessoas com deficiência: Fabiano Contarato (ES), que tem deficiência física; Jorge Kajuru (GO), com deficiência visual; Carlos Viana (MG), com deficiência visual e física; e Mara Gabrilli (SP), a primeira parlamentar tetraplégica da história. Todos foram eleitos em 2018 e devem cumprir o mandato até 2027.
Na Câmara dos Deputados há registro de apenas 5 deputados federais com deficiência, mas os dados, nomes e tipos de deficiência deles não foram informados. Segundo a assessoria da Câmara, são dados sigilosos e só podem ser divulgados pelos próprios parlamentares. Por que ocultar os nomes e as deficiências dos deputados? Não dá para entender.
Este ano de 2026 é um ano eleitoral. Lembrem-se do “nada sobre nós sem nós” também na hora de votar. Certamente haverão muitos candidatos e candidatas com deficiência. É hora de mudarmos essa realidade!
Fonte https://revistareacao.com.br/noticias/noticia?id=ed1d371e-7ea6-433e-ad52-d43972021b13
Postado Pôr Antônio Brito
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